quinta-feira, 30 de junho de 2011

Cidade dos sonhossustentabilidade, meio ambiente, vidsa india

Ao consumidor ocidental, o "shopping" pode parecer tímido porque não prima pela variedade. Coisas demais parecem, aos olhos daquela gente, uma armadilha que estimula o apetite pelo supérfluo. Em Auroville, evitam-se os excessos.

Isso não quer dizer que as pessoas sejam despidas de vaidade. "É fascinante ver as indianas trançando os cabelos, pintando as unhas, se enfeitando de flores", diz Ruth. "A estética faz parte dos valores locais", afirma a designer. "Fiquei numa pousada em estilo japonês, bem construída, com roupa de cama boa, comida benfeita, bela arquitetura", diz. "Se você é uma manifestação do divino, que é perfeito, você tem de buscar a perfeição em todas as dimensões", afirma Marco Schultz, traduzindo o apreço pela estética que está no cerne do projeto.

ESTE É O CAMINHO
Ali, vive-se na contramão do capitalismo. Crescer não é a prioridade. Não há pressa inclusive para implantar o conjunto arquitetônico concebido por Aurobindo, ainda bem incipiente. Qualidade de vida, isso sim é uma aspiração imediata. A aprendizagem desses caminhos está nas palavras da Mãe, a francesa Mirra Alfassa, companheira espiritual de Aurobindo, que, fascinada por suas ideias, fez erguer o projeto depois da morte do mestre. Há um centro de estudos e pesquisa, o Savitri Bhavan, onde se podem conhecer o trabalho e a visão do guru e da Mãe. Apesar do tom esotérico, essa busca pela consciência não se atém a uma religião. Aliás, a proposta é a não religião que abriga todas as formas de fé sem impor nenhuma. Há abertura para todos os homens de sabedoria, mas não se deve limitar a uma tradição religiosa. Não há gurus nem dogmas. "A Mãe é uma inspiração. Porém, a responsabilidade de nossas próprias ações é individual", afirma Schultz.

Visitar o Matrimandir evidencia esse valor. A construção em forma de esfera, dourada, é um templo sem deuses, silencioso, que concentra uma energia feminina ligada à força da criação e a valores como compaixão, leveza e amorosidade. O único barulho é o da água corrente, que embala a meditação, prática hinduísta adotada como canal de autoconhecimento. "Para ser livre é importante entrar em contato consigo mesmo", diz Schultz.

DESAFIOS
Calma, mas conectada, a comunidade imaginada pelo mestre está em perfeita sintonia com a tecnologia, o design e a inteligência do mundo contemporâneo. Há um estímulo especial a práticas sustentáveis, como o uso de bambu na arquitetura e a ampliação das diferentes formas de energia solar. Desde sempre foi assim. Basta lembrar que o local onde a cidade foi construída estava severamente erodido. A primeira fase da implantação do projeto se limitou a recuperar o terreno e a flora devastada. Muitos quilômetros de floresta foram replantados, a fauna foi reintroduzida, o uso sustentável de água e energia virou prática, e há uma campanha constante para reciclagem e redução dos resíduos. Nas escolas - são seis, atendendo crianças de todas as vilas -, a pedagogia da livre escolha permite optar por matérias, de modo que cada aluno descubra seu potencial. Esportes e arte são altamente valorizados.

Apesar das concepções que regem a comunidade, Auroville enfrenta as mesmas questões de outras cidades do mundo. Surpreendentemente, há vestígios de violência e destruição. E há quem chegue ali apenas para espiar. "Tem pessoas que vêm aqui para fugir do mundo, tem aquelas que não querem assumir responsabilidades, que não acreditam no trabalho, tem as angustiadas...", diz Schultz. "Ao mesmo tempo, há almas com propósitos elevados." Criada para abrigar 50 mil pessoas, até hoje não tem infraestrutura para receber tanta gente. O sonho de Aurobindo caminha lentamente, dependente de doações do governo da Índia, de ONGs e de pessoas de boa vontade. Para os otimistas, como a designer Ruth Reis, esses passos vagarosos representam uma nova percepção global. Ela enaltece a cidade-laboratório, em que se experimentam novos modelos de convivência e de vida urbana, tão necessários ante a falência em que as cidades se encontram.

Fonte; Cidade Sustentável

Encontro do Ano Internacional dos Afrodescendentes

A capital baiana vai sediar nos dias 17,18 e 19 de novembro o Encontro Mundial em Comemoração ao Ano Internacional dos Afrodescendentes. As datas foram definidas nesta quarta-feira (15), na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), durante a segunda reunião preparatória do encontro. O evento contou com a presença do embaixador especial da Secretaria Geral Ibero-Americana (Segib), Juca Ferreira, e o secretário estadual para Assuntos Internacionais e da Agenda Bahia, Fernando Schmidt, que coordenou a reunião.
Segundo o secretário, ainda serão definidos os grupos de trabalho que ficarão responsáveis por organizar o local do encontro, os temas que serão debatidos e a programação cultural. Ele afirmou que a expectativa é de que o encontro, realizado na capital baiana, vá além da III Conferência Internacional sobre Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, realizada, sob a coordenação das Nações Unidas, em Durban, na África do Sul, em setembro deste ano.
Devem participar do encontro mundial políticos e representantes de movimentos sociais e chefes de Estado de diversos países com população afrodescendente, como Cuba, Colômbia, Venezuela, Nicarágua, Panamá, Caribe e México, além de reunir autoridades de países africanos.
Juca Ferreira disse que tem mantido contato com chanceleres, ministros, dirigentes políticos e de movimentos sociais de países afrodescendentes, a fim de mobilizá-los para o encontro que será realizado na capital baiana. “Todos têm demonstrado interesse em participar”.
 “Todas as viagens que fiz valeram a pena. Irei a outros países, mas nos que já estive consegui ter resultados positivos. Todos os representantes da sociedade demonstram preocupação com a questão da inclusão racial e sugerem temas para serem discutidos. Eles estão muito empolgados por o encontro ocorrer no Brasil e, principalmente, por ser sediado em Salvador, local considerado por eles capital negra dos países afrodescendentes”, declarou o embaixador. Ferreira aproveitou para informar que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, demonstrou interesse em participar do encontro em Salvador.
 
Fonte: Correio Nagô

Jovem baiana assume a representação da Bahia e Sergipe na Fundação Cultural Palmares




No último dia 17, a baiana de 27 anos, Verônica Nairobi Sales de Aguiar foi nomeada como a nova representante da Fundação Cultural Palmares (FCP), nos estados Bahia / Sergipe. A jovem militante que traz no nome o resgate da identidade africana – Nairobi (rio cujas margens foram povoadas até a constituição da cidade que hoje é a capital do Quênia) -, já foi estudante do pré-vestibular Intstituto Cultural Steve Biko e hoje está concluindo o curso de História na Unijorge.

Em 2006, Nairobi foi coordenadora financeira do Centro Acadêmico de História Carlos Marighela, da Universidade Católica do Salvador (Ucsal) e integrou o Núcleo de estudantes negras e negros da Ucsal “Makota Valdina”. Antes de assumir a representação regional da FCP, foi assessora parlamentar do vereador (PT) Moisés Rocha, na Câmara Municipal de Salvador e integrou a equipe do Instituto de Responsabilidade e Investimento Social (IRIS).

A luta pelos direitos e garantias de sobrevivência da juventude negra brasileira sempre foi um dos pilares desta jovem, tendo participado de importantes ações e campanhas em prol desta causa, como o Encontro Nacional de Juventude Negra, em 2007, e a Campanha Reaja ou Será Mort@, que luta contra o genocídio da comunidade negra.

“Acredito que precisamos trabalhar para construção de políticas publicas que estejam em consonância com as demandas postas pela sociedade civil. Pretendemos, em particular, pautar também as demandas geradas por um segmento sistematicamente desprivilegiado: a juventude negra. É importante considerarmos as construções já existentes de enfrentamento a violência racial entre a juventude negra quilombola, assim como também estar atentos aos quilombos urbanos para dialogar com segmentos da juventude negra favelada”, pontuou Nairobi Aguiar.


Luta

Em abril deste ano, Nairobi foi vítima de violência nas dependências da UNIJORGE, onde cursa História. A estudante foi agredida moralmente e fisicamente por um colega de turma. No momento, o caso está em processo de sindicância e o processo judicial está em andamento, já tendo ocorrido a primeira audiência. Nairobi aguarda os desdobramentos do caso que foi levado à administração acadêmica da faculdade e às instâncias judiciais.

Fonte: Correio Nagô

H2Q UMA FORMULA DE AMOR


Sarau Arte em todos os sentidos

Dia 24 de Julho deste ano acontecerá a segunda edição deste Sarau, que contará com apresentações de dança tribal indiana, flamenco, recital de poesias, dança do ventre, música, cabaret dance, contação de histórias, danças circulares e exposição de artes plásticas, fotografia e gastronomia.

O evento acontecerá no Portela Café (R. Itabuna, 304, Rio Vermelho) às 17 horas e a entrada custa 10 reais.


Informações: Lory Moreira 8799-2804 / lorymoreira@yahoo.com.br e Gal Sarkis 9963-9829 / galmsarkis@yahoo.com.br

 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Moças aereas

Moças Aéreas são mulheres de várias idades e profissões que  concretizam o sonho e o prazer de voar. Elas sobem ao picadeiro para representar o universo feminino das mulheres de circo e das aeromoças, que têm em comum viver nas alturas, se arriscar, ir e vir sem perder o charme, a beleza e a sensualidade.  
A sequência de números convida os espectadores para uma viagem desde o check-in, passando pelo embarque, decolagem e aterrissagem. Momentos de encontros e despedidas, em números de tecido, lira, corda, e quadrante.

O espetáculo foi contemplado pelo edital Fura-Fura de Apoio às Artes Circenses 2010, da Fundação Cultural do Estado e marca  o nascimento da Cia Luana Serrat.




Estão programados 12 espetáculos,  sempre às sextas, sábados e domingos de julho, a partir do dia 8, às 20 horas.

Dias 8, 9, 10, 15, 16, 17, 22, 23, 24, 29, 30 e 31 de julho.
Embarque no Circo Picolino, em Pituaçu.

1º Concurso Nacional Novos Poetas Prêmio Augusto dos Anjos

Inscrições Gratuitas
de 12 de junho a 12 de julho de 2011

 A VIDEIRA EDITORA por meio deste edital abre inscrições para o 1º Concurso Nacional, Novos Poetas, Prêmio Augusto dos Anjos, em homenagem ao Poeta Augusto dos Anjos.
Parágrafo único – O tema é livre.
Das inscrições
Art. 2º – Podem participar do Concurso todos os brasileiros, público em geral, de qualquer região do país.
§ 1º – Vetada a participação de membros da diretoria da VIDEIRA EDITORA.
§ 2º – Vetada a participação de membros da  COMISSÃO JULGADORA.
§ 3º – Poderão participar brasileiros natos ou naturalizados brasileiros, maior de 16 anos, com texto em língua portuguesa.
Art. 3º – As inscrições poderão ser realizadas pelo site www.concursonovospoetas.com.br de  12 de junho a 12 de julho de 2011.
Art. 4º – Cada participante pode se inscrever com até 02 (dois) poemas. Os poemas devem ser inéditos, ou seja, poesias que ainda não foram publicadas em livros, jornais ou outros meios.
§ 1º – Os poemas devem ser enviados via Internet, e devidamente identificados com nome, endereço residencial completo, identidade, CPF, telefone, email e título(s) do(s) poema(s),  obedecendo aos seguintes critérios:
a) Os poemas devem ser digitados em editor de texto eletrônico (Word, Open Office,  Star Office etc.);
b) Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12;
c) Cada poema não deve exceder o limite de 02 (duas) laudas no tamanho A4;

§ 2º – As inscrições são gratuitas.
§ 3º – Ao se inscreverem, todos os candidatos aceitarão automaticamente todas as cláusulas e condições estabelecidas no presente regulamento.
Da premiação
Art. 5º  Entrega das medalhas e publicação em livro dos poemas classificados.
§ 1º – Os participantes não poderão acumular as premiações, ou seja, só  poderá ser premiado apenas um poema de cada participante.
§ 2º – Serão 250 (duzentos e cinqüenta) poemas classificados.
§ 3º – Publicação de livro com as  poesias classificadas, com edição de 5.000 (cinco mil) livros.
§ 4º – Medalha Prêmio Augusto dos Anjos para os 3 primeiros classificados.
§ 5º – Medalha de Ouro, (em ouro 18k), Gravada, Prêmio Augusto dos Anjos para o 1º       colocado.
§ 6º – Medalha de Prata, Gravada, Prêmio Augusto dos Anjos para o 2º colocado.
§ 7º – Medalha de Bronze, Gravada, Prêmio Augusto dos Anjos para o 3º colocado.
§ 8º – Inserção de destaque no livro para os 3 primeiros classificados.
Da comissão julgadora
Art. 6º – A Comissão Julgadora será escolhida pela Comissão de Organização do Concurso e será composta por 03 (três) membros com amplo conhecimento e experiência em Literatura.
Parágrafo único – A Comissão Julgadora terá autonomia no julgamento, que será regido pelos princípios da originalidade e linguagem poética.
Do resultado
Art. 7º – O resultado do Concurso será divulgado no dia 22 de julho no site www.concursonovospoetas.com.br.
Do Pagamento das parcelas e Remessa dos livros
 Art. 8º - Cada autor classificado arcará com a  compra de 10 exemplares do livro “1º Concurso Nacional, Novos Poetas, Prêmio Augusto dos Anjos”, pelo custo de duas parcelas,  de R$ 165,00 (cento e sessenta e cinco reais).
Art. 9º - As duas parcelas deverão ser pagas via boleto bancário nos dias 30 de julho e 30 de agosto de 2011.
Art. 10º - Em  caso de inadimplência, a poesia classificada poderá não ser publicada.
Art. 11º - Os livros e medalhas serão entregues no endereço informado na inscrição, até o dia 20 de setembro de 2011.
Das disposições finais
Art. 12º – Os casos omissos serão decididos, em comum acordo, pela Comissão Julgadora e pela Comissão de Organização do Concurso.
Art. 13º – A Editora VIDEIRA detém todos os direitos de Publicação e Distribuição da obra.
Art. 14º – Do julgamento apresentado pela Comissão Julgadora quanto à qualidade dos poemas selecionados não caberá qualquer recurso, ficando esta medida adstrita às condições extrínsecas do concurso, dispostas nas cláusulas deste Regulamento, que será julgado pela Comissão de Organização do Concurso.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Programa de Arte e Tecnologia


A Fundação Telefônica está buscando projetos culturais voltados a crianças e adolescentes e vinculados às novas tecnologias. Para isto, através de seu Programa de Arte e Tecnologia, lança seu primeiro edital de patrocínios culturais, com o qual erão apoiados projetos enquadrados nos termos da Lei Rouanet (Lei Federal Nº 8.313/91) com o objetivo de fomentar a cultura digital no Brasil.
O edital tem por objetivo estimular a produção e difusão de projetos culturais e artistas especialmente vinculados à tecnologia, inovadores em termos de linguagem, interatividade, criatividade ou forma de distribuição de seus conteúdos. Instituições e produtores culturais de todo o país podem inscrever suas propostas até o dia 30 de junho de 2011.
Para preencher a ficha de inscrição ou baixar o regulamento, acesse o site daFundação Telefônica.

Rumos Educação, Cultura e Arte prorrogado até 8 de julho


Prorrogadas as inscrições para o edital
Rumos Educação, Cultura e Arte, edição 2011-2013 foi prorrogado:
DE 30 de junho de 2011 PARA 8 de julho de 2011

O programa Rumos busca apoiar a formação de profissionais que desenvolvem propostas diferenciadas nos campos da cultura e da arte por meio da educação não formal. Pretende-se, assim, contribuir para a continuidade e o aperfeiçoamento das ações existentes e para a criação de outras práticas de convergência em cultura, educação e arte, em todo o país. Para fins do regulamento deste edital, é considerado educação não formal toda atividade educativa que acontece fora do contexto escolar.


Público alvo: educadores, arte-educadores, educadores sociais, artistas, artistas-formadores, mestres de educação popular, mediadores e agente culturais. IMPORTANTE: os profissionais podem ter formação diversificada, inclusive autodidadata e não escolar ou acadêmica.


Prêmios: Os proponentes dos projetos (relatos) selecionados receberão R$ 10.000,00; viagens de formação e ações de difusão, com o intuito de socializar as experiências e formar redes de colaboração.


Dúvidas: qualquer tipo de dúvida, seja qual for: conteúdo, como enviar os relatos, prêmios, outros envie e-mail para rumoseducacao@itaucultural.org.br

Saiba tudo sobre o edital: regulamento, características, como enviar os relatos, prêmios, demais informações no site www.itaucultural.org.br/rumos

Observação: o candidato para se inscrever deve preencher o formulário com um relato de experiência (por escrito ou em áudio ou vídeo). 

FGM divulga edital para Apoio Cultural 2011


A Prefeitura de Salvador, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), divulga edital de apoio financeiro a projetos artísticos-culturais de interesse público a serem desenvolvidos até o fim de 2011, incluindo o Desfile do 2 de Julho.   O recurso destinado para cada projeto é de até R$ 10 mil. A intenção do edital é organizar a distribuição das verbas e contribuir para a realização de projetos culturais.
Para quem vai participar do Desfile do 2 de Julho, as solicitações devem ser enviadas à FGM até a próxima segunda-feira (27). Para os demais projetos, o prazo segue até o dia 22 de julho. Todas as informações sobre análise de projetos culturais estão disponibilizadas no site da FGM.
Fonte: Secom

Akidara recomeça oficina em Mussurunga


A partir do dia 11 de julho, o Ponto de Cultura História Viva e Memória, administrado pelo grupo cultural Akidara, recomeça as atividades com as oficinas gratuitas de dança, teatro, canto, flauta doce, violão e percussão. As inscrições começam no dia 4 de julho, na sede do Akidara, que funciona no Centro Social Urbano de Mussurunga, e podem ser feitas até 9 de julho. Os interessados devem ter acima de 14 anos e precisam apenas apresentar cópia da carteira de identidade e uma foto 3 x4. As vagas são limitadas.

A presente iniciativa contribui para a inclusão social por meio destas oficinas, que visam formação cultural e ações de fortalecimento das identidades culturais. O grupo cultural Akidara é uma sociedade sem fins lucrativos, de caráter educacional, cultural, social  e de interesse público, que objetiva pesquisar e valorizar a diversidade cultural brasileira.
No ano de 2009, o grupo cultural Akidara ganhou status de Ponto de Cultura, chancelado pelo Ministério da Cultura (Minc) e a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), desenvolvendo oficinas de canto coral, artes visuais e artes cênicas, com participação da comunidade totalmente gratuitas. O Ponto de Cultura é coordenado pelo músico Ubaldo Oliveira.
A ONG também tem um grupo de percussão intitulado de Akidara, que já se apresentou tanto na comunidade (escolas e praças) como na Feira Internacional de Artesanato e Cultura (Centro de Convenções do Estado da Bahia), Caminhada Axé, Projeto Repercussão da UFBA e no I Encontro de Rede de Pontos de Cultura da Bahia, entre outros.

Serviço
Período de Inscrições:
4 a 8 de julho – das 9h as 12h; e das 14h as 17h;
9 de julho – 9h as 15h
Inicio das Oficinas
 11 de julho
Local:
Centro Social Urbano de Mussurunga - Rua I,  Nº S/N, Setor E, Mussurunga I, Salvador- Bahia
Contato:
 (71) 3376-3176/


Ana Guedes
Profissional de Comunicação Social
Jornalista - Mt Ba 1428
Celular:               71-9937-6139       Skype: ana.bastos747
Msn: acg747@hotmail.com
Linkedin:
http://br.linkedin.com/pub/ana-guedes-acg747/14/427/533
Portifolio da Guedes Comunicação:http://www.flickr.com/photos/guedescomunicacao/ http://www.zuinn.com.br/guedescomunicacao issuu.com/scg747 Parceiros: http://maramenezes.carbonmade.com/ 
"Somos livres para escolher, mas prisioneiros das conseqüências"

    Fundação Telefônica prorroga prazo de edital em cultura digital

     A Fundação Telefônica decidiu prorrogar para 17 de julho o prazo final para inscrições de projetos de cultura digital, cuja seleção ocorre através do “Edital Fundação Telefônica de Arte e Tecnologia”. Para concorrer, os projetos devem estar inscritos na Lei Rouanet, de incentivo à cultura, nas áreas de Artes Visuais, Artes Integradas, Cênicas, Audiovisual, Humanidades, Música ou Patrimônio Cultural, em modalidades que vão desde mostras e concursos até e-books, vídeos, curtas-metragens, documentários, espetáculos com projeções e experiências multimídias, entre outros.

    O objetivo é apoiar iniciativas que beneficiem crianças e adolescentes de modo a democratizar o acesso à cultura digital, bem como promover o protagonismo juvenil, incentivando tanto o consumo quanto a produção de obras e conteúdos em meios digitais.

    Assim, o edital vai selecionar projetos e artistas vinculados à tecnologia, que sejam inovadores em termos de linguagem, interatividade, criatividade ou forma de distribuição de seus conteúdos. Também será valorizada a apresentação de propostas ou contrapartidas educativas, que promovam o acesso à cultura digital e o protagonismo sociocultural do público infantil, adolescente e jovem.

     As inscrições devem ser feitas pelo site http://www.fundacaotelefonica.org.br/Arte-e-Tecnologia/Projetos-Culturais-Envio-Projetos.aspx 
    e são gratuitas. Poderão ser inscritos projetos de pequeno, médio e grande porte, que solicitem um valor de até R$ 500 mil, cuja data de realização seja entre julho de 2011 e junho de 2012.
     Fonte:GIFE


    quarta-feira, 22 de junho de 2011

    Rumos Itaú Cultural

    Programa mantém abertas as inscrições dos editais Educação, Cultura e Arte (até 30/6) e Jornalismo Cultural (até 15/7).
    • rumoseducacao@itaucultural.org.br | rumosjornalismo@itaucultural.org.br
    • Até 30/6 (Educação) e até 15/7 (Jornalismo)
    • Grátis
    • http://www.itaucultural.org.br

    Edital Pró-Cultura/Esporte

    Pró-Cultura/Esporte
     A Prefeitura de Feira de Santana inscreve projetos artísticos, culturais e esportivos no Programa de Incentivo Cultural e Esportivo. Proponentes devem ser domiciliados no município.
    • Centro de Cultura Maestro Miro – Feira de Santana
    • 75 3614-8410
    • Até agosto
    • Grátis
     

    Fundo de Cultura reabre inscrições na Bahia

     A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultaBA) reabriu as inscrições para apoio a projetos através do Fundo de Cultura. Podem ser inscritos projetos nas seguintes categorias: residências artísticas, intercâmbios, projetos calendarizados e demanda espontânea. A categoria projetos calendarizados prevê o apoio a projetos culturais com realização periódica, com no mínimo três edições executadas, já a demanda espontânea é direcionada para todo tipo de iniciativa não coberta pelos editais. Os documentos com as orientações necessárias para a elaboração do projeto e os formulários de inscrição estão disponíveis no site da Secretaria de Cultura. As inscrições para estas modalidades podem ser realizadas presencialmente na Central de Atendimento Integrado da Superintendência de Promoção Cultural.
    • Palácio Rio Branco, Praça Thomé de Souza, s/n – Centro, CEP: 40.020-010 – Salvador
    • 71 3116-4071
    • Inscrições: até 29/7
    • Grátis
    • SecultBA
    • http://www.cultura.ba.gov.br/

    EDITAL VIVALEITURA 2011

    remia experiências de promoção à leitura nas categorias Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias; Escolas Públicas e Privadas; e ONGs, Pessoas Físicas, Universidades/Faculdades e Instituições Sociais.
    • Prêmio Vivaleitura 2011 – Caixa Postal 710377, CEP 03.410-970, São Paulo (SP)
    • 0800-770-0987
    • Até 20/7
    • Fundação Santillana/ OEI/ MEC/ MinC
    • http://www.premiovivaleitura.org.br

    terça-feira, 21 de junho de 2011

    Prêmio Casa de Rui Barbosa 2011

    A Fundação Casa de Rui Barbosa, órgão vinculado ao Ministério da Cultura, publicou no Diário Oficial da União (Seção 3, página 12) o Edital do Prêmio Casa de Rui Barbosa 2011. O concurso voltado para monografias é aberto para temas de livre escolha do candidato, devendo, contudo, ser referenciada aos acervos bibliográficos e arquivísticos da Fundação Casa de Rui Barbosa.
    Os prêmios, no valor de R$ 9.000,00 (nove mil reais) e R$ 6.000,00 (seis mil reais), serão concedidos aos autores dos trabalhos classificados no concurso em primeiro e em segundo lugares, respectivamente. A critério da Comissão Julgadora ainda poderão ser indicadas até três menções honrosas, agraciadas exclusivamente com o título de destaque, indicação para publicação – a qual se poderá dar pelas Edições Casa de Rui Barbosa ou por terceiros a critério do autor –, além de kits com livros das Edições Casa de Rui Barbosa.
    Poderão participar do concurso, individualmente ou em grupo, com apenas uma monografia, pessoas físicas brasileiras ou estrangeiras, com conclusão comprovada em graduação superior. Serão apenas considerados os trabalhos inéditos, redigidos em língua portuguesa e assinado sob pseudônimo.
    O prazo para a inscrição se encerrará no dia 23 de setembro de 2011, valendo como comprovação o carimbo dos Correios na data da expedição. O resultado final será publicado no Diário Oficial da União, e estará disponível no sítio da FCRB a partir do dia 31 de outubro de 2011.
    As inscrições deverão ser feitas, por via postal expressa (Sedex) no seguinte endereço:
    Fundação Casa de Rui Barbosa
    Serviço de Arquivo Histórico e Institucional
    Rua São Clemente, 134 – Botafogo
    CEP.: 22260-000 – Rio de Janeiro-RJ

    FGM divulga edital para Apoio Cultural 2011


    A Prefeitura de Salvador, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), divulga edital de apoio financeiro a projetos artísticos-culturais de interesse público a serem desenvolvidos até o fim de 2011, incluindo o Desfile do 2 de Julho.   O recurso destinado para cada projeto é de até R$ 10 mil. A intenção do edital é organizar a distribuição das verbas e contribuir para a realização de projetos culturais.
    Para quem vai participar do Desfile do 2 de Julho, as solicitações devem ser enviadas à FGM até a próxima segunda-feira (27). Para os demais projetos, o prazo segue até o dia 22 de julho. Todas as informações sobre análise de projetos culturais estão disponibilizadas no site da FGM.
    Fonte: Secom

    Natura abre edital para escolha de novos projetos de compensação para o Programa Carbono Neutro

    A Natura tem um compromisso de longa data com o desenvolvimento sustentável. Por isso, implantou em 2007, o Programa Carbono Neutro destinado a reduzir de forma contínua suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em todas as etapas de sua cadeia produtiva - desde a extração de insumos para produção de matérias-primas e de materiais para embalagens, passando por processos internos e o transporte de produtos, até o seu descarte. Porém, o que não é possível reduzir nos processos de produção da empresa, é compensado com a aquisição de créditos de carbono de projetos externos, selecionados por meio de edital público.

    Desde o dia 16 de maio, está aberto Edital Natura Carbono Neutro da Natura abriu com o objetivo de selecionar projetos de redução de emissão e/ou remoção de gases que causam o aquecimento global e compensar suas emissões relativas aos anos de 2011 e 2012. As unidades de redução serão adquiridas com o objetivo de compensar as emissões verificadas conforme inventário de emissões de GEE da Natura referente a este biênio.

    Para selecionar os projetos de compensação, a Natura busca equilibrar projetos dos setores de energia e florestal. O primeiro permite obter predominantemente créditos presentes, com ações que estão sendo realizadas no período de compra pela diminuição ou substituição de combustível energético. Os projetos florestais concedem créditos futuros, pois são obtidos na recuperação de áreas degradas que podem levar anos para alcançar maturidade. Outro tipo de projeto florestal é o de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), que evita que áreas conservadas sejam desmatadas em um período de tempo determinado.

    Para a escolha, emprega desde 2007, uma ferramenta-guia para qualificar os projetos de compensação. Os pontos mais importantes do processo de seleção são o perfil socioambiental e o potencial inovador das propostas. Para a construção dessa análise, a empresa se baseia em pesquisas e em ferramentas avançadas utilizadas em todo o mundo, adaptando-as às suas necessidades e estratégias.

    Na seleção para o novo biênio, os projetos poderão pertencer às seguintes categorias: redução de desmatamento e degradação florestal*** (REDD+); energéticos relacionados à eco-eficiência, que visem a substituição de combustíveis não-renováveis e o uso de energias renováveis (biomassa, solar, eólica, hídrica, etc.); florestais envolvendo ações de florestamento e reflorestamento e Sistemas Agroflorestais (SAFs); e outros que apresentem práticas, tecnologias e soluções diferenciadas no combate ao aquecimento global. O formulário de inscrição e o regulamento do Edital Natura Carbono Neutro estão disponíveis no site www.natura.net/carbononeutro de 16 de maio a 5 de agosto de 2011.

    "Buscamos projetos dotados de mecanismos eficazes na comprovação de redução/remoção das emissões de GEE, alinhados aos nossos objetivos e que levam em conta benefícios socioambientais localmente relevantes. Geração de renda, conservação da biodiversidade, uso sustentável e perfil inovador são outras características que serão observadas no processo de seleção. Assim, conseguimos engajar todos que se relacionam conosco e que possuem a mesma vontade de construir um sistema mais inclusivo e sustentável para a sociedade atual e futuras gerações", explica Marcelo Cardoso, vice-presidente de desenvolvimento organizacional e sustentabilidade da Natura.
    Fonte; Cidade Marketing

    Pontos de Leitura são premiados em cerimônia

     A atividade dos Pontos de Leitura será realizada com visitas domiciliares, empréstimos de livros, rodas de leitura, contação de histórias, criação de clubes de leitura e saraus literários abertos às comunidades
     
    A Bahia deu um passo fundamental na caminhada pela democratização do acesso à leitura. 146 representantes de municípios baianos compareceram ao Palácio da Aclamação, hoje, 20/06, para receber a premiação de R$ 20 mil. Lançado em parceria com o MinC, o edital de Apoio aos Pontos de Leitura integra o Programa Mais Cultura e é voltado para o incentivo à ações culturais que fomentem a democratização do acesso gratuito aos livros, revistas, periódicos e outros suportes. O objetivo principal é ampliar as perspectivas de inclusão social, por meio do fortalecimento da prática ledora.
    A representante da Associação Quilombola da Pastoral de Índios e Negros, do município de Riacho de Santana, Maria Lúcia de Jesus, contemplada com o prêmio,  ressaltou a valorização da cultura local e o reconhecimento da importância do serviço integrado dos Pontos de Leitura aos Agentes de Leitura, outra iniciativa do Programa Mais Cultura, coordenada na Bahia pela Fundação Pedro Calmon/SecultBA. Sobre o projeto afirmou: “é a busca do conhecimento cultural e o fortalecimento da identidade local. É por meio de iniciativas como esta que a Bahia vai diminuir as desigualdades sociais”, assegurou Maria Lúcia.
     
    FONTE; FUNDAÇÃO PEDRO CALMON

    Jornalistas do Judiciário discutem papel da imprensa nas instituições públicas

    O papel das assessorias de comunicação do Judiciário e instituições públicas é a discussão que ocorre de segunda(20) até quarta-feira (22), no Rio de Janeiro, no VII Congresso Brasileiro de Comunicação da Justiça (CONBRASCOM). 'É preciso conhecer a Justiça e seus magistrados como os responsáveis em se fazer chegar à sociedade as políticas e decisões do Judiciário', destacou a corregedora-geral da Justiça, ministra Eliana Calmon, na abertura do CONBRASCOM.

    Segundo a ministra, 'com a promulgação da Constituição de 1988 houve uma mudança fundamental pela outorga de novos direitos ao cidadão e novos instrumentos à sociedade. São os direitos de 3a geração, estabelecendo critérios e ações. Antes, não conseguíamos alcançar esses direitos. São novos critérios que dão novos rumos ao Judiciário, dando aos magistrados a obrigação de se adequarem e se abrirem, contando com os assessores', concluiu.
     
    O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio Soares Lopes, ressaltou a importância da parceria entre os tribunais nesses congressos, o que ''traz o aperfeiçoamento no trabalho das assessorias de comunicação e a discussão de temas relevantes e de grande importância''.

    O conselheiro do CNJ, desembargador Nelson Tomaz Bastos, apontou que já está previsto na Constituição, em seu artigo 5o, o direito à comunicação, e criticou a atuação dos veículos da grande mídia, na difusão de informações por eles ''arbitrariamente escolhidas, sem admitir réplica ou indagação por parte do público'', alegando que o telespectador torna-se um receptor passivo da informação. Deve haver uma ponderação entre os interesses, e a valoração de qual bem jurídico deverá prevalecer. Aí entra o assessor nessa relação, destacou.

    Ele também aponta a falta de legislação que discipline as concessões de canais de TV e Rádio, alertando que não há ainda no Brasil uma sólida televisão pública, mas sim televisões estatais controladas pelo Estado, defendendo, ainda, que deveria haver previsão de televisões comunitárias. ''Uma verdadeira televisão pública é controlada pela sociedade civil''. Ele sugere a alteração do artigo 223 da Constituição para retirar do Congresso Nacional e do Poder Executivo o poder de outorga e renovação dessas concessões, devendo haver a fiscalização dos serviços de televisão em favor da realização dos direitos fundamentais.

    O presidente do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça e assessor de comunicação do TRT do Ceará, Moacir Maia, apontou que ''pela atuação da Ascom as instituições têm alcançado uma melhor inserção no noticiário, um melhor resultado em suas ações em relação ao público interno e externo''. Comparou o trabalho dos assessores, hoje reunidos no Rio, com um fato ocorrido em 1941, mesmo ano de criação da Justiça do Trabalho, quando quatro jangadeiros partiram em sua embarcação, do Ceará até o Rio, percorrendo 1200 Km de navegação para reivindicar ao então presidente Getúlio Vargas,melhores condições de trabalho, destacando que, como eles, ''estamos aqui em busca de uma melhor compreensão de gestores e da sociedade e pela importância da comunicação em nossas instituições, não apenas como espaço de ação profissional, mas como busca efetiva de melhoria na prestação jurisdicional e pelos direitos fundamentais da comunicação''.

    Acentua que ''o  Conbrascom é um espaço de debates que permite a evolução das áreas de comunicação das instituições que passaram a ser vistas como um setor estratégico na inserção do Poder Judiciário na mídia, mostrando consequências e resultados em suas ações, mas precisamos avançar mais, nosso desafio cresce, mas nosso instrumental ainda é limitado''.

    No final da manhã, o jornalista do Jornal O Dia, Alexandre Freeland, alertou para o papel do assessor de imprensa como intermediador entre a imprensa e a figura do juiz, destacando que a pressão da mídia sobre o Judiciário é para responder a uma demanda da sociedade. ''O leitor de hoje é mais exigente e consciente de seus direitos, e precisamos responder a isso''.

    No período da tarde, houve os painéis A Comunicação como princípio de transparência na administração pública, a gestão da comunicação e as assessorias na era da web.

    Nesta terça-feira (21), haverá mesa redonda sobre a constitucionalidade da atuação das áreas de comunicação e a Resolução 85 do CNJ, que regulamenta e cria a necessidade de uma política de comunicação nas instituições, como a recém criada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho. Ainda haverá oficinas de reportagem de TV e Rádio, de Planejamento Estratégico, além das reuniões setoriais, na quarta-feira (22), entre os vários órgãos presentes ao encontro, antes da Plenária Final que vai ler a Carta do Rio de Janeiro.

    Fonte: Ascom TRT5

    Mobilidade em Salvador terá integração entre trilhos e BRT

    Redação
    (
     
    Veículo sobre trilhos e BRT. Esses foram os projetos escolhidos para integrar o plano de mobilidade urbana de Salvador, para a Copa de 2014. O anúncio foi feito pelo secretário estadual de Planejamento, Zezéu Ribeiro, durante uma coletiva no auditório da Secretaria de Planejamento.

    Diferente do que foi comentado anteriormente, pelo ministro das Cidades, Mário Negromonte, um dos modais para o sistema não contempla o metrô, especificamente, mas uma proposta de transporte sobre trilhos que, além dele, ainda será definido entre o monotrilho e o VLT. A proposta em trilho fará a ligação entre Rótula do Abacaxi até Lauro de Freitas, pela Avenida Paralela. Já o Bus Rapid TransitBRT ( BRT - Corredores de ônibus) será usado nas demais vias como as avenidas Pinto de Aguiar e Vasco da Gama, como havia informado Negromonte.

    De acordo com a assessoria do governo do estado, o próximo passo para a implantação do projeto de mobilidade da região metropolitana é a realização audiências públicas com a sociedade. A previsão é que em 45 dias comece a ser elaborado o edital de licitação para definir as empresas que executarão as obras. Até o fim do ano, a obra deve ser contratada e, no início de 2014, concluída.

    Fonte; Ibahia

    "Monocultura da baianidade isolou a Bahia"

    Por Claudio Leal

    Vanguardeira dos anos 1950 até a geração da contracultura, a Bahia começou a emitir, na última década, sinais de marasmo. Do teatro à literatura, o Estado se ressente de não revelar novos criadores essenciais para a cultura brasileira e de conviver com a evasão de talentos.
    O discurso da "baianidade autossuficiente", aprofundado nos governos sob a liderança política de Antonio Carlos Magalhães (1927-2007), é apontado pelo novo secretário estadual da Cultura, Albino Rubim, como um dos fatores do declínio da força cultural da terra de Gregório de Mattos e Jorge Amado.
    - Avalio que o carlismo (corrente política de ACM) foi muito ruim para a Bahia em vários sentidos. Um dos sentidos é que toda a política construída no tempo do carlismo era de uma baianidade autossuficiente, como se a Bahia fosse uma espécie de ilha isolada do arquipélago da cultura (...) Isso empobreceu muito a Bahia, porque cortou muitos laços, trocas e diálogos - analisa o secretário, em entrevista a Terra Magazine.
    Rubim avalia que os outros Estados também não produzem movimentos significativos. "Há uma espécie de letargia da cultura brasileira como um todo. Não vejo nenhum movimento muito significativo de renovação. Se você pegar as temáticas que são predominantes, nos filmes que têm mais impacto no Brasil, é a questão da violência", acrescenta o especialista em Política Cultural e ex-diretor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), escolhido pelo governador reeleito Jaques Wagner (PT) para comandar a secretaria no segundo mandato.
    Nesta entrevista, Albino Rubim debate os dilemas culturais da Bahia - da preservação do patrimônio histórico ao Carnaval - e conta quais são os seus projetos para tirar Salvador dessa letargia. No início da gestão, ele encontrou uma dívida de R$16 milhões deixada por seu antecessor, o diretor teatral Márcio Meirelles, cuja passagem pelo cargo foi marcada por críticas de artistas e produtores. Os novos editais foram suspensos até ser finalizado o pagamento dos antigos.
    - Nem no plano federal, nem no plano estadual, foi desenvolvida uma política para os artistas, uma política para essa cultura que é mais profissionalizada - pondera o secretário petista, autor do livro "As Políticas Culturais e o Governo Lula" (Ed. Perseu Abramo).
    Há seis meses no cargo, ele detalha o programa do governo baiano para revitalizar o Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, um dos principais pontos turísticos da capital, restaurado nos anos 90 pelo então governador ACM. O modelo de ocupação do casario colonial, com a troca de moradores por estabelecimentos comerciais, sempre foi criticado pelos partidos de esquerda.
    No governo Wagner, os antigos adversários do carlismo passaram a lidar com o crescimento da violência e do consumo de crack nas vielas da primeira capital brasileira. Agora, um plano de revitalização econômica e arquitetônica começa a ser aplicado, para impedir a degradação do patrimônio.
    - A grande questão do Pelourinho, e o plano diz isso, é você reinserir aquele tecido urbano dentro do tecido geral da cidade e criar uma dinâmica para aquilo ali.
    A mudança do modelo do Carnaval de Salvador, saturado pelo reinado de grandes blocos e empresários de Axé Music, é outro dos temas que devem marcar o segundo mandato do PT no Estado, embora o governo enfrente barreiras legais para entrar no terreiro municipal.
    - Você tem um modelo que precisa ser revisto urgentemente, precisa ser democratizado. Você tem coisas ali... A questão dos horários (dos blocos e trios) precisa ser democratizado, não pode ser da maneira que é, hoje. Mas aí o nosso nível de intervenção é muito limitado - admite Albino Rubim.
    Confira a entrevista.
    Terra Magazine - Como o senhor avalia a sensação de que a cultura baiana está em declínio, perdeu sua importância nacional, num processo que viria desde os anos do carlismo (corrente política de Antonio Carlos Magalhães) até os tempos atuais, com o PT?
    Albino Rubim - Avalio que o carlismo foi muito ruim para a Bahia em vários sentidos. Um dos sentidos é que toda a política construída no tempo do carlismo era de uma baianidade autossuficiente, como se a Bahia fosse uma espécie de ilha isolada do arquipélago da cultura. Como se a gente tivesse uma cultura própria, da baianidade. Isso não quer dizer que estou falando mal da baianidade em geral, mas de uma determinada visão que promove uma monocultura da baianidade. Isso empobreceu muito a Bahia, porque cortou muitos laços, trocas e diálogos.
    Pessoalmente, acho que os momentos mais ricos da cultura, em qualquer lugar do mundo, são os momentos de diálogo intercultural. Na hora que você corta isso e põe uma cultura autossuficiente, que não precisa dialogar com outras, isso empobrece. De outro lado, a própria característica do carlismo, enquanto uma postura autoritária, que não permitia divergência, impositiva, não é nenhum clima razoável para o desenvolvimento cultural. Cria uma cultura de subserviência. É um clima nocivo. Sem dúvida, essas coisas atingiram profundamente a cultura da Bahia.
    Certo, mas não houve o fortalecimento do Axé Music no período de Antonio Carlos Magalhães, com a formação de uma indústia na área musical?
    Mas, veja, aí eu já acho o seguinte. Não estou defendendo o Axé, mas eu acho que existe também um preconceito enorme de elites intelectuais brasileiras e baianas contra o Axé. Ele tem muitos pontos complicados, mas outros não. Por exemplo, o Axé criou a possibilidade de você desenvolver uma indústria da cultura fora do Rio e de São Paulo. Não vejo isso como uma coisa negativa, pelo contrário, é uma coisa positiva, no sentido de que você descentraliza a possibilidade de uma cultura mais mercantil. O Axé é uma coisa genérica, a gente fala em Axé para designar muitas coisas. Não acho que toda música baiana criada nesse período foi sem qualidade, seja rítmica, seja melódica, seja das letras. Não dá pra generalizar dessa maneira. Sofreu um preconceito grande. E também é um preconceito de quando uma cultura popular cria uma conexão com a indústria. Há uma postura preconceituosa contra esse tipo de conexão.
    E o que dizer do papel que a Bahia ocupa, hoje, na cultura nacional? Como ela pode se reposicionar, nacionalmente, como uma difusora importante de cultura? É um papel que ela já teve em outros momentos, a exemplo da vanguarda dos anos 1950 e 60, que foi estudada pelo senhor na universidade.
    A questão não é só da Bahia. Vamos ser francos. Existe no Brasil, hoje, uma nítida defasagem entre as transformações que acontecem no País. A gente pode avaliar de várias maneiras, mas são transformações profundas. Não é um elogio, é mais uma constatação. Você tem deslocamentos imensos de contingentes populacionais entre classes. A presidenta atual (Dilma Rousseff) coloca como perspectiva o Brasil sem miséria, o que há um tempo atrás era praticamente impossível considerar dentro do horizonte de possibilidades do Brasil. Era como se não tivesse opção no Brasil, a não ser conviver com a miséria. É um movimento grande. Não estou dizendo que é maravilhoso, que está tudo perfeito, nada disso. É um movimento grande de mudanças no País. Nem tudo é para um caminho positivo, mas há um grande momento no plano econômico, social, a constituição de um mercado interno, coisa que se buscou muitas vezes e nunca se conseguiu... A superação da miséria e a própria expansão da universidade pública, que aconteceu neste último governo.
    Mas, o que houve de imperfeito?
    Esse processo todo de transformações não acontece em dois âmbitos. No campo da política, ele é muito mais lento. Você sabe que eu sou petista, mas tenho que deixar claro: o PT ficou aquém do que prometia nesse patamar político. A renovação política não correspondeu à renovação socioeconômica, ficou aquém. Espero que possa superar. E você não tem nenhum movimento sociocultural que expresse esse conjunto de transformações. Nos grandes momentos de transformação cultural, no Brasil, ou de transformação sociopolítica - nos anos 30, 50 e 60 -, você teve um movimento cultural junto com essas transformações. É nítido, agora, que nós não temos isso. Esse não é um problema da Bahia, especificamente. Não vejo nenhum movimento cultural no Rio, São Paulo, Minas. Claro, tem algumas experiências significativas, uma coisa ou outra, mas como uma coisa mais consistente, que realmente expresse esse movimento de transformação social, não sinto.
    Falta a algumas das leituras críticas da cultura da Bahia uma visão da economia, que é um elemento importante para a cultura?
    Veja, você não tem um parâmetro pra dizer: esse movimento não está acontecendo na Bahia, mas está acontecendo em tal lugar, entende? Você tem transformações culturais em determinado período, mas muitas dessas transformações eram conectadas, às vezes de maneira extremamente delicadas, complexas, com um movimento cultural. E nós não temos isso no Brasil de hoje. É uma coisa complicada e muito ruim. Há uma espécie de letargia da cultura brasileira como um todo. Não vejo nenhum movimento muito significativo de renovação. Se você pegar as temáticas que são predominantes, nos filmes que têm mais impacto no Brasil, é a questão da violência.
    O debate cultural não deve estar acompanhado de uma discussão sobre as cidades brasileiras? Salvador, por exemplo, está sofrendo uma expansão brutal na área imobiliária, áreas verdes estão sendo perdidas, há um tráfego caótico, o que altera a sociabilidade na capital. A crise das cidades não tem a ver com o sentimento de crise da cultura?
    Não é só a questão da especulação imobiliária. Nós estamos passando por uma expansão urbana, no Brasil, que tem um signo muito mais complicado. A cultura baiana tem uma interação grande com a cultura de rua. A vida na rua sempre foi muito forte, muito pujante, e alimentou a cultura baiana...
    Em tempos recentes, ainda surgiram o Ilê Aiyê, o Olodum...
    Hoje, você tem toda uma transformação de tornar muito hostil a rua. E não só pela questão da segurança, mas pela reconfiguração urbana. Cada vez mais, as ruas são tomadas por tráfego, são tornadas lugares hostis à convivência, à sociabilidade. Se você pensar uma cidade como Salvador, os espaços de convivência de rua são cada vez mais problemáticos. Não vejo como imaginar que isso não tenha impacto sobre a cultura, porque ela tinha essa conexão forte.
    Quais vão ser os eixos da sua gestão na secretaria?
    Estou trabalhando com três eixos. O primeiro, que talvez seja o mais importante e alimenta os outros: a busca da construção de uma cultura cidadã. Esse movimento de transformação que o Brasil vive tem que ser acompanhado por uma transformação cultural importante, que é a transformação de valores. É fundamental ter condições sociais mais dignas para a população. Mas não se trata só disso. Trata-se de você ter pessoas com cidadania plena, que tenham acesso a cultura e à possibilidade de experimentar, ousar, de serem elas próprias produtoras culturais. Para não seja um mundo racista, homofóbico, machista. Que você não tenha valores de competição, de individualismo extremo... Uma das coisas fundamentais é a busca de uma cultura cidadã.
    Como se pode chegar a isso através de políticas de Estado?
    Podemos atuar em vários níveis. Você tem que ter apoio a culturas que não sejam pretensamente neutras, que se coloquem a favor de valores mais democráticos, que apontem para um modelo civilizatório outro. Não tem que ter política cultural neutra. Tem que ter escolha, opção, se colocar a favor de determinadas coisas e contra outras. Não se deve apoiar uma cultura racista, homofóbica. Acho claramente isso. A construção da cultura cidadã implica em tomar partido. Uma outra coisa é reconectar a diversidade cultural, com uma defesa clara da diversidade, mas mais do que isso, fazer com que essa diversidade troque, negocie. Devemos criar um patamar de intercâmbio entre as várias culturas existentes, uma defesa da interculturalidade.
    Quais são os outros pontos?
    O segundo ponto é essa questão das trocas culturais. E o terceiro ponto é a busca de novos modelos de organização, de produção, de negócios na área da cultura. Quer dizer, você tem uma situação de uma cultura mais mercantil, totalmente absorvida dentro da lógica de mercadoria, subordinada aos interesses das empresas, das indústrias culturais. De outro lado, você tem outras dinâmicas culturais muito frágeis, que não encontram formas de organização alternativas e modelos de negócios novos. Uma das maneiras de você chegar a uma cultura cidadã é tentar ao máximo buscar novas modalidades de organização da cultura, de distribuição cultural, de negócios culturais. Porque essa cultura tem que ter níveis de sociabilidade. Não adianta você trabalhar só no plano dos valores, da interculturalidade, se você não cria dinâmicas de sustentabilidade, que permitam sair do padrão de uma cultura puramente mercantil.
    O que está entre as suas prioridades?
    Das prioridades, tem também o seguinte: vamos manter o projeto de territorialização da cultura.
    Interiorização?
    Eu prefiro dizer "territorialização". Por quê? São dois movimentos. De um lado, você precisa fazer com que determinada cultura, mais profissionalizada, que não é a espontânea e popular... É preciso fazer com que todos tenham acesso a essa cultura, levar a todos os territórios. Por exemplo, ao cinema, ao teatro. Que isso seja possível em todos os territórios. Um grande processo de democratização da cultura. De outro lado, a territorialização implica no reconhecimento de que todos os territórios são lugares de produção da cultura. E devem ser reconhecidos e respeitados. Esse processo não é só na sua relação com o interior. Porque, por exemplo, isso vale inteiramente para as periferias da cidade.
    Agora, isso não é uma mudança de enfoque, se compararmos com a gestão anterior, do ex-secretário da Cultura Márcio Meirelles? Houve vários choques de artistas, dos setores profissionalizados, com o governo. Houve um exagero nessa "interiorização", em detrimento do que já estava profissionalizado?
    Não acho que houve. Porque se a gente pegar dados econômicos, o que é destinado hoje pra essas regiões, pra esses territórios, não é nenhuma coisa tão gigantesca, para que leve a essa reação dos artistas. Faltou uma outra coisa, que não foi só da Bahia, mas uma coisa nacional. (Gilberto) Gil fez um deslocamento, que eu acho corretíssimo, de dizer que o ministério é para a sociedade brasileira, não mais um ministério com os artistas como público prioritário. Isso é correto. O problema é que se você tira os artistas do público preferencial do ministério, você tem que dizer, na nova política, qual é o papel dos artistas e dos criadores, já que não é aquele papel anterior. Nem no plano federal, nem no plano estadual, foi desenvolvida uma política para os artistas, uma política para essa cultura que é mais profissionalizada.
    O que passou a ser feito para o setor profissional?
    Uma das preocupações que estou tendo é com o teatro e o audiovisual, porque são áreas potencialmente profissionalizadas. Algumas fatias da música baiana já são profissionalizadas. Essas se garantem até independente do Estado. Outras áreas de culturas populares, o Estado tem que bancar mesmo, porque não têm nenhuma perspectiva imediata ou próxima de profissionalização, de ter um mercado próprio. No caso do teatro e do audiovisual, eu acho que podem. Tem que ter políticas para essas áreas. E não tinha. Na gestão anterior, por exemplo, um dos grande setores que fazia oposição, que estava criticando Márcio (Meirelles), era exatamente o pessoal do teatro. O que eles diziam? "Não tem política para o teatro profissional. Tem edital de teatro, mas com valores irrisórios, que não fomentam o teatro profissional, mas podem até ajudar o amador, o de rua". Acho que essas críticas tinham uma certa razão.
    Os artistas profissionais do teatro e do audiovisual são muito beneficiados por editais e leis de incentivo, mas houve atrasos nos pagamentos desses recursos, ou por cortes orçamentários ou pelo cumprimento...
    Aí eu não acho, não. Não foi só uma questão de cortes orçamentários. Recebi uma dívida de R$ 16 milhões. Essa dívida não é provocada apenas por falta de recursos. O conjunto desses atrasos se deve a uma dificuldade de processamento. Estamos num grande processo, que estou chamando de "reforçar a institucionalidade cultural". Quando falo em institucionalidade cultural, é também modernizar o Fundo de Cultura. O Fundo de Cultura e o Fazcultura (lei de incentivo estadual) não são informatizados. Eram e são feitos a mão! Eles têm que ser informatizados. Uma das prioridades é reforçar novas estruturas e modernizar a administração. Quanto aos atrasos, quando cheguei lá, disse: "Não vou abrir nenhum edital sem que a gente tenha pago uma boa parte do que a gente está devendo". Já pagamos 70% das dívidas.
    Essas dívidas acumuladas dificultam em que medida a fase inicial de sua gestão?
    Tive que tomar uma atitude chata: "Não vamos abrir nenhum edital". A comunidade cultural sempre quer saber de editais novos, são recursos que vão sendo colocados. Tive uma decisão de dizer: "Não vou ficar abrindo editais sem pagar os anteriores". Eu abri edital agora, no meio do ano. Quer dizer, eu poderia estar abrindo desde fevereiro ou março. É um certo desgaste, porque as pessoas não querem saber muito por quê. Querem saber que tenha. Não é simples.
    Logo quando o senhor assumiu, em janeiro, houve um abaixo-assinado de museólogos, criticando a gestão centralizadora dos museus baianos...
    É, nós mudamos essa área de museus e colocamos uma professora aposentada da Ufba, Maria Célia Teixeira, uma pessoa com uma relação muito grande com as políticas nacionais, com o Ibram (Instituto Brasileiro de Museus), com a relação entre museus e educação... E colocamos, entre um dos pontos centrais nossos, para este ano, a criação do Instituto Baiano de Museus. Já fizemos discussão pública, o governador (Jaques Wagner) já aprovou, estamos ultimando o projeto pra mandar pra Casa Civil e, depois, pra Assembleia Legislativa.
    O que vai ser alterado? Os museólogos criticavam o antigo diretor de museus (Daniel Rangel)...
    Eles criticavam a política de museus...
    E também as exposições com altos valores, em detrimento de investimentos em outros museus...
    Exatamente, em detrimento de outros museus que não recebiam nada. Não me interessa ficar criticando para trás, não é positivo. Quero ir adiante. O Ibram tira os museus do âmbito do Ipac (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural). Quando eu assumi, fui conversar com Frederico Mendonça, o diretor do Ipac. A primeira coisa que ele me disse foi marcante: "Secretário, o Ipac são três". Mas, três como? "Temos a área de patrimônio, aquilo que deveria ser o Ipac, temos a área do Pelourinho cultural, pois somos responsáveis por toda a programação cultural do Pelourinho, que não é da competência específica do patrimônio, e nós temos os museus." Isso me marcou. Nós vamos restituir ao Ipac aquilo que é do Ipac. Tiramos essa área de programação do Pelourinho e criamos o Centro de Culturas Populares Identitárias.
    Esse centro passou a ser responsável, na secretaria, por toda a área identitária. As festas populares estão dentro desse centro. Fizemos uma reforma administrativa, pequena ainda, feita num ano que não tem muitos recursos. O orçamento é pequeno e tivemos que adaptar a reforma. Mas já apontou para algumas coisas. Estamos querendo mudar, depois, o Instituto Baiano de Museus. Nós temos um parque de museus, no Estado, seja de propriedade do Estado ou que estejam no Estado da Bahia, que precisa de um instituto que cuide especificamente da política de museus. Como aconteceu no plano nacional, no governo Lula, com o Ibram. Se a gente fizer isso, vai ser o primeiro instituto estadual de museus.
    Leia a segunda parte da entrevista:
    » "Carnaval de Salvador precisa ser democratizado", diz Albino Rubim 


    Fonte; Terra Magazine

    Edital secretaria municipal de meio ambiente‏


    Por: Ascom/Porto Seguro 
     
    A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Porto Seguro, convoca a sociedade civil organizada a apresentar representantes para compor o CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE, diante da necessidade de renovação para adequação à legislação vigente.
    Após a adequação, o conselho passará a ser paritário, devendo também ser o órgão consultivo do PARQUE MUNICIPAL MARINHO DE RECIFE DE FORA.
    As entidades interessadas deverão apresentar os seguintes documentos na Secretaria de Meio Ambiente até 05/07/2011:
    ·        CNPJ
    ·        Contrato social ou Ata de constituição.
    ·        Ata de posse da atual diretoria (para associações).
    ·        Carta de indicação de representante.
    ·        Documentos do representante.
    ·        Ficha de cadastro a ser preenchida na recepção da secretaria.

    Edital oferece apoio financeiro para criação de reservas particulares


    por Agência Brasil
    Evelyn Müller
    O Ministério do Meio Ambiente trabalha desde 1990 com o tema, por meio do ICMBio. Só o instituto criou mais de 570 RPPNs, sendo que 301 estão em áreas de Mata Atlântica
    Os proprietários rurais brasileiros têm até o próximo dia 20 para se inscrever no 10º Edital de Projetos do Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) da Mata Atlântica, que está oferecendo, este ano, apoio financeiro no valor de R$ 500 mil às melhores propostas para criação de reservas particulares e implementação de planos de manejo para essas unidades.

    O programa existe há oito anos e é coordenado pelas organizações não governamentais (ONGs) Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy (TNC, do nome em inglês).

    O responsável pela criação de RPPNs no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), José Luciano de Souza, disse nesta terça-feira (14/06) que a iniciativa das ONGs é positiva. “Quanto mais ações como essa da SOS Mata Atlântica tiver, melhor, porque estimulam outros proprietários a criar (reservas)”, disse.

    O Ministério do Meio Ambiente trabalha desde 1990 com esse tema, por meio do ICMBio. Só o instituto criou mais de 570 RPPNs, sendo que 301 estão em áreas de Mata Atlântica. Para a conservação do bioma, Souza disse que os editais são vitais.

    Apoio
    A coordenadora do programa de incentivo às RPPNs, Mariana Machado, disse que o projeto objetiva dar apoio financeiro e orientação técnica aos proprietários rurais que desejam transformar suas terras em reservas protegidas e não sabem como proceder para viabilizar essa meta.

    “A gente também tem apoiado a gestão dessas áreas. Não é só criar as reservas. Elas precisam ser geridas para que cumpram seus objetivos de conservação da biodiversidade e dos diversos serviços ambientais”, afirma. O edital anterior conseguiu apoiar a criação de 37 novas reservas, com recursos no montante de R$ 350 mil.

    Os resultados do edital serão divulgados 60 dias após o encerramento das inscrições. Os contratos serão assinados este ano e os produtores terão 12 meses para a execução dos projetos, que serão acompanhados em todo o processo pelas ONGs.

    Educadora FM 107.5 leva ao ar série inédita dedicada à poesia

    Educadora FM 107.5 leva ao ar série inédita dedicada à poesia

    O  projeto Minutos de Poesia é uma série inédita de programetes radiofônicos com declamações de poemas dos cincos continentes e de várias épocas, que serão veiculados pela Educadora FM 107.5  em dois horários: às 11h30 e às 23h30. Dirigido pelo ator Gideon Rosa e roteirizado por Paulo Trocolli, o projeto foi contemplado pelo Edital de Apoio à Produção de Programas Radiofônicos de 2010, do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), com um prêmio em dinheiro de R$ 65 mil. A programação prevê um vasto repertório, de Shakespeare ao cordel, passando por sonetos, haikais e baladas. A moderna poesia baiana também marcará presença, com a divulgação do trabalho de novos poetas.
    No elenco de Minutos de Poesia, estarão importantes vozes do teatro baiano, a exemplo de Harildo Déda, Yumara Rodrigues e o próprio Gideon, além do grupo Panacéia Delirante, formado por Camila Guilera, Jane Santa Cruz, Lara Couto, Lilith Marques e Milena Flick. A série será transmitida de segunda a sexta-feira ao longo de 52 semanas. Cada programete, de um total de 260, tem cinco minutos de duração.
    “Uma canção já é poesia musicada, mas este projeto agrega a possibilidade de presentear os ouvintes com um gênero que traz, por essência, outra dimensão de possibilidades no que diz respeito à emoção”, afirma Mário Sartorello, diretor da Rádio Educadora. “Além disso, consolida nosso propósito de apostar em novos formatos.”
    Fonte; Ascom/Secult

    FUNCEB/SecultBA lança edital Quarta que Dança 2011


    A 13ª edição do projeto traz novidades e disponibiliza R$ 100 mil para realização de 15 projetos de dança 

    Estão abertas até o dia 1º de agosto de 2011 as inscrições para a 13ª edição do Quarta que Dança, projeto promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), que visa à difusão da dança em suas diversas vertentes e ao estímulo à pesquisa e à produção coreográficas na Bahia. O certame vai selecionar 15 trabalhos com temática livre em quatro formatos (espetáculos, intervenções urbanas, dança de rua e trabalhos em processo de criação), representando um panorama contemporâneo da diversidade da dança no estado e incentivando a reflexão sobre temas atuais na área. O texto do edital, bem como seus anexos, pode ser consultado nos sites da FUNCEB ou da SecultBA.
    O projeto Quarta que Dança surgiu em 1998 e, ao longo destes anos, proporcionou a montagem de mais de 150 apresentações de variados grupos e propostas artísticas. Em 2007, as inscrições passaram a ser feitas exclusivamente via edital, em duas categorias – além dos tradicionais espetáculos de dança, deu-se espaço para os trabalhos em processo de criação, com objetivo de estimular o debate em torno dos processos construtivos. No ano seguinte, 2008, as outras duas categorias foram criadas: intervenção urbana e dança de rua, ampliando as possibilidades estéticas abrigadas e levando o Quarta que Dança também para as ruas da cidade.
    Dentre as novidades do Quarta que Dança 2011, está o fato de que cada proposta selecionada irá realizar três apresentações, com valor de ingresso de R$ 2 (inteira), em espaços culturais diferentes: as que forem provenientes de Salvador serão escaladas para a Sala do Coro do Teatro Castro Alves, Espaço Xisto Bahia, Cine-Teatro Plataforma, Espaço Cultural Alagados ou Cine-Teatro Solar Boa Vista; as oriundas do interior da Bahia farão uma apresentação em um destes centros localizados na capital e as outras duas, em dois municípios distintos do seu Território de Identidade de origem. Já os trabalhos de intervenção urbana e de dança de rua acontecem ao ar livre, durante o dia, em espaços públicos. Todas as apresentações vão ocorrer entre os meses de setembro e dezembro deste ano, sempre às quartas-feiras.
    Antes, cada projeto fazia apenas uma apresentação na Sala do Coro do TCA. Com a mudança, o Quarta que Dança diversifica seus circuitos de atuação, ampliando o alcance e a acessibilidade de públicos distintos. Também com isso, o cachê ofertado aos contemplados cresce, fazendo o total de recursos financeiros disponibilizado aumentar – serão R$ 100 mil assim distribuídos: sete espetáculos (cada um recebendo cachê total de R$ 8 mil); duas intervenções urbanas e dois trabalhos de dança de rua (cada um com cachê total de R$ 6 mil); e quatro trabalhos em processo de criação (cada um com cachê total de R$ 5 mil). Na edição 2009/2010, o montante concedido foi de R$ 82 mil; em 2008, foi de R$ 76 mil.
    Inscrições – Podem participar da seleção pessoas jurídicas do campo artístico-cultural ou pessoas físicas, maiores de 18 anos, brasileiros natos ou naturalizados, além de estrangeiros com situação de permanência legalizada, estabelecidas ou domiciliadas na Bahia. As inscrições são efetivadas tanto presencialmente, na sede da FUNCEB, em Salvador/BA, de segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas, quanto por via postal, através do serviço Sedex com Aviso de Recebimento.
    Fonte; Ascom/Secult