Recurso será aplicado em bibliotecas públicas, comunitárias e pontos de leitura, em parceria com o Governo da estado
O Ministério da Cultura e o Governo da Bahia estão investindo R$ 11,85 milhões em bibliotecas no estado. As ações do Programa Mais Cultura contemplarão a modernização de 100 bibliotecas públicas municipais e a premiação de 283 iniciativas da sociedade civil, entre pontos de leitura e bibliotecas comunitárias. Os editais foram lançados em 1º de julho, e as inscrições ficam abertas até 14 de agosto (clique aqui).
Os investimentos fazem parte do Programa Mais Cultura, em uma ação federativa – em que o recurso do MinC é descentralizado para estados e municípios, que entram com contrapartida. Do total, R$ 7 milhões serão do MinC e o restante do governo estadual. A ação é uma das estratégias do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) visando a democratização do acesso ao livro e a formação leitora.
“Para nós, do MinC, a biblioteca tem de ser um espaço público dinâmico, um centro cultural identificado com a formação leitora. Por conta disso que lançamos os editais descentralizados, visando transformar os espaços leitores existentes hoje”, diz Fabiano dos Santos Piúba, diretor de Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura.
A maior parte dos recursos será para a modernização de 100 bibliotecas públicas municipais: R$ 5,5 milhões. Os recursos serão aplicados na compra de acervo, mobiliários, equipamentos e computadores. A seleção das bibliotecas é feita pelo poder público local e coordenada pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas.
O investimento será também para premiar ações de incentivo ao livro e leitura, por meio de editais públicos. Serão premiadas 260 iniciativas da sociedade civil que desenvolvam projetos na área de livro e leitura – os chamados Pontos de Leitura -, no valor de R$ 20 mil.
Outros R$ 1,15 milhão serão aplicados para a premiação de 23 bibliotecas comunitárias. As iniciativas selecionadas receberão um prêmio de R$ 50 mil para a aquisição de acervo, equipamentos e mobiliário, apoio à programação cultural e reforma do espaço físico.
Os editais encontram-se nos sites do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br) e do Programa Mais Cultura (http://mais.cultura.gov.br).
Fopnte; Minc
Agência de Notícias sobre instituições, projetos e programas sociais, culturais e ambientais.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Secretaria de Cultura realiza encontros para discutir os editais do Programa Mais Cultura
Representantes da Secretaria de Cultura do Estado – SecultBA, se encontram com a comunidade para tirar dúvidas dos interessados na inscrições de projetos culturais dos Editais Mais Cultura. O primeiro encontro aconteceu em Salvador no sábado (17/07), na Casa da Música, em Itapuã, e hoje estará sendo realizado no município de Lauro de Freitas (19/07), no Centro Comunitário da cidade. Salvador volta a receber o encontro na próxima quinta-feira (dia 22), no Centro Social Urbano, em Mussurunga, e no 7 de agosto, no Cine Teatro Solar Boa Vista. Outros municípios baianos também receberão os encontros, como Salinas das Margaridas (30/07), Candeias (02/08) e São Sebastião do Passé (03/08).
Os Editais Mais Cultura contemplam projetos nas áreas de leitura, bibliotecas comunitárias, e salas de audiovisual e estão com inscrições abertas até 16 de agosto. Ao todo, os editais irão investir cerca de R$ 7,25 milhões na Bahia com 2/3 de recursos do MinC e 1/3 do Governo do Estado.
INFORMAÇÕES DOS EDITAIS
Edital Cine Mais Cultura - Contemplará até 60 propostas de projetos voltados para o audiovisual. Os vencedores receberão kit de projeção digital (tela, projetor, sistema de som, DVD player e microfone sem fio), filmes e vídeos brasileiros em DVD além de receberem capacitação para dois representantes de cada proposta, no valor estimado de R$ 15 mil. O total do investimento é de R$ 900 mil.
Pontos de Leitura - O Prêmio Mais Cultura de Pontos de Leitura é destinado a pessoas físicas e/ou jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, com comprovada experiência e atuação, há pelo menos um ano, com propostas culturais, sociais e/ou educacionais relacionadas ao fortalecimento, estímulo e fomento da leitura no Brasil, conforme os objetivos do Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura. O Edital selecionará 260 iniciativas culturais em todo o estado prevendo cotas para cada um dos 26 Territórios de Identidade em um percentual correspondente ao nº de município dos territórios e nº de habitantes. Cada premiado receberá o apoio no valor de R$ 20 mil, totalizando um investimento de R$ 5,2 milhões.
Bibliotecas Comunitárias
O Prêmio Mais Cultura de Bibliotecas Comunitárias é destinado a instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, com comprovada experiência em projetos socioculturais e que tem atuação como Bibliotecas Comunitárias há pelo menos um ano. O Edital premiará 23 (vinte e três) iniciativas culturais, realizadas por instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atuam como Bibliotecas Comunitárias, com ações de fortalecimento, estímulo e fomento da leitura.
O conceito de Biblioteca Comunitária é de um espaço físico criado e mantido por iniciativa da comunidade, sem intervenção do poder público. Além disso, é necessário possuir acervo bibliográfico multidisciplinar e minimamente organizado e ter por objetivo ampliar o acesso da comunidade à informação, ao livro e à leitura. Para se inscrever a entidade deve prever em estatuto ações desta natureza. Cada instituição selecionada receberá o prêmio no valor de R$ 50 mil, totalizando um investimento de R$ 1,150 (um milhão, cento e cinqüenta mil reais).
SERVIÇO
O quê: Encontro Editais Mais Cultura
LAURO DE FREITAS
Local:Centro Comunitário de Lauro de Freitas
Data: 19/07 (HOJE) - das 19 às 22h
SALVADOR
Local: Centro Social Urbano (Mussurunga)
Data: 22/07 - das 9h às 12h
Local: Cine Teatro Solar Boa Vista
Data:07/08 - das 14 às 18h
CAMAÇARI
Local: Cidade do Saber
Data: 29/07 - das 9 às 12h
30/07 - das 14 às 18h
SALINAS DAS MARGARIDAS
Local: A confirmar
Data: 30/07 - das 14:30 às 17:30
CANDEIAS
Local:Casa da Cultura
Data: 02/08 - das 8 às 12h
SÃO SEBASTIÃO DO PASSÉ
Local:A confirmar
Data: 03/08 - das 10 às 13h
Fonte: Secult - ascom@cultura.ba.gov.br
Os Editais Mais Cultura contemplam projetos nas áreas de leitura, bibliotecas comunitárias, e salas de audiovisual e estão com inscrições abertas até 16 de agosto. Ao todo, os editais irão investir cerca de R$ 7,25 milhões na Bahia com 2/3 de recursos do MinC e 1/3 do Governo do Estado.
INFORMAÇÕES DOS EDITAIS
Edital Cine Mais Cultura - Contemplará até 60 propostas de projetos voltados para o audiovisual. Os vencedores receberão kit de projeção digital (tela, projetor, sistema de som, DVD player e microfone sem fio), filmes e vídeos brasileiros em DVD além de receberem capacitação para dois representantes de cada proposta, no valor estimado de R$ 15 mil. O total do investimento é de R$ 900 mil.
Pontos de Leitura - O Prêmio Mais Cultura de Pontos de Leitura é destinado a pessoas físicas e/ou jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, com comprovada experiência e atuação, há pelo menos um ano, com propostas culturais, sociais e/ou educacionais relacionadas ao fortalecimento, estímulo e fomento da leitura no Brasil, conforme os objetivos do Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura. O Edital selecionará 260 iniciativas culturais em todo o estado prevendo cotas para cada um dos 26 Territórios de Identidade em um percentual correspondente ao nº de município dos territórios e nº de habitantes. Cada premiado receberá o apoio no valor de R$ 20 mil, totalizando um investimento de R$ 5,2 milhões.
Bibliotecas Comunitárias
O Prêmio Mais Cultura de Bibliotecas Comunitárias é destinado a instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, com comprovada experiência em projetos socioculturais e que tem atuação como Bibliotecas Comunitárias há pelo menos um ano. O Edital premiará 23 (vinte e três) iniciativas culturais, realizadas por instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atuam como Bibliotecas Comunitárias, com ações de fortalecimento, estímulo e fomento da leitura.
O conceito de Biblioteca Comunitária é de um espaço físico criado e mantido por iniciativa da comunidade, sem intervenção do poder público. Além disso, é necessário possuir acervo bibliográfico multidisciplinar e minimamente organizado e ter por objetivo ampliar o acesso da comunidade à informação, ao livro e à leitura. Para se inscrever a entidade deve prever em estatuto ações desta natureza. Cada instituição selecionada receberá o prêmio no valor de R$ 50 mil, totalizando um investimento de R$ 1,150 (um milhão, cento e cinqüenta mil reais).
SERVIÇO
O quê: Encontro Editais Mais Cultura
LAURO DE FREITAS
Local:Centro Comunitário de Lauro de Freitas
Data: 19/07 (HOJE) - das 19 às 22h
SALVADOR
Local: Centro Social Urbano (Mussurunga)
Data: 22/07 - das 9h às 12h
Local: Cine Teatro Solar Boa Vista
Data:07/08 - das 14 às 18h
CAMAÇARI
Local: Cidade do Saber
Data: 29/07 - das 9 às 12h
30/07 - das 14 às 18h
SALINAS DAS MARGARIDAS
Local: A confirmar
Data: 30/07 - das 14:30 às 17:30
CANDEIAS
Local:Casa da Cultura
Data: 02/08 - das 8 às 12h
SÃO SEBASTIÃO DO PASSÉ
Local:A confirmar
Data: 03/08 - das 10 às 13h
Fonte: Secult - ascom@cultura.ba.gov.br
segunda-feira, 19 de julho de 2010
REUNIÃO MAIS CULTURA
No próximo dia 22 de julho, quinta-feira, às 9h, no Centro Social Urbano de Mussurunga-Salvador/Bahia acontece uma mobilização cultural com os Coletivos e Pontos de Cultura. Na pauta, diálogo e capacitação para os novos editais da Secult em convênio com o MInC e promoção de um debate sobre a importância da organização Institucional dos grupos artísticos culturais.
Na oportunidade será distribuída uma cartilha desenvolvida com o passo-a-passo para formalização dos grupos.
Expediente:
REUNIÃO MAIS CULTURA EM MUSSURUNGA
QUANDO: 22 DE JULHO 2010
QUE HORAS: 9H
ONDE: CENTRO SOCIAL URBANO DE MUSSURUNGA
Na oportunidade será distribuída uma cartilha desenvolvida com o passo-a-passo para formalização dos grupos.
Expediente:
REUNIÃO MAIS CULTURA EM MUSSURUNGA
QUANDO: 22 DE JULHO 2010
QUE HORAS: 9H
ONDE: CENTRO SOCIAL URBANO DE MUSSURUNGA
terça-feira, 6 de julho de 2010
Competências de um jornalista
David Brewer, jornalista com mais de 30 anos de experiência na área profissional, tendo trabalhado na BBC News Online, CNN.com Europe, Middle East and Africa, CNNArabic.com e Al Jazeera English, partilhou alguns “segredos” de profissão no Media Helping Media (MHM).
Essas dicas, são competências diversas que o jornalista deve desenvolver durante seu processo formativo inicial, em atividade enquanto profissional e ao longo de toda a vida. Veja as 50 dicas:
1. Ser jornalista é uma vocação, não um trabalho;
2. Você nasceu com um senso de notícias, esse não pode ser ensinado;
3. Seu dever é o de fiscalizar o executivo, sendo uma tocha que brilha em locais escuros;
4. Todos devem ser jornalistas investigativos;
5. Você está de plantão 24 horas por dia x 7 dias por semana;
6. Não espere que as histórias lhe sejam dadas, seu trabalho é encontrá-las;
7. Seu trabalho é fazer perguntas, informações de pesquisa e descobrir fatos e, em seguida, entregar esses fatos para o público da forma mais eficaz;
8. Viva a sua vida pela regra de que “se não fosse por você, o mundo nunca teria conhecido’; 9. Trabalhar sempre na sua própria investigação e chegar a algo original;
10. Não viva a ‘vida por um fio’;
11. Não seja competitivo, tendo sempre o objetivo de estar à frente, encontrando suas próprias histórias e ângulos;
12. Sempre verifique outras histórias, pois pode haver uma notícia melhor (perda de emprego ou más notícias), que podem ser de maior interesse para o público;
13. Transmita informações e publique para o seu público, não para sua própria glória ou a aprovação dos seus pares;
14. Cuide, nutra e alimente os contatos;
15. Aplique o mesmo rigor jornalístico para aqueles com quem você concorda;
16. Você não tem favoritos;
17. Não faça negócios;
18. Não aceite presentes, esses geralmente acabam um dia em sua porta;
19. Não faça exceções;
20. Respeite a privacidade;
21. Tome notas e mantenha-as seguras;
22. Olhe para atrás de você, quando estiver refazendo os passos;
23. Conheça os fatos;
24. Conheça os seus limites;
25. Verifique e, verifique novamente;
26. Tenha cuidado com o pensamento, principalmente o que escreveu e o que você acha que escreveu;
27. Sempre obtenha uma segunda opinião para verificar a sua escrita, mesmo que essa pessoa não seja um jornalista;
28. Resista à pressão de trabalho de fazer uma boa introdução ou um título sensacionalista, se a história é ruim em outras partes;
29. Deixe uma nota ao sair disfarçado, só para o caso de…;
30. Mantenha um diário de histórias cobertas e acompanhamentos, em média por três meses, se a história valer a pena, é provavelmente que valha a pena acompanhar;
31. Manter cópias de todos os e-mails, textos, datas de telefonemas e não se esqueça nunca de utilizar um notebook quando estiver a distância;
32. Confie nos seus instintos quando pesquisando, mas atenha-se aos fatos quanto a transmissão ou a publicação;
33. Verifique nas ruas “quando houver um incêndio na rua principal”;
34. Perceba que um político sempre terá um script preparado;
35. Preste atenção naqueles que gostariam de vê-lo comprometido;
36. Faça um acordo com seus próprios motivos, gostos, desgostos, sentimentos, crenças; eles não devem ter impacto na prestação de um jornalismo equilibrado, imparcial e objetivo;
37. Não coloque entrevistados em perigo;
38. Respeite a propriedade intelectual, mesmo quando partir de um comentário de conteúdo gerado pelo usuário e sempre reconhece-o;
39. Nunca use “terá que esperar e ver” ou “o tempo vai dizer,” se você não sabe como a história vai acabar;
40. Nunca diga “a vítima não foi identificada’, pois ela tem identificação desde o nascimento; o que se quer dizer é “a polícia não disponibilizou o nome da vítima”;
41. Mais do que = quantidade, mas = sobre;
42. Não use palavras longas quando palavras curtas terão melhor resultado;
43. Evite cláusulas que podem complicar e obscurecer as informações que você está tentando transmitir;
44. Transmita uma sensação de urgência, apenas quando é conveniente, mas seja honesto e não inflacione a importância, se a notícia não merecer;
45. Nunca “adoçar” uma notícia com respeito, se não for devido;
46. As pessoas nunca são evacuadas de edifícios, mas intestinos são evacuados;
47. Seja sensível ao bater na porta das vítimas, algumas vão querer convidá-lo para uma xícara de chá, mostrar fotos da família e, outros irão soltar os cachorros em você;
48. Os boatos são úteis como visualizadores (heads-up) de uma história em potencial, mas eles não são notícia até que sejam verificadas;
49. Seja profundo e garanta que o seu trabalho está no local, mas não tome tempo demais polindo a notícia, existem pessoas lá fora que precisam saber sobre os fatos que você descobriu;
50. Sempre garanta a sua volta (compre uma bebida no bar).
Essas dicas, são competências diversas que o jornalista deve desenvolver durante seu processo formativo inicial, em atividade enquanto profissional e ao longo de toda a vida. Veja as 50 dicas:
1. Ser jornalista é uma vocação, não um trabalho;
2. Você nasceu com um senso de notícias, esse não pode ser ensinado;
3. Seu dever é o de fiscalizar o executivo, sendo uma tocha que brilha em locais escuros;
4. Todos devem ser jornalistas investigativos;
5. Você está de plantão 24 horas por dia x 7 dias por semana;
6. Não espere que as histórias lhe sejam dadas, seu trabalho é encontrá-las;
7. Seu trabalho é fazer perguntas, informações de pesquisa e descobrir fatos e, em seguida, entregar esses fatos para o público da forma mais eficaz;
8. Viva a sua vida pela regra de que “se não fosse por você, o mundo nunca teria conhecido’; 9. Trabalhar sempre na sua própria investigação e chegar a algo original;
10. Não viva a ‘vida por um fio’;
11. Não seja competitivo, tendo sempre o objetivo de estar à frente, encontrando suas próprias histórias e ângulos;
12. Sempre verifique outras histórias, pois pode haver uma notícia melhor (perda de emprego ou más notícias), que podem ser de maior interesse para o público;
13. Transmita informações e publique para o seu público, não para sua própria glória ou a aprovação dos seus pares;
14. Cuide, nutra e alimente os contatos;
15. Aplique o mesmo rigor jornalístico para aqueles com quem você concorda;
16. Você não tem favoritos;
17. Não faça negócios;
18. Não aceite presentes, esses geralmente acabam um dia em sua porta;
19. Não faça exceções;
20. Respeite a privacidade;
21. Tome notas e mantenha-as seguras;
22. Olhe para atrás de você, quando estiver refazendo os passos;
23. Conheça os fatos;
24. Conheça os seus limites;
25. Verifique e, verifique novamente;
26. Tenha cuidado com o pensamento, principalmente o que escreveu e o que você acha que escreveu;
27. Sempre obtenha uma segunda opinião para verificar a sua escrita, mesmo que essa pessoa não seja um jornalista;
28. Resista à pressão de trabalho de fazer uma boa introdução ou um título sensacionalista, se a história é ruim em outras partes;
29. Deixe uma nota ao sair disfarçado, só para o caso de…;
30. Mantenha um diário de histórias cobertas e acompanhamentos, em média por três meses, se a história valer a pena, é provavelmente que valha a pena acompanhar;
31. Manter cópias de todos os e-mails, textos, datas de telefonemas e não se esqueça nunca de utilizar um notebook quando estiver a distância;
32. Confie nos seus instintos quando pesquisando, mas atenha-se aos fatos quanto a transmissão ou a publicação;
33. Verifique nas ruas “quando houver um incêndio na rua principal”;
34. Perceba que um político sempre terá um script preparado;
35. Preste atenção naqueles que gostariam de vê-lo comprometido;
36. Faça um acordo com seus próprios motivos, gostos, desgostos, sentimentos, crenças; eles não devem ter impacto na prestação de um jornalismo equilibrado, imparcial e objetivo;
37. Não coloque entrevistados em perigo;
38. Respeite a propriedade intelectual, mesmo quando partir de um comentário de conteúdo gerado pelo usuário e sempre reconhece-o;
39. Nunca use “terá que esperar e ver” ou “o tempo vai dizer,” se você não sabe como a história vai acabar;
40. Nunca diga “a vítima não foi identificada’, pois ela tem identificação desde o nascimento; o que se quer dizer é “a polícia não disponibilizou o nome da vítima”;
41. Mais do que = quantidade, mas = sobre;
42. Não use palavras longas quando palavras curtas terão melhor resultado;
43. Evite cláusulas que podem complicar e obscurecer as informações que você está tentando transmitir;
44. Transmita uma sensação de urgência, apenas quando é conveniente, mas seja honesto e não inflacione a importância, se a notícia não merecer;
45. Nunca “adoçar” uma notícia com respeito, se não for devido;
46. As pessoas nunca são evacuadas de edifícios, mas intestinos são evacuados;
47. Seja sensível ao bater na porta das vítimas, algumas vão querer convidá-lo para uma xícara de chá, mostrar fotos da família e, outros irão soltar os cachorros em você;
48. Os boatos são úteis como visualizadores (heads-up) de uma história em potencial, mas eles não são notícia até que sejam verificadas;
49. Seja profundo e garanta que o seu trabalho está no local, mas não tome tempo demais polindo a notícia, existem pessoas lá fora que precisam saber sobre os fatos que você descobriu;
50. Sempre garanta a sua volta (compre uma bebida no bar).
Cadastro dos Pontos de Cultura
O Minc está implementando um sistema de cadastro unificado de iniciativas culturais e até dia 15 de Julho de 2010 estaremos recebendo sugestões sobre os campos do cadastro. Para participar, clique no quadro abaixo em Cadastro de Iniciativas Culturais ou Cadastro de Usuários e siga as instruções.
Doido Lelé ganha prêmio em Florianópolis
Doido Lelé ganha prêmio em Florianópolis
O curta-metragem Doido Lelé foi premiado mais uma vez: depois dos Festivais de Canoa Quebrada, Maringá, Bahia Afro Film Festival, Curtamazônia, Paraná e do próprio concurso do Minc que deu origem ao filme, ele foi eleito – por júri popular – como Melhor Filme da 9ª Mostra de Cinema Infantil (Florianópolis – SC). A Mostra, na qual concorreram 73 curtas de 14 estados, foi encerrada no domingo (04/07), com show do ex-titã Arnaldo Antunes.
Doido Lelé – Primeiro curta-metragem (profissional) de ficção da cineasta e jornalista baiana Ceci Alves. Ela assina a direção e o roteiro, cuja inspiração veio da história do próprio pai. O filme conta a história de Caetano, menino negro que sonha em ser cantor de rádio, na década de 50, e que uma noite, foge de casa para participar de um programa de calouros. A próxima de Doido Lelé é no CINEME-SE (Festival da Experiência do Cinema), no dia 15/07, em Santos (SP).
Na foto: Ceci Alves e Napoleão Cunha, o "sonidista" do filme, no set de filmagem (Auditório da Escola de Música da UCSal). Fotos: Elói Côrrea
O curta-metragem Doido Lelé foi premiado mais uma vez: depois dos Festivais de Canoa Quebrada, Maringá, Bahia Afro Film Festival, Curtamazônia, Paraná e do próprio concurso do Minc que deu origem ao filme, ele foi eleito – por júri popular – como Melhor Filme da 9ª Mostra de Cinema Infantil (Florianópolis – SC). A Mostra, na qual concorreram 73 curtas de 14 estados, foi encerrada no domingo (04/07), com show do ex-titã Arnaldo Antunes.
Doido Lelé – Primeiro curta-metragem (profissional) de ficção da cineasta e jornalista baiana Ceci Alves. Ela assina a direção e o roteiro, cuja inspiração veio da história do próprio pai. O filme conta a história de Caetano, menino negro que sonha em ser cantor de rádio, na década de 50, e que uma noite, foge de casa para participar de um programa de calouros. A próxima de Doido Lelé é no CINEME-SE (Festival da Experiência do Cinema), no dia 15/07, em Santos (SP).
Na foto: Ceci Alves e Napoleão Cunha, o "sonidista" do filme, no set de filmagem (Auditório da Escola de Música da UCSal). Fotos: Elói Côrrea
Rádios online crescem
A moda das redes sociais e o dinamismo de smartphones e iPads estão forçando uma revolução naqueles pobres players antigos, que simplesmente tocavam música. Parte da culpa por este fenômeno é das rádios online – que, apesar de já estarem presentes na rede há alguns anos, têm se reinventado bastante nos últimos tempos.
É o caso da Rádio UOL, uma das primeiras rádios online do Brasil. Quase dez anos após sua estreia no “dial virtual”, em 2000, ela sofreu uma repaginada ano passado. Agora, as playlists e os programas podem ser compartilhados via Orkut, Twitter e Facebook, de onde, inclusive, a rádio emprestou o botão “curtir”, que coloca as faixas favoritas do ouvinte diretamente em sua página na rede social. Com mais de cem canais, que vão da bossa nova às coletâneas, passando pelo indie rock e o axé, a rádio é uma das mais plurais da rede. Abrangência e interatividade são as palavras chave para o negócio, segundo o diretor de Showbiz da Uol, o norueguês Jan Fjeld:
- O grande lance da rádio online é que ela pode ter tudo, e o usuário vai segmentar do jeito que quiser.
- A internet tem esse poder de segmentação on time, que é importante para manter contato com o nosso público, que é jovem de espírito, antenado e irreverente e, por isso, divide opiniões e experiências de forma instantânea.
Praticidade é mais uma na lista de palavras importantes para explicar o crescimento do consumo das rádios online.
As rádios exclusivas de internet podem ter uma autonomia artística muito maior que uma rádio de dial com pressão comercial. Elas podem atender nichos específicos de música. Além disso, esse movimento de interatividade e compartilhamento é extremamente válido.
Mas se o consumo está consolidado e as atualizações para atender às demandas vêm dando certo, a parte financeira é o fator que corre por fora. Como ganhar dinheiro com publicidade nas rádios online é a pergunta que permanece no ar.
Clique aqui e leia a matéria na íntegra.
Fonte; Cultura e Mercado
É o caso da Rádio UOL, uma das primeiras rádios online do Brasil. Quase dez anos após sua estreia no “dial virtual”, em 2000, ela sofreu uma repaginada ano passado. Agora, as playlists e os programas podem ser compartilhados via Orkut, Twitter e Facebook, de onde, inclusive, a rádio emprestou o botão “curtir”, que coloca as faixas favoritas do ouvinte diretamente em sua página na rede social. Com mais de cem canais, que vão da bossa nova às coletâneas, passando pelo indie rock e o axé, a rádio é uma das mais plurais da rede. Abrangência e interatividade são as palavras chave para o negócio, segundo o diretor de Showbiz da Uol, o norueguês Jan Fjeld:
- O grande lance da rádio online é que ela pode ter tudo, e o usuário vai segmentar do jeito que quiser.
- A internet tem esse poder de segmentação on time, que é importante para manter contato com o nosso público, que é jovem de espírito, antenado e irreverente e, por isso, divide opiniões e experiências de forma instantânea.
Praticidade é mais uma na lista de palavras importantes para explicar o crescimento do consumo das rádios online.
As rádios exclusivas de internet podem ter uma autonomia artística muito maior que uma rádio de dial com pressão comercial. Elas podem atender nichos específicos de música. Além disso, esse movimento de interatividade e compartilhamento é extremamente válido.
Mas se o consumo está consolidado e as atualizações para atender às demandas vêm dando certo, a parte financeira é o fator que corre por fora. Como ganhar dinheiro com publicidade nas rádios online é a pergunta que permanece no ar.
Clique aqui e leia a matéria na íntegra.
Fonte; Cultura e Mercado
BLUES FREE SALVADOR
Iniciando uma nova temporada nas quartas-feiras de julho no bar ALI DO LADO, a banda ÁGUA SUJA da continuidade ao projeto BLUES FOR SALVADOR, sempre trazendo convidados especiais, buscando uma atmosfera “bluesy” e a descontração das “Jam Sessions”. Só que desta vez, o grupo preparou uma “big” surpresa para os adeptos do som do Mississipi: os shows serão GRATUITOS, ou seja, sem Couvert Artístico.
A iniciativa vem da parceria do ALI DO LADO com o músico JERRY MARLON, a fim de promover música de qualidade ao público, resgatando a energia, a descontração e a espontaneidade típicas dos encontros de blues.
O Evento terá inicio no próximo dia 07.07 (quarta-feira) e contará com as participações do cantor/compositor e guitarrista MARCOS CLEMENT que faz Tributo a RAUL SEIXAS com a banda Arapuka. Aproveitando assim para homenagear o grande roqueiro baiano. E do baixista OCTÁVIO AMÉRICO, conceituado músico que fez parte do Mar Revolto, influente banda baiana dos anos 70, além do Blues Anônimus grupo pioneiro na cidade. Ao longo do mês diversos convidados passarão pelo palco do projeto.
A anfitriã ÁGUA SUJA, tem na sua formação Jerry Marlon no baixo, o guitarrista e vocal Oyama Bittencourt, o gaitista Luiz Rocha e o norte-americano Brian Knave na bateria. Todos, músicos experientes e com vasto currículo musical. O repertório vai do blues tradicional, passando belo R&B, soul music, country, chegando até o bom e velho rock’n’roll.
O Ali do Lado é um boteco charmoso com uma saborosa culinária, ambiente descontraído e com cerveja geladíssima e bem barata, que é um dos principais atrativos do local. O espaço também dispõe de exibições de vídeos e público descolado.
Cheguem cedo e garantam seus lugares, pois, a casa possui limite de lotação. Long Live Blues!!!
* Serviços:
O QUE?
BLUES FOR SALVADOR - FREE
COM QUEM?
ÁGUA SUJA & JAM SESSION
07/07/10 – Convidados: Marcos Clement (Banda Arapuka) e Octávio Américo
ONDE?
ALI DO LADO
Praia da Paciência, 355 – Rio Vermelho
QUANDO?
07, 14, 21, 28 de Julho (quarta-feira)
HORAS?
21H
QUANTO?
GRÁTIS
INFORMAÇÕES?
http://aguasuja.ning.com/
angelapereira_2003@hotmail.com
71 9957-4663 /9957-4653
A iniciativa vem da parceria do ALI DO LADO com o músico JERRY MARLON, a fim de promover música de qualidade ao público, resgatando a energia, a descontração e a espontaneidade típicas dos encontros de blues.
O Evento terá inicio no próximo dia 07.07 (quarta-feira) e contará com as participações do cantor/compositor e guitarrista MARCOS CLEMENT que faz Tributo a RAUL SEIXAS com a banda Arapuka. Aproveitando assim para homenagear o grande roqueiro baiano. E do baixista OCTÁVIO AMÉRICO, conceituado músico que fez parte do Mar Revolto, influente banda baiana dos anos 70, além do Blues Anônimus grupo pioneiro na cidade. Ao longo do mês diversos convidados passarão pelo palco do projeto.
A anfitriã ÁGUA SUJA, tem na sua formação Jerry Marlon no baixo, o guitarrista e vocal Oyama Bittencourt, o gaitista Luiz Rocha e o norte-americano Brian Knave na bateria. Todos, músicos experientes e com vasto currículo musical. O repertório vai do blues tradicional, passando belo R&B, soul music, country, chegando até o bom e velho rock’n’roll.
O Ali do Lado é um boteco charmoso com uma saborosa culinária, ambiente descontraído e com cerveja geladíssima e bem barata, que é um dos principais atrativos do local. O espaço também dispõe de exibições de vídeos e público descolado.
Cheguem cedo e garantam seus lugares, pois, a casa possui limite de lotação. Long Live Blues!!!
* Serviços:
O QUE?
BLUES FOR SALVADOR - FREE
COM QUEM?
ÁGUA SUJA & JAM SESSION
07/07/10 – Convidados: Marcos Clement (Banda Arapuka) e Octávio Américo
ONDE?
ALI DO LADO
Praia da Paciência, 355 – Rio Vermelho
QUANDO?
07, 14, 21, 28 de Julho (quarta-feira)
HORAS?
21H
QUANTO?
GRÁTIS
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2º Congresso Internacional da Religião e Cultura Yoruba
Estão abertas, até o dia 10 de julho, as inscrições para o 2º Congresso Internacional da Cultura e Religião Yorubá: o retorno a terra-mãe. O evento acontecerá de 21a 25 de julho, em Belo Horizonte e Nova Lima.
A proposta do Congresso Yorubá é promover o diálogo em combate ao racismo e a transmissão de informações em prol do conhecimento da cultura yorùbá e afro-brasileira, além de facilitar o intercâmbio cultural e religioso e resgatar fatos históricos brasileiros e africanos da costa ocidental, entre outros.
Yorubá
A cultura yorubá é uma das influências formadoras da sociedade brasileira. Porém com a entrada de africanos escravizados no Brasil, houve uma grande mistura de culturas distintas. Todas elas fundiram-se dando origem à cultura brasileira. “Nosso objetivo primordial é desmistificar essas influências e deixar à mostra a cultura yorubá, apresentando suas particularidades, formas de expressão e como tudo está intrínseco à cultura brasileira”, diz o programa do Congresso.
Os interessados devem realizar suas inscrições, que são gratuitas, no site do Instituto de Arte e Cultura Yorùbá. Para saber mais, acesse http://institutoyoruba.org/
Fonte; Cultura e Mercado
A proposta do Congresso Yorubá é promover o diálogo em combate ao racismo e a transmissão de informações em prol do conhecimento da cultura yorùbá e afro-brasileira, além de facilitar o intercâmbio cultural e religioso e resgatar fatos históricos brasileiros e africanos da costa ocidental, entre outros.
Yorubá
A cultura yorubá é uma das influências formadoras da sociedade brasileira. Porém com a entrada de africanos escravizados no Brasil, houve uma grande mistura de culturas distintas. Todas elas fundiram-se dando origem à cultura brasileira. “Nosso objetivo primordial é desmistificar essas influências e deixar à mostra a cultura yorubá, apresentando suas particularidades, formas de expressão e como tudo está intrínseco à cultura brasileira”, diz o programa do Congresso.
Os interessados devem realizar suas inscrições, que são gratuitas, no site do Instituto de Arte e Cultura Yorùbá. Para saber mais, acesse http://institutoyoruba.org/
Fonte; Cultura e Mercado
Circuito das Artes
Salvador será a capital nacional das artes plásticas de 10 a 25 de julho com... a realização da quarta edição do Circuito das Artes. Durante o evento, artistas consagrados e iniciantes vão expor seus trabalhos - pinturas, esculturas, desenho, gravuras, cerâmica, fotografia - em pequenos formatos (30X30 cm) em dez espaços integrantes do Circuito: Galeria ACBEU, Goethe-Institut (ICBA), Palácio da Aclamação, Palacete das Artes, SaladeArte do Museu Geológico, Sala de Arte do MAM, Aliança Francesa, MAB, Museu Carlos Costa Pinto e Escola de Belas Artes da UFBa.
A abertura será nessa sábado, dia 10, às 16 horas, simultaneamente em todos os espaços. O Circuito das Artes representa um painel do que acontece nas artes plásticas da Bahia e pretende incentivar o mercado de arte. A realização é da Galeria ACBEU. Quem assina a coordenação geral do Circuito é Eneida Sanches e a curadoria é de Rita Camara. Dentre os artistas que vão participar nomes como o de Sante Scaldaferri, Justino Marinho, Zau Pimentel, Cesar Romero, Bel Borba e Vauluizo Bezerra e, dentre os mais novos, Davi Caramelo, Andréa May, Z.Mário, Clara Domingas e Zé de Rocha.
A abertura será nessa sábado, dia 10, às 16 horas, simultaneamente em todos os espaços. O Circuito das Artes representa um painel do que acontece nas artes plásticas da Bahia e pretende incentivar o mercado de arte. A realização é da Galeria ACBEU. Quem assina a coordenação geral do Circuito é Eneida Sanches e a curadoria é de Rita Camara. Dentre os artistas que vão participar nomes como o de Sante Scaldaferri, Justino Marinho, Zau Pimentel, Cesar Romero, Bel Borba e Vauluizo Bezerra e, dentre os mais novos, Davi Caramelo, Andréa May, Z.Mário, Clara Domingas e Zé de Rocha.
EXPOSIÇÃO LUANDA, SUAVE E FRENÉTICA 2
Dentro das atividades que precedem a II Trienal de Luanda, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) recebe a exposição Luanda, Suave e Frenética 2 – que tem abertura no dia 31 de maio, às 19h, com entrada aberta ao público. O projeto, que é uma iniciativa da Fundação Sindika Dokolo, ocorre em parceria com o Governo da Província de Luanda e o Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura (Secult), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Diretoria de Museus (DIMUS) e MAM-BA. A exposição pode ser visitada gratuitamente de terça a domingo, das 13h às 19h, e aos sábados, das 13h às 21h, até o dia 18 de julho.
“Modelos Institucionais de Arte: salões, bienais e trienais em discussão” é o tema da mesa redonda que acontece no dia 1º de junho, às 18h, na Galeria 1 do MAM, e que dá início ao processo reflexivo da mostra. Participam o artista Fernando Alvim, a diretora e curadora do MAM-BA, Solange Farkas, o diretor de Artes Visuais da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Djilson Midlej, e a professora da Escola de Belas Artes da Ufba, Alejandra Muñoz, que atuará como mediadora.
“Modelos Institucionais de Arte: salões, bienais e trienais em discussão” é o tema da mesa redonda que acontece no dia 1º de junho, às 18h, na Galeria 1 do MAM, e que dá início ao processo reflexivo da mostra. Participam o artista Fernando Alvim, a diretora e curadora do MAM-BA, Solange Farkas, o diretor de Artes Visuais da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Djilson Midlej, e a professora da Escola de Belas Artes da Ufba, Alejandra Muñoz, que atuará como mediadora.
Pensamentos Giratórios “A Atual Situação da Dramaturgia Brasileira”
O encontro discutirá a dramaturgia contemporânea no país e o papel que o dramaturgo representa no atual cenário teatral, os modos de produção, as atuais condições para a criação de novas obras e surgimento de novos autores. Farão parte da mesa o diretor de dramaturgo Marcos Damasceno, o diretor Fernando Guerreiro e o diretor de dramaturgo Gil Vicente Tavares.
Data: terça, 13 de julho de 2010
Hora: 17:00 - 19:00
Localização: Teatro SESC SENAC Pelourinho
Cidade: Salvador, Brazil
Data: terça, 13 de julho de 2010
Hora: 17:00 - 19:00
Localização: Teatro SESC SENAC Pelourinho
Cidade: Salvador, Brazil
TCA REALIZA OFICINAS NA ÁREA DE FIGURINO E CARACTERIZAÇÃO
Centro Técnico do TCA abre inscrições gratuitas para
Postiços e Modelagem para Costura
Profissionais que desejam se aperfeiçoar na área de figurino e caracterização para teatro, cinema e televisão têm entre 8 e 16 de julho para se inscreverem nas oficinas de Postiços e de Modelagem para Costura Cênica que serão realizadas pelo Centro Técnico do Teatro Castro Alves (TCA) de 19 a 23 de julho. As oficinas serão ministradas, respectivamente, por Luiz Claudio Vasconcellos e Dora Moreira, e acontecem das 9 às 13 horas no próprio Centro Técnico do TCA. Já inscrições, gratuitas, devem ser feitas no Núcleo de Produção do teatro, das 14 às 18 horas, sendo necessário apresentar fotocópias de RG e currículo e, para a Oficina de Modelagem, comprovante de experiência em costura. As oficinas têm vagas limitadas a 20 pessoas cada. Mais informações: (71) 3117-4882 / 4881 ou qualificacao.ref@tca.ba.gov.br.
Dora Moreira – Após 16 anos trabalhando no setor têxtil, quando se aprofundou no conhecimento técnico e de composição têxtil, criou um atelier próprio de confecções de vestuário. Em 1993, começou a trabalhar com figurino para teatro, shows e cinema, confeccionando para diversos figurinistas do Brasil. Em seu currículo como modelista estão as obras “Eu Me Lembro” (Edgard Navarro), “A Ver Estrelas” (João Falcão), “Calígula” (Fernando Guerreiro), “Capitães da Areia” (Cecília Amado), “O Vôo da Asa Branca” (Deolindo Checcucci), “O Homem que Não Dormia” (Edgard Navarro), “S/Título” (Nehle Franke para o Balé TCA), “Luneta do Tempo” (Alceu Valença), “A Comedia do Fim” (Luiz Marfuz), “Combate de Negros e Cães” (Philip Boulay), “Tabataba” (Philip Boulay), “Cascalho” (Tuna Espinheira), “Trampolim do Forte” (João Rodrigo Mattos), “Brasis” ( Fernando Guerreiro) e “Lampião e Maria Bonita” (Eliza Mendes).
Luiz Vasconcellos – Com formação em design de moda, desde 1996 passou a trabalhar no desenho de trajes. Atuando no Centro Técnico do TCA foi responsável pelos adereços, perucas e postiços de montagens como “Volpone” (Fernando Guerreiro), “Baile de Máscaras” (Haroldo Weiss), “Roberto Zucco” (Nehle Franke), entre outros. Também atuou no Desfile “Brasil 500 anos”, em “Ensina-me a Viver” (José Possi Neto) e “Vixe Maria” (Fernando Guerreiro). Possui diversos trabalhos em equipes de direção de arte para vídeo, TV e cinema, com os filmes “O Corneteiro Lopes” (Lázaro Faria) e “Lua Violada” (José Humberto).
Postiços e Modelagem para Costura
Profissionais que desejam se aperfeiçoar na área de figurino e caracterização para teatro, cinema e televisão têm entre 8 e 16 de julho para se inscreverem nas oficinas de Postiços e de Modelagem para Costura Cênica que serão realizadas pelo Centro Técnico do Teatro Castro Alves (TCA) de 19 a 23 de julho. As oficinas serão ministradas, respectivamente, por Luiz Claudio Vasconcellos e Dora Moreira, e acontecem das 9 às 13 horas no próprio Centro Técnico do TCA. Já inscrições, gratuitas, devem ser feitas no Núcleo de Produção do teatro, das 14 às 18 horas, sendo necessário apresentar fotocópias de RG e currículo e, para a Oficina de Modelagem, comprovante de experiência em costura. As oficinas têm vagas limitadas a 20 pessoas cada. Mais informações: (71) 3117-4882 / 4881 ou qualificacao.ref@tca.ba.gov.br.
Dora Moreira – Após 16 anos trabalhando no setor têxtil, quando se aprofundou no conhecimento técnico e de composição têxtil, criou um atelier próprio de confecções de vestuário. Em 1993, começou a trabalhar com figurino para teatro, shows e cinema, confeccionando para diversos figurinistas do Brasil. Em seu currículo como modelista estão as obras “Eu Me Lembro” (Edgard Navarro), “A Ver Estrelas” (João Falcão), “Calígula” (Fernando Guerreiro), “Capitães da Areia” (Cecília Amado), “O Vôo da Asa Branca” (Deolindo Checcucci), “O Homem que Não Dormia” (Edgard Navarro), “S/Título” (Nehle Franke para o Balé TCA), “Luneta do Tempo” (Alceu Valença), “A Comedia do Fim” (Luiz Marfuz), “Combate de Negros e Cães” (Philip Boulay), “Tabataba” (Philip Boulay), “Cascalho” (Tuna Espinheira), “Trampolim do Forte” (João Rodrigo Mattos), “Brasis” ( Fernando Guerreiro) e “Lampião e Maria Bonita” (Eliza Mendes).
Luiz Vasconcellos – Com formação em design de moda, desde 1996 passou a trabalhar no desenho de trajes. Atuando no Centro Técnico do TCA foi responsável pelos adereços, perucas e postiços de montagens como “Volpone” (Fernando Guerreiro), “Baile de Máscaras” (Haroldo Weiss), “Roberto Zucco” (Nehle Franke), entre outros. Também atuou no Desfile “Brasil 500 anos”, em “Ensina-me a Viver” (José Possi Neto) e “Vixe Maria” (Fernando Guerreiro). Possui diversos trabalhos em equipes de direção de arte para vídeo, TV e cinema, com os filmes “O Corneteiro Lopes” (Lázaro Faria) e “Lua Violada” (José Humberto).
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Sepromi divulga lista de pré-selecionados para edital de projetos
A Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi) divulgou nesta quarta-feira (30) a lista dos pré-selecionados na primeira etapa do seu edital de projetos. As oito entidades que avançaram essa fase deverão entrar em contato com a Comissão de Seleção de Projetos, até 09 de julho, pelos telefones 3117-1557/1558, para cumprirem exigências do processo. Os vencedores poderão contar com suporte de até R$ 20 mil para executarem suas propostas nos meses de julho, agosto e setembro.
A seleção faz parte do Edital 2010/2011 da Sepromi, que garante apoio técnico e financeiro a iniciativas de entidades do movimento social, que enfatizem questões de gênero e raça. As demais informações podem ser conferidas no site da Sepromi.
Entidades pré-selecionadas:
1 – IV Fórum Nacional de Performance Negra – Sol Movimento da Cena / Proc. Nº 2025100000245
2 – Encontro de Mulheres Tecendo Oportunidades – Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais Construindo uma Nova Sociedade / Proc. Nº 2025100000431
3 – Fortalecimento da Organização de Pescadores e Marisqueiras Contra o Racismo Ambiental – Associação de Moradores Pescadores e Pescadoras de Bananeiras / Proc. Nº 2025100000598
4 – Raízes do Boqueirão – Associação dos Remanescentes de Quilombos São Francisco do Paraguaçu / Proc. Nº 2025100000601
5 – Seminário Estadual de Sensibilização e Politização da Juventude Negra da Bahia – Grupo Cultural Recreativo Carnavalesco Alafim / Proc. Nº 2025100000946
6 – Rede de Atenção à Mulher do Baixo Sul – Instituto Mercado Solidário Baiano / Proc. Nº 2025100000954
7 – Mulher em Atividade – Associação de Mulheres de Vaca Brava / Proc. Nº 2025100001179
8 – IX Parada Gay da Bahia – Grupo Gay da Bahia / Proc. Nº 2025100001390
Fonte; Agecom
A seleção faz parte do Edital 2010/2011 da Sepromi, que garante apoio técnico e financeiro a iniciativas de entidades do movimento social, que enfatizem questões de gênero e raça. As demais informações podem ser conferidas no site da Sepromi.
Entidades pré-selecionadas:
1 – IV Fórum Nacional de Performance Negra – Sol Movimento da Cena / Proc. Nº 2025100000245
2 – Encontro de Mulheres Tecendo Oportunidades – Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais Construindo uma Nova Sociedade / Proc. Nº 2025100000431
3 – Fortalecimento da Organização de Pescadores e Marisqueiras Contra o Racismo Ambiental – Associação de Moradores Pescadores e Pescadoras de Bananeiras / Proc. Nº 2025100000598
4 – Raízes do Boqueirão – Associação dos Remanescentes de Quilombos São Francisco do Paraguaçu / Proc. Nº 2025100000601
5 – Seminário Estadual de Sensibilização e Politização da Juventude Negra da Bahia – Grupo Cultural Recreativo Carnavalesco Alafim / Proc. Nº 2025100000946
6 – Rede de Atenção à Mulher do Baixo Sul – Instituto Mercado Solidário Baiano / Proc. Nº 2025100000954
7 – Mulher em Atividade – Associação de Mulheres de Vaca Brava / Proc. Nº 2025100001179
8 – IX Parada Gay da Bahia – Grupo Gay da Bahia / Proc. Nº 2025100001390
Fonte; Agecom
Cidade do Saber lança Revista
Resgatar e contar a história da população da orla e povoados rurais de Camaçari. Esse é o objetivo da Revista Ponto Móvel Cidade do Saber.
Com linguagem simples e narrada por personagens das próprias comunidades, a segunda edição da revista será lançada quinta-feira (01/07), às 16h30. A localidade beneficiada será Monte Gordo.
O evento acontece na Praça do Mercado, em Monte Gordo, e contará com as presenças de autoridades municipais e representantes da Cidade do Saber. Além disso, exemplares serão entregues gratuitamente, ao som de muita música, performances artísticas e comidas regionais.
O projeto da Revista Ponto Móvel foi idealizado no intuito de registrar e mostrar os aspectos culturais e cotidianos das comunidades que fazem parte do Município.
Segundo a assessoria de comunicação da Cidade do Saber, serão produzidas 10 edições com histórias sobre a vida das localidades, desde Barra de Pojuca, que foi o tema da primeira edição, até Parafuso.
A Revista Ponto Móvel é distribuída em escolas e bibliotecas públicas de Camaçari.
A próxima comunidade a ser contemplada com a publicação será Barra do Jacuípe. As demais produções vão retratar os hábitos, arte e tradições dos habitantes de Arembepe, Jauá, Vila de Abrantes, dentre outras.
Vale ressaltar que as histórias são contadas informalmente, seguindo os depoimentos de moradores mais velhos de cada localidade.
Fonte: Ascom / Camaçari
Com linguagem simples e narrada por personagens das próprias comunidades, a segunda edição da revista será lançada quinta-feira (01/07), às 16h30. A localidade beneficiada será Monte Gordo.
O evento acontece na Praça do Mercado, em Monte Gordo, e contará com as presenças de autoridades municipais e representantes da Cidade do Saber. Além disso, exemplares serão entregues gratuitamente, ao som de muita música, performances artísticas e comidas regionais.
O projeto da Revista Ponto Móvel foi idealizado no intuito de registrar e mostrar os aspectos culturais e cotidianos das comunidades que fazem parte do Município.
Segundo a assessoria de comunicação da Cidade do Saber, serão produzidas 10 edições com histórias sobre a vida das localidades, desde Barra de Pojuca, que foi o tema da primeira edição, até Parafuso.
A Revista Ponto Móvel é distribuída em escolas e bibliotecas públicas de Camaçari.
A próxima comunidade a ser contemplada com a publicação será Barra do Jacuípe. As demais produções vão retratar os hábitos, arte e tradições dos habitantes de Arembepe, Jauá, Vila de Abrantes, dentre outras.
Vale ressaltar que as histórias são contadas informalmente, seguindo os depoimentos de moradores mais velhos de cada localidade.
Fonte: Ascom / Camaçari
Programação dos festejos ao Dois de Julho na Bahia
DIA 01/07 (quinta-feira)
10h. – “TE DEUM” na Catedral Basílica, celebrado pelo Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo.
15h. – Chegada do Fogo Simbólico – Largo de Pirajá;
-Acendimento da Pira;
-Hasteamento das bandeiras por autoridades, com a execução do Hino Nacional pela Banda de Música da Polícia Militar da Bahia;
- Brasil – Prefeito de Salvador, João Henrique;
-Bahia – Prefeito de Simões Filho, Eduardo Alencar;
-Salvador – Secretário Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer,Carlos Ribeiro Soares e Presidente em exercício da Fundação Gregório de Mattos;
-Colocação de flores no túmulo do General Labatut pelo prefeito João Henrique;
17h. – Encerramento da Solenidade.
DIA 02/07 (sexta-feira)
PROGRAMAÇÃO TURNO MATUTINO
6h. – Alvorada com queima de fogos no Largo da Lapinha;8h – Organização do Cortejo Cívico;
9h – Hasteamento das bandeiras por autoridades, com a execução do Hino Nacional pela Banda de Música da Marinha de Guerra do Brasil.
-Brasil -Governador da Bahia, Jaques Wagner;
-Bahia – Presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo;
- Salvador – Prefeito de Salvador, João Henrique;
-IGHBA – Presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, professora Consuelo Pondé de Sena;
- Colocação de flores pelas autoridades, no monumento ao General Labatut;
- Entrega dos Carros Emblemáticos – Discurso da presidente do IGHBA, Consuelo Pondé de Sena;
- Recebimento dos carros emblemáticos – Discurso do prefeito João Henrique;
- Execução do Hino ao 2 de Julho – Banda de Música da Marinha de Guerra do Brasil.
9h30 – Início do Cortejo Cívico.
- Homenagem aos Heróis da Independência: breve parada em frente ao Convento da Soledade;Homenagem da Ordem Terceira do Carmo: breve parada em frente à Ordem, para pronunciamento de um membro da instituição;
- Homenagem da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos: breve parada em frente à Igreja;
11h30 – Recolhimento dos carros emblemáticos dos caboclos nos caramanchões da Praça Thomé de Souza;
DIA 02/07 (sexta-feira)
PROGRAMAÇÃO TURNO VESPERTINO
14h. – Organização do Cortejo Cívico.
15h. – Homenagem da Câmara Municipal aos Heróis da Independência.
- Pronunciamento do presidente da Câmara Municipal de Salvador, Vereador Alan Sanches.
15h30 – Início do Cortejo Cívico.
- Parada de 10min. no Forte de São Pedro, em frente ao Palácio da Aclamação, para homenagem do Exército Brasileiro aos Heróis da Independência;
16h30 -Previsão de chegada dos carros emblemáticos e das autoridades ao Campo Grande;
Solenidades previstas:
- Hasteamento das bandeiras por autoridades;
- Execução do Hino Nacional pelas bandas de música da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Militar;
- Brasil- Governador da Bahia, Jaques Wagner;
- Bahia- Presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo;
- Salvador – Prefeito da Cidade de Salvador, João Henrique;
- Colocação de coroas de flores no Monumento ao 2 de Julho, pelas autoridades presentes;
- Execução do Hino ao 2 de Julho pela Banda de Música da Polícia Militar da Bahia;
- Acendimento da Pira do Fogo Simbólico, autorizada pelo governador do Estado da Bahia;
- Execução do Hino Nacional pelas bandas de Música da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Militar.
19h – Campo Grande – XIX Encontro de Filarmônicas – regente maestro Fred Dantas
Fonte: Portal Salvador
10h. – “TE DEUM” na Catedral Basílica, celebrado pelo Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo.
15h. – Chegada do Fogo Simbólico – Largo de Pirajá;
-Acendimento da Pira;
-Hasteamento das bandeiras por autoridades, com a execução do Hino Nacional pela Banda de Música da Polícia Militar da Bahia;
- Brasil – Prefeito de Salvador, João Henrique;
-Bahia – Prefeito de Simões Filho, Eduardo Alencar;
-Salvador – Secretário Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer,Carlos Ribeiro Soares e Presidente em exercício da Fundação Gregório de Mattos;
-Colocação de flores no túmulo do General Labatut pelo prefeito João Henrique;
17h. – Encerramento da Solenidade.
DIA 02/07 (sexta-feira)
PROGRAMAÇÃO TURNO MATUTINO
6h. – Alvorada com queima de fogos no Largo da Lapinha;8h – Organização do Cortejo Cívico;
9h – Hasteamento das bandeiras por autoridades, com a execução do Hino Nacional pela Banda de Música da Marinha de Guerra do Brasil.
-Brasil -Governador da Bahia, Jaques Wagner;
-Bahia – Presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo;
- Salvador – Prefeito de Salvador, João Henrique;
-IGHBA – Presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, professora Consuelo Pondé de Sena;
- Colocação de flores pelas autoridades, no monumento ao General Labatut;
- Entrega dos Carros Emblemáticos – Discurso da presidente do IGHBA, Consuelo Pondé de Sena;
- Recebimento dos carros emblemáticos – Discurso do prefeito João Henrique;
- Execução do Hino ao 2 de Julho – Banda de Música da Marinha de Guerra do Brasil.
9h30 – Início do Cortejo Cívico.
- Homenagem aos Heróis da Independência: breve parada em frente ao Convento da Soledade;Homenagem da Ordem Terceira do Carmo: breve parada em frente à Ordem, para pronunciamento de um membro da instituição;
- Homenagem da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos: breve parada em frente à Igreja;
11h30 – Recolhimento dos carros emblemáticos dos caboclos nos caramanchões da Praça Thomé de Souza;
DIA 02/07 (sexta-feira)
PROGRAMAÇÃO TURNO VESPERTINO
14h. – Organização do Cortejo Cívico.
15h. – Homenagem da Câmara Municipal aos Heróis da Independência.
- Pronunciamento do presidente da Câmara Municipal de Salvador, Vereador Alan Sanches.
15h30 – Início do Cortejo Cívico.
- Parada de 10min. no Forte de São Pedro, em frente ao Palácio da Aclamação, para homenagem do Exército Brasileiro aos Heróis da Independência;
16h30 -Previsão de chegada dos carros emblemáticos e das autoridades ao Campo Grande;
Solenidades previstas:
- Hasteamento das bandeiras por autoridades;
- Execução do Hino Nacional pelas bandas de música da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Militar;
- Brasil- Governador da Bahia, Jaques Wagner;
- Bahia- Presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo;
- Salvador – Prefeito da Cidade de Salvador, João Henrique;
- Colocação de coroas de flores no Monumento ao 2 de Julho, pelas autoridades presentes;
- Execução do Hino ao 2 de Julho pela Banda de Música da Polícia Militar da Bahia;
- Acendimento da Pira do Fogo Simbólico, autorizada pelo governador do Estado da Bahia;
- Execução do Hino Nacional pelas bandas de Música da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Militar.
19h – Campo Grande – XIX Encontro de Filarmônicas – regente maestro Fred Dantas
Fonte: Portal Salvador
quinta-feira, 17 de junho de 2010
CRIA promove primeiro “Pipoca & Papo” do ano
No próximo dia 18 de junho (sexta-feira), o CRIA – Centro de Referência Integral de Adolescentes promove o 1.º “Pipoca & Papo” de 2010. O evento começa às 17h30, no Espaço Conexão do Centro Cultural Solar Ferrão/IPAC, na Rua Gregrório de Mattos, Pelourinho. Para esta edição, foi escolhido como tema “Cultura literária na internet: o que dizem essas leituras?”, com a presença de dois “blogueiros”, os poetas James Martins e Cazzo Fontoura. O encontro é gratuito e aberto a todos os interessados.
O CRIA, através da Biblioteca Zeca de Magalhães, promove o “Pipoca & Papo” desde 2008. É uma oportunidade de aproximação dos jovens da obra de escritores, vivos ou não, a partir do ponto de vista de leitores ou estudiosos convidados. A conversa gira a partir da exposição da obra, vida e processos de criação destes convidados. Para o ano de 2010 estão previstas mais duas edições do “Pipoca & Papo”.
O projeto faz parte do ELE – Espaço de Linguagem e Expressão, dentro do projeto Biblioteca Viva: Formação CRIAtiva de Leitores, realizado pelo CRIA – Centro de Referência Integral de Adolescentes, em parceria com o I.C.I – Instituto da Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia e o IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural, apoiado pela CAIXA Econômica Federal. O objetivo do ELE é estimular os jovens para o desenvolvimento das linguagens oral e escrita, o gosto pela literatura e o acesso a bens culturais.
O ELE tem o apoio dos seguintes parceiros: AVON, MINC – Ponto de Cultura, Comissão Europeia, PPM – Pão para o Mundo, Instituto Winrock/OAK Foundation, Johnson & Johnson e CAIXA Econômica Federal.
Serviço:
O que: 1° “Pipoca e Papo” Quando: dia 18 de junho 2010, sexta-feria, das 17:30 às 19hs. Tema: “Cultura literária na Internet: o que dizem essas leituras?”
Onde: Espaço Conexão (no IPAC), Pelourinho; acesso pela Rua Gregório de Mattos, n° 45. O Espaço Conexão faz parte do Centro Cultural Solar Ferrão/IPAC e pode ser acessado pela Praça das Artes.
Convidados: James Martins e Cazzo Fontoura
Entrada franca
O CRIA, através da Biblioteca Zeca de Magalhães, promove o “Pipoca & Papo” desde 2008. É uma oportunidade de aproximação dos jovens da obra de escritores, vivos ou não, a partir do ponto de vista de leitores ou estudiosos convidados. A conversa gira a partir da exposição da obra, vida e processos de criação destes convidados. Para o ano de 2010 estão previstas mais duas edições do “Pipoca & Papo”.
O projeto faz parte do ELE – Espaço de Linguagem e Expressão, dentro do projeto Biblioteca Viva: Formação CRIAtiva de Leitores, realizado pelo CRIA – Centro de Referência Integral de Adolescentes, em parceria com o I.C.I – Instituto da Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia e o IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural, apoiado pela CAIXA Econômica Federal. O objetivo do ELE é estimular os jovens para o desenvolvimento das linguagens oral e escrita, o gosto pela literatura e o acesso a bens culturais.
O ELE tem o apoio dos seguintes parceiros: AVON, MINC – Ponto de Cultura, Comissão Europeia, PPM – Pão para o Mundo, Instituto Winrock/OAK Foundation, Johnson & Johnson e CAIXA Econômica Federal.
Serviço:
O que: 1° “Pipoca e Papo” Quando: dia 18 de junho 2010, sexta-feria, das 17:30 às 19hs. Tema: “Cultura literária na Internet: o que dizem essas leituras?”
Onde: Espaço Conexão (no IPAC), Pelourinho; acesso pela Rua Gregório de Mattos, n° 45. O Espaço Conexão faz parte do Centro Cultural Solar Ferrão/IPAC e pode ser acessado pela Praça das Artes.
Convidados: James Martins e Cazzo Fontoura
Entrada franca
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Tome uma atitude
A embaixadora da Boa Vontade pelo PNUMA criou mais uma campanha de preservação do planeta. A modelo internacional Gisele Bündchen lançou o site Tome uma Atitudepara incentivar as pessoas a agirem de maneira sustentável em seu dia a dia.
Ao acessar o site, os usuários podem conhecer diversas atitudes relacionadas à economia de água e luz, reciclagem, proteção de animais e redução de emissões. Cada internauta será convidado a montar uma lista de ações e a receberá por e-mail, como lembrete, junto com um agradecimento especial da própria Gisele.
A campanha também é um incentivo a mobilização comunitária. Apesar do esforço individual, maiores resultados são conseguidos quando há mais gente mobilizada. No site também dá para ter uma ideia do resultado coletivo de cada ação. Como desligar aparelhos eletrônicos em stand by, por exemplo, segundo o Tome uma Atitude, 12 pessoas engajadas consomem menos 240% de energia.
O site foi lançado no Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, e ficará no ar durante todo o ano de 2010.
Ao acessar o site, os usuários podem conhecer diversas atitudes relacionadas à economia de água e luz, reciclagem, proteção de animais e redução de emissões. Cada internauta será convidado a montar uma lista de ações e a receberá por e-mail, como lembrete, junto com um agradecimento especial da própria Gisele.
A campanha também é um incentivo a mobilização comunitária. Apesar do esforço individual, maiores resultados são conseguidos quando há mais gente mobilizada. No site também dá para ter uma ideia do resultado coletivo de cada ação. Como desligar aparelhos eletrônicos em stand by, por exemplo, segundo o Tome uma Atitude, 12 pessoas engajadas consomem menos 240% de energia.
O site foi lançado no Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, e ficará no ar durante todo o ano de 2010.
Estudantes criam refrigerador sustentável movido a energia solar
Cerca de dois milhões de pessoas morrem ao redor do mundo todos os dias em decorrência de doenças que poderiam ser prevenidas com a aplicação de vacinas. Segundo dados da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, em locais como Ásia e África, metade de todas as vacinas que precisam de refrigeração estraga antes de serem ministradas, o que significa desperdício de bilhões de dólares e a perda de milhões de vidas.
Para resolver o problema, um grupo de professores e estudantes de engenharia e de design da universidade norte-americana criou um refrigerador móvel de baixo custo e fácil manutenção que funciona a partir da energia solar.
O equipamento poderá ser utilizado para armazenar as vacinas em locais remotos, onde não há energia elétrica, e onde o uso dos medicamentos é essencial para a saúde da comunidade.
O grupo de estudantes e professores faz parte da Appropriate Technology Collaborative (ATC), que deu nome à invenção, batizada de ATC Solar Vaccine Refrigerator. Para facilitar a fabricação e distribuição do equipamento, o grupo prezou por materiais simples na sua produção, como aço, carvão vegetal e etanol ou metanol.
refrigerador-02.jpg
Com isso, ele poderá ser produzido em qualquer lugar, o que o torna mais barato e acessível em larga escala. O produto acabado não possui peças móveis que precisem de manutenção e não utiliza nenhum tipo de energia elétrica.
“Existem apenas algumas partes conectadas por uma tubulação”, informa John Barrie, um dos membros da equipe. “Uma caixa de aço preenchido com carvão ativado, uma série de tubos com alertas de arrefecimento e um recipiente de etanol. Não existem válvulas no sistema”, completa. “O usuário só precisa colocá-lo no sol e esperar que resfrie”, completa.
O projeto começou em 1997 e já passou por diversos aprimoramentos. Em 2008, um grupo de estudantes passou duas semanas em um vilarejo de Guatemala, onde construíram um protótipo do refrigerador.
Em 2010, o projeto foi selecionado e está concorrendo ao prêmio Tech Briefs Create The Future, promovido pela NASA, que busca estimular inovações da área de engenharia e design.
Fonte; Ecodesenvolvimento
Para resolver o problema, um grupo de professores e estudantes de engenharia e de design da universidade norte-americana criou um refrigerador móvel de baixo custo e fácil manutenção que funciona a partir da energia solar.
O equipamento poderá ser utilizado para armazenar as vacinas em locais remotos, onde não há energia elétrica, e onde o uso dos medicamentos é essencial para a saúde da comunidade.
O grupo de estudantes e professores faz parte da Appropriate Technology Collaborative (ATC), que deu nome à invenção, batizada de ATC Solar Vaccine Refrigerator. Para facilitar a fabricação e distribuição do equipamento, o grupo prezou por materiais simples na sua produção, como aço, carvão vegetal e etanol ou metanol.
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Com isso, ele poderá ser produzido em qualquer lugar, o que o torna mais barato e acessível em larga escala. O produto acabado não possui peças móveis que precisem de manutenção e não utiliza nenhum tipo de energia elétrica.
“Existem apenas algumas partes conectadas por uma tubulação”, informa John Barrie, um dos membros da equipe. “Uma caixa de aço preenchido com carvão ativado, uma série de tubos com alertas de arrefecimento e um recipiente de etanol. Não existem válvulas no sistema”, completa. “O usuário só precisa colocá-lo no sol e esperar que resfrie”, completa.
O projeto começou em 1997 e já passou por diversos aprimoramentos. Em 2008, um grupo de estudantes passou duas semanas em um vilarejo de Guatemala, onde construíram um protótipo do refrigerador.
Em 2010, o projeto foi selecionado e está concorrendo ao prêmio Tech Briefs Create The Future, promovido pela NASA, que busca estimular inovações da área de engenharia e design.
Fonte; Ecodesenvolvimento
Erguido um hotel com 12 mil quilos de lixo em Roma
Com a crescente poluição das atrações turísticas naturais, é fácil encontrar lixo nas praias, florestas e cachoeiras mais movimentadas. Para alertar o turista europeu para os cuidados com os pontos visitados foi erguido um hotel com 12 mil quilos de lixo em Roma.
O Save The Beach Hotel não é bonito, mas nada feito de sujeira é. O design é do artista alemão H.A. Shult, que o desenhou para a campanha ambiental do grupo Save The Beach.
Shult, em entrevista à BBC, explicou a ideia central da campanha: “ele é feito de lixo porque em todo lugar que vamos no mundo há lixo. Nós vivemos em um momento de poluição do planeta, mas não nos damos conta que ele nos pertence por pouco tempo”.
O hotel não é feito apenas de lixo, para fazer estrutura e paredes foi utilizado um material préfabricado. Além disso, não dá para reservar hospedagem nem na alta estação, já que a construção é temporária. A campanha tem o objetivo de chocar os turistas com a quantidade de resíduo retirado das praias da cidade.
Fonte; Ecodesenvolvimento
O Save The Beach Hotel não é bonito, mas nada feito de sujeira é. O design é do artista alemão H.A. Shult, que o desenhou para a campanha ambiental do grupo Save The Beach.
Shult, em entrevista à BBC, explicou a ideia central da campanha: “ele é feito de lixo porque em todo lugar que vamos no mundo há lixo. Nós vivemos em um momento de poluição do planeta, mas não nos damos conta que ele nos pertence por pouco tempo”.
O hotel não é feito apenas de lixo, para fazer estrutura e paredes foi utilizado um material préfabricado. Além disso, não dá para reservar hospedagem nem na alta estação, já que a construção é temporária. A campanha tem o objetivo de chocar os turistas com a quantidade de resíduo retirado das praias da cidade.
Fonte; Ecodesenvolvimento
Nada para durar
Hoje em dia nada é feito para durar: nem as relações, nem os eletrodomésticos, nem as construções… nada dura. Nem mesmo este texto. Capela Evora - para blog
Antigamente, as pessoas se casavam e compravam uma casa para a vida toda. Os móveis, os eletrodomésticos, o enxoval… e até o marido eram escolhidos na expectativa de durarem para “sempre”!
A geladeira da casa da minha avó continua funcionando – e eu a acho o máximo. Minha avó já passou desta pra melhor e a tal geladeira continua lá, firme. Hoje em dia, você compra uma TV sabendo que 5 anos depois ela já não estará mais funcionando bem. Isso sem falar da evolução tecnológica, que talvez seja a grande vilã desta queda da qualidade dos produtos – pra que durar tanto se tudo fica tão rapidamente obsoleto?
Hoje em dia nada é feito para durar. Nem mesmo as relações, que se iniciam e se rompem numa tal velocidade que não conseguimos sequer acompanhar as histórias afetivas. A gente fica com medo de chamar os companheiros dos amigos pelos seus nomes, pois não dá tempo de memorizá-los. E acabamos apelando para o “Oi, querido…!”, fórmula ótima para não cometer gafes.
E aí, o que acontece? Fica tudo tão não-durável, tão “perecível” que as pessoas entram numa onda de que ELAS têm que durar. É uma tal mania de juventude, uma preocupação excessiva com o corpo, com a alimentação saudável, uma explosão de plásticas e cosméticos para atrasar ou camuflar o envelhecimento… como hoje em dia nada é feito para durar, as pessoas pensam que elas, ao menos, têm que ser mais duradouras. Ledo engano.
“Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”. (Frase da entrada da Capela de Ossos em Évora – Portugal)
Fonte; Balzaquianos
Antigamente, as pessoas se casavam e compravam uma casa para a vida toda. Os móveis, os eletrodomésticos, o enxoval… e até o marido eram escolhidos na expectativa de durarem para “sempre”!
A geladeira da casa da minha avó continua funcionando – e eu a acho o máximo. Minha avó já passou desta pra melhor e a tal geladeira continua lá, firme. Hoje em dia, você compra uma TV sabendo que 5 anos depois ela já não estará mais funcionando bem. Isso sem falar da evolução tecnológica, que talvez seja a grande vilã desta queda da qualidade dos produtos – pra que durar tanto se tudo fica tão rapidamente obsoleto?
Hoje em dia nada é feito para durar. Nem mesmo as relações, que se iniciam e se rompem numa tal velocidade que não conseguimos sequer acompanhar as histórias afetivas. A gente fica com medo de chamar os companheiros dos amigos pelos seus nomes, pois não dá tempo de memorizá-los. E acabamos apelando para o “Oi, querido…!”, fórmula ótima para não cometer gafes.
E aí, o que acontece? Fica tudo tão não-durável, tão “perecível” que as pessoas entram numa onda de que ELAS têm que durar. É uma tal mania de juventude, uma preocupação excessiva com o corpo, com a alimentação saudável, uma explosão de plásticas e cosméticos para atrasar ou camuflar o envelhecimento… como hoje em dia nada é feito para durar, as pessoas pensam que elas, ao menos, têm que ser mais duradouras. Ledo engano.
“Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”. (Frase da entrada da Capela de Ossos em Évora – Portugal)
Fonte; Balzaquianos
Despedida de solteiro
Desconfio que o namoro possua significado diferente aos olhos balzaquianos. Ele tornou-se um quase-casamento. Não faz muito tempo que o namoro era uma fase de conhecimento, um test-drive, e o nível de compromisso era menos intenso. As pessoas eram mais flexíveis e possuir várias namoradas não exigia pós-doutorado em administração de complexidades. Tal variedade de namoradas era inclusive incentivada pelos pais. Meu pai, por exemplo, casou-se aos 40 anos e seu conselho era: – Filho, tenhas várias namoradas antes do casamento, mesmo que apenas sequenciais.
Tal compromisso com o namoro deve ter origem na variedade de configurações pré- e pós-casamento dos tempos atuais. Casais se divorciam ou cultivam relacionamentos extra-conjugais com acentuada frequencia. Tanto pais quanto mães solteiras são cada vez mais comuns na sociedade balzaquiana brasileira. O período pré-namoro é também prenhe de novas configurações. Relacionamentos aleatórios, encontros de uma única noite e o Carnaval de Salvador contribuem para a aumentar a diversidade de encontros e desencontros. Diante dessa diversidade de configurações pré- e pós-casamento, o namoro ganhou ares matrimoniais.
O pedido de namoro balzaquiano é qual pedido de casamento. O namoro passou a envolver uma fidelidade irrestrita, uma enormidade de regras conjugais comparáveis ao matrimônio e, em alguns casos, até compartilhamento de moradia. Pedir em namoro é algo que instiga medo em nós pobres mortais pós-30. Esteja preparado para ajoelhar-se e comprar aquele belo anel. Recitar sem hesitação aquele poema romântico ou tocar no violão aquela música infalível com voz de veludo, após um belo jantar (preparado por você) regado a um bom vinho de safra excepcional.
Meu avô conseguia gerenciar confortavelmente várias namoradas em variadas bases geográficas. Dr. Antônio, viúvo, 40 anos, morava em Salvador, possuía um quarto e sala no Rio de Janeiro em plena década de 50, e várias belas namoradas. Hoje, tal façanha é praticamente impossível. Telefone celular, correio eletrônico, Twitter, Orkut, Facebook, MSN, Skype, iPhone 4 (com uma famigerada câmera dupla que permite chamada de vídeo) e afins, minam nossa capacidade de gerenciar namoros. Todos sabem dos nossos passos, das nossas fotos e amigos mais recentes, do nosso novo creme de barbear e da cor de nossas roupas íntimas.
Não que eu esteja a pregar a infidelidade durante o namoro em pleno Dia dos Namorados. Não me entendam mal. Por favor, não me crucifiquem. Acredito apenas que o namoro não deva ser um casamento. Contudo, caso esse seja um estorvo mandatário aos balzaquianos, ao menos, merecemos uma intensa despedida de solteiro!
Para ler mais, acesse: www.Balzaquianos.com
Tal compromisso com o namoro deve ter origem na variedade de configurações pré- e pós-casamento dos tempos atuais. Casais se divorciam ou cultivam relacionamentos extra-conjugais com acentuada frequencia. Tanto pais quanto mães solteiras são cada vez mais comuns na sociedade balzaquiana brasileira. O período pré-namoro é também prenhe de novas configurações. Relacionamentos aleatórios, encontros de uma única noite e o Carnaval de Salvador contribuem para a aumentar a diversidade de encontros e desencontros. Diante dessa diversidade de configurações pré- e pós-casamento, o namoro ganhou ares matrimoniais.
O pedido de namoro balzaquiano é qual pedido de casamento. O namoro passou a envolver uma fidelidade irrestrita, uma enormidade de regras conjugais comparáveis ao matrimônio e, em alguns casos, até compartilhamento de moradia. Pedir em namoro é algo que instiga medo em nós pobres mortais pós-30. Esteja preparado para ajoelhar-se e comprar aquele belo anel. Recitar sem hesitação aquele poema romântico ou tocar no violão aquela música infalível com voz de veludo, após um belo jantar (preparado por você) regado a um bom vinho de safra excepcional.
Meu avô conseguia gerenciar confortavelmente várias namoradas em variadas bases geográficas. Dr. Antônio, viúvo, 40 anos, morava em Salvador, possuía um quarto e sala no Rio de Janeiro em plena década de 50, e várias belas namoradas. Hoje, tal façanha é praticamente impossível. Telefone celular, correio eletrônico, Twitter, Orkut, Facebook, MSN, Skype, iPhone 4 (com uma famigerada câmera dupla que permite chamada de vídeo) e afins, minam nossa capacidade de gerenciar namoros. Todos sabem dos nossos passos, das nossas fotos e amigos mais recentes, do nosso novo creme de barbear e da cor de nossas roupas íntimas.
Não que eu esteja a pregar a infidelidade durante o namoro em pleno Dia dos Namorados. Não me entendam mal. Por favor, não me crucifiquem. Acredito apenas que o namoro não deva ser um casamento. Contudo, caso esse seja um estorvo mandatário aos balzaquianos, ao menos, merecemos uma intensa despedida de solteiro!
Para ler mais, acesse: www.Balzaquianos.com
Jovens com a corda no pescoço
Há poucos dias li uma matéria sobre um tema bastante grave e que tinha a seguinte manchete: cresce o número de jovens e de maiores de 50 anos com restrições de crédito ou com endividamento.
Há cinco anos um pesquisa no Reino Unido já dava conta da enorme quantidade de jovens estudantes com dívidas em cartões de crédito que chegavam a mais de 30 mil dólares (cerca de 60 mil reais).
Uma pessoa começando a vida.
E começando envidividada.
E a dívida diz respeito à aquisição tão somente de bens de consumo e farras. Não foi contraída para a compra de um imóvel ou de um investimento econômico.
E aqui no Brasil os jovens vão consumindo: celulares, festas, abadás, viagens, relógios, roupas, tênis etc.
E dívida com operadoras de cartões de crédito, bancos ou financeiras, com o perdão do jargão repetido: são verdadeiras bolas de neve! Uma avalanche, eu diria!
Há outro fator ainda para esse endividamento dos jovens brasileiros que não ocorre com os britânicos: faculdade.
Dizem que o “mercado exige um diploma” e como em cada esquina tem uma faculdade, e muitas empresas contratam estagiários e não mais empregados, uma enorme parcela de nossa população correu para os cursos de nível superior (expressão questionável, dado o nível da maioria das escolas de terceiro grau, mas isso é outra estória). E muitos que entraram não tinham condição alguma de pagar. Resultado: contratos de financimento, inadimplência e FIES (ou EDF - Empurrando a Dívida para Frente).
Daí que nossos jovens vivem “argolados” e sem perspectivas de sanar essas dívidas em curto ou médio prazo, salvo raríssimas exceções.
Quanto aos maiores de 50 anos, alguns fatores podem explicar esse crescente endividamento:
- ajudar os seus filhos e netos a pagar suas próprias dívidas,
- dificuldade em obter novas colocações no mercado de trabalho,
- em alguns casos, desorganização econômica, em outras palavras: não se preocupou com o futuro (não poupou),
- excesso de financimentos.
Como sempre escrevo aqui: cuidado com financiamentos, crédito fácil e parcelamentos. Economize e compre à vista. Contenha o impulso de consumir. Antes de comprar pense se está no momento de fazer aquela aquisição.
Para os consumidores compulsivos e mesmo para os mais comedidos, mas que adoram parcelar, anotem: os juros estão subindo! Um produto financiado pode custar até 50% a menos se adquirido à vista.
Fonte; Blog do Consumidor
Há cinco anos um pesquisa no Reino Unido já dava conta da enorme quantidade de jovens estudantes com dívidas em cartões de crédito que chegavam a mais de 30 mil dólares (cerca de 60 mil reais).
Uma pessoa começando a vida.
E começando envidividada.
E a dívida diz respeito à aquisição tão somente de bens de consumo e farras. Não foi contraída para a compra de um imóvel ou de um investimento econômico.
E aqui no Brasil os jovens vão consumindo: celulares, festas, abadás, viagens, relógios, roupas, tênis etc.
E dívida com operadoras de cartões de crédito, bancos ou financeiras, com o perdão do jargão repetido: são verdadeiras bolas de neve! Uma avalanche, eu diria!
Há outro fator ainda para esse endividamento dos jovens brasileiros que não ocorre com os britânicos: faculdade.
Dizem que o “mercado exige um diploma” e como em cada esquina tem uma faculdade, e muitas empresas contratam estagiários e não mais empregados, uma enorme parcela de nossa população correu para os cursos de nível superior (expressão questionável, dado o nível da maioria das escolas de terceiro grau, mas isso é outra estória). E muitos que entraram não tinham condição alguma de pagar. Resultado: contratos de financimento, inadimplência e FIES (ou EDF - Empurrando a Dívida para Frente).
Daí que nossos jovens vivem “argolados” e sem perspectivas de sanar essas dívidas em curto ou médio prazo, salvo raríssimas exceções.
Quanto aos maiores de 50 anos, alguns fatores podem explicar esse crescente endividamento:
- ajudar os seus filhos e netos a pagar suas próprias dívidas,
- dificuldade em obter novas colocações no mercado de trabalho,
- em alguns casos, desorganização econômica, em outras palavras: não se preocupou com o futuro (não poupou),
- excesso de financimentos.
Como sempre escrevo aqui: cuidado com financiamentos, crédito fácil e parcelamentos. Economize e compre à vista. Contenha o impulso de consumir. Antes de comprar pense se está no momento de fazer aquela aquisição.
Para os consumidores compulsivos e mesmo para os mais comedidos, mas que adoram parcelar, anotem: os juros estão subindo! Um produto financiado pode custar até 50% a menos se adquirido à vista.
Fonte; Blog do Consumidor
boa noticia para quem viaja
Entrou em vigor no dia de Santo Antônio (13/06) a Resolução 141 da A Agência Nacional da Aviação Civil - ANAC. A norma buscou um equilíbrio maior na relação companhias aéreas e consumidores, exatamente como deve ser o papel de uma agência reguladora.
Na resolução temos algums mudanças relevantes quando do atraso ou cancelamento de voos. Pelo Código Brasileiro de Aeronáutica somente após 4 horas de espera a Cia. Aérea era obrigada a prestar auxílio ao consumidor, pela Resolução 141/10 depois de uma hora o consumidor terá direito a apoio para utilizar meios de comunicação, duas horas depois, alimentação e com quatro horas atraso o cliente já fará jus a acomodação em hotel.
O endosso de passagem poderá se dar para qualquer Cia. Aérea, ainda que as empresas não possuam convênio entre si para esta relação.
A íntegra da norma está aqui: http://www.anac.gov.br/biblioteca/resolucao/2010/RA2010-0141.pdf
Fonte; Blog do Consumidor
Na resolução temos algums mudanças relevantes quando do atraso ou cancelamento de voos. Pelo Código Brasileiro de Aeronáutica somente após 4 horas de espera a Cia. Aérea era obrigada a prestar auxílio ao consumidor, pela Resolução 141/10 depois de uma hora o consumidor terá direito a apoio para utilizar meios de comunicação, duas horas depois, alimentação e com quatro horas atraso o cliente já fará jus a acomodação em hotel.
O endosso de passagem poderá se dar para qualquer Cia. Aérea, ainda que as empresas não possuam convênio entre si para esta relação.
A íntegra da norma está aqui: http://www.anac.gov.br/biblioteca/resolucao/2010/RA2010-0141.pdf
Fonte; Blog do Consumidor
O Globo testa tablóide
O pessoal da direção do JORNAL DO BRASIL viveu uma agitação especial na semana passada com o exame minucioso de um exemplar em formato tablóide de O GLOBO. Era uma edição experimental, distribuída a um grupo selecionado de assinantes, aparentemente um teste para medir a reação do público a uma mudança de formato. O próprio JB também é hoje um tablóide, mas a circulação posterior não permite uma comparação adequada. Após cortes de pessoal e outras medidas equivocadas, nenhum analista sério poderia dizer se o novo formato agravou ou vem suavizando a trajetória de decadência do jornal. O DIA, que já foi o mais vendido no País, buscando reverter mais uma significativa queda de circulação no ano passado, desde a edição de 20/03, busca recuperar-se como tablóide. Os primeiros números não são animadores, mas ainda é cedo para uma avaliação sobre o acerto ou não da mudança.. O diretor de redação de O GLOBO, Rodolfo Fernandes, desmentiu formalmente à reportagem de Comunique-se a hipótese de que a edição experimental tenha sido um teste para eventual mudança de formato do jornal: “O GLOBO está permanentemente analisando as tendências de mercado, em fóruns permanentes, como a WAN (World Association of Newspapers), ou em troca de informações com as principais publicações no exterior. Portanto, jamais adotaria o formato tablóide, identificado no mundo inteiro com um segmento de mercado diferente do que ele atua.” A afirmação de Fernandes sobre a identificação do formato tablóide com um segmento diferente de O GLOBO foi verdadeira até algum tempo atrás. Mas hoje vários jornais dirigidos ao público mais qualificado, como os britânicos The Times e The Independent, já se tornaram tablóides. E, no Rio Grande do Sul, um tablóide – ZERO HORA – está no time nos jornais classe A desde seu lançamento e é o jornal proporcionalmente mais lido do País, se a circulação for comparada com o mercado atingido. Mas, como Fernandes foi peremptório no desmentido, restam duas explicações para as edições experimentais (há informações seguras sobre outras, que circularam apenas internamente, sob a designação genérica de “testes de máquina). Também há quem afirme que a direção da empresa está preocupada com os fracos resultados do DIÁRIO DE S. PAULO e os testes fariam parte de preparativos para a mudança de formato da fracassada – pelo menos até agora – tentativa da Infoglobo de botar um pezinho em território paulista. Ou (aqui acrescento um simples palpite) não se pode esquecer que o formato tablóide poderia ser uma boa proposta para guindar a circulação do EXTRA ao primeiro lugar em circulação no Brasil.
Fonte; Comunique-se
Fonte; Comunique-se
mais um vira tabloide
No próximo dia 15, O DIA, até a década de 50 o jornal de maior circulação no Rio, estará nas ruas de roupa nova: para economizar custos (principalmente papel), adotará o formato tablóide, com o mesmo preço (recentemente aumentado) de R,20. Seu companheiro mais popular – MEIA HORA – continuará a 60 centavos. Para enfrentar o sucesso do EXTRA, que procurava “roubar” seu público, O DIA buscou a estratégia de melhorar o nível do jornal e, ao mesmo tempo, lançar o MEIA HORA para enfrentar o EXTRA. MEIA HORA é um sucesso – está hoje entre os cinco ou seis jornais mais vendidos no Brasil. Mas O DIA iniciou um mergulho, não conseguindo sequer incomodar O GLOBO “em cima” e, ao mesmo tempo, ser canibalizado “em baixo” pelo MEIA HORA, além do EXTRA. Com formato tablóide mas diferente do MEIA HORA (que é quase quadrado, 32×28cm, exatamente metade de O DIA, e em projeto gráfico de André Hippert, O DIA joga o que poderá ser sua última carta pela sobrevivência. As dificuldades da empresa vêm se acumulando há mais de um ano com a crise global, a queda da receita publicitária e também da circulação. Mas vamos torcer pelo sucesso do novo tablóide e os muitos empregos que ele representa.
Fonte; Comunique-se
Fonte; Comunique-se
outra crônica
Outra crônica postada, agora dede Zé de Jesus Barrêto:
Umas considerações sobre cadáveres e retrovisores
Uma semana depois do assassinato (pra muitos, execução) do delegado Clayton Leão na estrada da Cascalheira, em Camaçari, e precisamente no dia em que alguns rapazes, bem trajados e bem armados, assaltaram no começo da tarde uma das maiores churrascarias da cidade, na orla e cheia de fregueses, o secretário de Segurança do Estado assinou um artigo na página de Opinião do jornal A Tarde ‘tirando o corpo e soltando chumbo’.
Desculpe-me a autoridade, mas a essa altura do descalabro na área da segurança pública baiana, jogar a culpa da escalada estúpida da violência nos últimos anos à manjada ‘herança maldita’... Francamente! Apontar como ações pontuais do governo a contratação de policiais, a aquisição de armamentos e veículos... Francamente!
*
Pessoal, acorda! O tempo de Raimundão Ravengar na área do Retiro foi de banditismo ‘romântico’, robinhoodiano. Hoje é máfia, a brutalidade fria e sofisticada. O crime vai se entranhando, está nos guetos pobres e nos salões engravatados. Quer poder, dinheiro, a qualquer custo. Além das drogas, das leis, das fronteiras. O criminoso de hoje não é um marginal, é um antenado, tem Ipod, usa Twitter, está inserido na tecnologia, globalizado.
Ora, ainda temos delegacias com máquina de escrever, BOs datilografados, pneus carecas, fichários encardidos, justiça emperrada. As causas, diagnósticos... sabemos. Uma delas é a política eleitoreira , de ontem e de hoje. O que se espera do governo são estratégias, foco, sabedoria, justiça, projetos e atitude... fortaleza! O crime é organizado, já os poderes...
*
Ora, se o denodo canino com que esse pessoal se defende (e a seus cargos) e ao mesmo tempo ataca, acusa os adversários de palanque, se essa energia fosse canalizada em busca de soluções para os conflitos ou para executar as ações administrativas que lhes competem, ah, teríamos alguma esperança de dias melhores.
O governador Jaques Wagner, quando tomou posse, jurou que não governaria com olhos no retrovisor. Mas seu pessoal insiste em exumar o carlismo. Tem gente, governador, que segue olhando pelo vidro traseiro, como se andasse de ré. Atropelando cadáveres. Alguns não perceberam a estrada do novo milênio... ainda.
***
Copa da África
Estamos a seis dias do começo da Copa do Mundo africana. Tá chegando a hora do grande espetáculo da bola no planeta Terra. As cidades brasileiras já se enfeitam de verde-amarelo, as cores desse São João, com bandeiras, bandeirolas, pinturas, camisas, vuvuzelas... No clima! Claro, a torcida é pelo Brasil, em busca do hexa. As esperanças, todas, em Kaká, Robinho, Luis Fabiano, no goleirão Júlio Cesar, na boa defesa e... na camisa de um time pentacampeão, que pesa, que intimida o adversário, sim.
*
Entendo como favoritos, além do Brasil, as históricas Alemanha e Itália, sempre fortes. Mas a Espanha tem um belo time, pode surpreender; los hermanos argentinos confiam nos seus astros (Messi, Veron e companhia) e a Inglaterra evoluiu muito. Tem ainda o Portugal de Cristiano Ronaldo, Deco e Liédson e a França, que ultimamente vem marcando presença. No mais, o que der é ‘zebra’. Mas, como a copa será na África, lá a zebra pasta e corre livre!
*
O futebol é um esporte fantástico. A bola que rola no chão iguala todos. Não importa idade, tamanho... Pelé tornou-se rei aos 17 anos. Os maiores jogadores da história tinham (têm) menos de 1m70 : Pelé, Garrincha, Maradona, Zico, Tostão, Sanfellipo, Puskas, Di Stéfano, Messi... Diante da bola todos ficam do mesmo tamanho. Conta a habilidade, a inteligência, a agilidade, a técnica, o jeito de tratar a pelota. Isso faz a diferença.
*
Quero é bola rolando, ver espetáculo, arte!
Quero é GOOOOL!
Umas considerações sobre cadáveres e retrovisores
Uma semana depois do assassinato (pra muitos, execução) do delegado Clayton Leão na estrada da Cascalheira, em Camaçari, e precisamente no dia em que alguns rapazes, bem trajados e bem armados, assaltaram no começo da tarde uma das maiores churrascarias da cidade, na orla e cheia de fregueses, o secretário de Segurança do Estado assinou um artigo na página de Opinião do jornal A Tarde ‘tirando o corpo e soltando chumbo’.
Desculpe-me a autoridade, mas a essa altura do descalabro na área da segurança pública baiana, jogar a culpa da escalada estúpida da violência nos últimos anos à manjada ‘herança maldita’... Francamente! Apontar como ações pontuais do governo a contratação de policiais, a aquisição de armamentos e veículos... Francamente!
*
Pessoal, acorda! O tempo de Raimundão Ravengar na área do Retiro foi de banditismo ‘romântico’, robinhoodiano. Hoje é máfia, a brutalidade fria e sofisticada. O crime vai se entranhando, está nos guetos pobres e nos salões engravatados. Quer poder, dinheiro, a qualquer custo. Além das drogas, das leis, das fronteiras. O criminoso de hoje não é um marginal, é um antenado, tem Ipod, usa Twitter, está inserido na tecnologia, globalizado.
Ora, ainda temos delegacias com máquina de escrever, BOs datilografados, pneus carecas, fichários encardidos, justiça emperrada. As causas, diagnósticos... sabemos. Uma delas é a política eleitoreira , de ontem e de hoje. O que se espera do governo são estratégias, foco, sabedoria, justiça, projetos e atitude... fortaleza! O crime é organizado, já os poderes...
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Ora, se o denodo canino com que esse pessoal se defende (e a seus cargos) e ao mesmo tempo ataca, acusa os adversários de palanque, se essa energia fosse canalizada em busca de soluções para os conflitos ou para executar as ações administrativas que lhes competem, ah, teríamos alguma esperança de dias melhores.
O governador Jaques Wagner, quando tomou posse, jurou que não governaria com olhos no retrovisor. Mas seu pessoal insiste em exumar o carlismo. Tem gente, governador, que segue olhando pelo vidro traseiro, como se andasse de ré. Atropelando cadáveres. Alguns não perceberam a estrada do novo milênio... ainda.
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Copa da África
Estamos a seis dias do começo da Copa do Mundo africana. Tá chegando a hora do grande espetáculo da bola no planeta Terra. As cidades brasileiras já se enfeitam de verde-amarelo, as cores desse São João, com bandeiras, bandeirolas, pinturas, camisas, vuvuzelas... No clima! Claro, a torcida é pelo Brasil, em busca do hexa. As esperanças, todas, em Kaká, Robinho, Luis Fabiano, no goleirão Júlio Cesar, na boa defesa e... na camisa de um time pentacampeão, que pesa, que intimida o adversário, sim.
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Entendo como favoritos, além do Brasil, as históricas Alemanha e Itália, sempre fortes. Mas a Espanha tem um belo time, pode surpreender; los hermanos argentinos confiam nos seus astros (Messi, Veron e companhia) e a Inglaterra evoluiu muito. Tem ainda o Portugal de Cristiano Ronaldo, Deco e Liédson e a França, que ultimamente vem marcando presença. No mais, o que der é ‘zebra’. Mas, como a copa será na África, lá a zebra pasta e corre livre!
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O futebol é um esporte fantástico. A bola que rola no chão iguala todos. Não importa idade, tamanho... Pelé tornou-se rei aos 17 anos. Os maiores jogadores da história tinham (têm) menos de 1m70 : Pelé, Garrincha, Maradona, Zico, Tostão, Sanfellipo, Puskas, Di Stéfano, Messi... Diante da bola todos ficam do mesmo tamanho. Conta a habilidade, a inteligência, a agilidade, a técnica, o jeito de tratar a pelota. Isso faz a diferença.
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Quero é bola rolando, ver espetáculo, arte!
Quero é GOOOOL!
Que vontade de uma crônica
Faz tempo que eu não escrevo uma cvônica mas hoje eu li uma do colega Jolivaldo Freitas, que posto aqui:
As baianas (do acarajé) paulistanas
Já pensando o quê? Lá não é como aqui, não! Tem não esse negócio de “olá baiana, bote aí pra mim com bastante pimenta, com vatapá e camarão”. Tem não. O paulistano, mesmo quando ele é raciado com baiano por avó ou avô nascido tempos idos e migrado, tem a maior má vontade para com o baiano. Quem trampou por lá uns tempos viu como todos tratam o baiano. Para eles, qualquer nordestino é “paraíba” e se o Zé Mané reage vira mais motivo de chacota e pirraça.
Lá não tem disso não, de deixar correr solto as coisas nas ruas, os camelôs e os vendedores ambulantes. Pessoal que vende cachorro-quente tem de ter licença. Oferece churrasco grego ou pastel tem de estar municiado de documentos. Quem vende bugigangas a mesma coisa, e não podia ser diferente com as baianas que fugiram da concorrência difícil de Salvador para tentar o eldorado.
Alguns itens do costume baiano, em se tratando de vendedoras de acarajé, abará, punheta, cocadas e afins (“No tabuleiro da baiana tem”) por lá são considerados fora do tom. Por mais que as autoridades sanitárias soteropolitanas tentem (e olha que elas não tentam muito não) e as entidades de classe delas, as baianas se esforcem para dar treinamento, qualificação e discernimento (também não há um esforço tão grande assim não, é bom que se diga), quem tem a mania, hábito ou vício de degustar um bolinho de feijão fradinho passado na máquina (coisa de antigamente e na verdade não se faz mais, comprando tudo pronto na Feira de São Joaquim, já que as herdeiras das baianas famosas ficaram preguiçosas) e fritado no dendê (não mais na flor do dendê, que ficou caro e difícil de achar) e muito menos com água-de-cheiro, sabe que está correndo risco.
Basta ver que a absoluta maioria não usa luva. Boa parte de quem usa luva é para proteger a mão, pois com a luva fazem tudo que não devem, desde coçar as partes pudendas a assoar o nariz. Além de pegar qualquer coisa que caia no chão e não se troca a luva. Com isso – já que ninguém faz a pesquisa, nem a Vigilância Sanitária e muito menos outros órgãos afetos à saúde do consumidor – o que comemos quando compramos um abará, por exemplo, é a exata mistura de Vitamilho com feijão fradinho, sal, cebola, coentro e coliformes fecais.
Quem quiser que me venha dizer que está comendo o produto com todos os itens de segurança no fazer. Já visitei casa de baiana famosa onde mais de dez ajudantes faziam a massa em cima de uma pia imunda. Já vi acumulado junto ao galinheiro do quintal as folhas de bananeiras que seguram a massa do abará no cozimento. Já apreciei de perto baiana arrancando a cabeça do camarão, colocando na boca e com a mesma mão pegar outros condimentos e enrolar tudo. Mas o que invoca mesmo é a cocadinha.
Na Barra, perto da Marques de Leão, havia uma baiana que a princípio era preciso coragem de enfrentar os seus quitutes. Ela suava e passava o dedo na testa, para retirar as gotículas e limpava a mão na saia rendada, nada impecável. Suas unhas eram imensas e de vez em quando ela passava a ponta da faca por baixo para retirar o acúmulo de massa. Mesmo assim, às cinco da tarde havia uma fila imensa. O acarajé cheirava de longe e devia ser pelo “aditivo”.
Agora as baianas que foram para São Paulo vender seus bocados queixam-se que estão sendo escorraçados das ruas pela Secretaria de Saúde e pelos rapa. Argumentam que o acarajé é patrimônio da humanidade e não apenas dos baianos e que merece respeito. Acontece que o patrimônio precisa ser respeitado por todos. Me diga aí, meu rei, quando foi que você soube ou viu aferição de qualidade de acarajé e abará na Bahia? Minha vizinha, que é viciada em acarajé, diz que não receia, pois a pimenta malagueta mata os micróbios. Tomara.
As baianas (do acarajé) paulistanas
Já pensando o quê? Lá não é como aqui, não! Tem não esse negócio de “olá baiana, bote aí pra mim com bastante pimenta, com vatapá e camarão”. Tem não. O paulistano, mesmo quando ele é raciado com baiano por avó ou avô nascido tempos idos e migrado, tem a maior má vontade para com o baiano. Quem trampou por lá uns tempos viu como todos tratam o baiano. Para eles, qualquer nordestino é “paraíba” e se o Zé Mané reage vira mais motivo de chacota e pirraça.
Lá não tem disso não, de deixar correr solto as coisas nas ruas, os camelôs e os vendedores ambulantes. Pessoal que vende cachorro-quente tem de ter licença. Oferece churrasco grego ou pastel tem de estar municiado de documentos. Quem vende bugigangas a mesma coisa, e não podia ser diferente com as baianas que fugiram da concorrência difícil de Salvador para tentar o eldorado.
Alguns itens do costume baiano, em se tratando de vendedoras de acarajé, abará, punheta, cocadas e afins (“No tabuleiro da baiana tem”) por lá são considerados fora do tom. Por mais que as autoridades sanitárias soteropolitanas tentem (e olha que elas não tentam muito não) e as entidades de classe delas, as baianas se esforcem para dar treinamento, qualificação e discernimento (também não há um esforço tão grande assim não, é bom que se diga), quem tem a mania, hábito ou vício de degustar um bolinho de feijão fradinho passado na máquina (coisa de antigamente e na verdade não se faz mais, comprando tudo pronto na Feira de São Joaquim, já que as herdeiras das baianas famosas ficaram preguiçosas) e fritado no dendê (não mais na flor do dendê, que ficou caro e difícil de achar) e muito menos com água-de-cheiro, sabe que está correndo risco.
Basta ver que a absoluta maioria não usa luva. Boa parte de quem usa luva é para proteger a mão, pois com a luva fazem tudo que não devem, desde coçar as partes pudendas a assoar o nariz. Além de pegar qualquer coisa que caia no chão e não se troca a luva. Com isso – já que ninguém faz a pesquisa, nem a Vigilância Sanitária e muito menos outros órgãos afetos à saúde do consumidor – o que comemos quando compramos um abará, por exemplo, é a exata mistura de Vitamilho com feijão fradinho, sal, cebola, coentro e coliformes fecais.
Quem quiser que me venha dizer que está comendo o produto com todos os itens de segurança no fazer. Já visitei casa de baiana famosa onde mais de dez ajudantes faziam a massa em cima de uma pia imunda. Já vi acumulado junto ao galinheiro do quintal as folhas de bananeiras que seguram a massa do abará no cozimento. Já apreciei de perto baiana arrancando a cabeça do camarão, colocando na boca e com a mesma mão pegar outros condimentos e enrolar tudo. Mas o que invoca mesmo é a cocadinha.
Na Barra, perto da Marques de Leão, havia uma baiana que a princípio era preciso coragem de enfrentar os seus quitutes. Ela suava e passava o dedo na testa, para retirar as gotículas e limpava a mão na saia rendada, nada impecável. Suas unhas eram imensas e de vez em quando ela passava a ponta da faca por baixo para retirar o acúmulo de massa. Mesmo assim, às cinco da tarde havia uma fila imensa. O acarajé cheirava de longe e devia ser pelo “aditivo”.
Agora as baianas que foram para São Paulo vender seus bocados queixam-se que estão sendo escorraçados das ruas pela Secretaria de Saúde e pelos rapa. Argumentam que o acarajé é patrimônio da humanidade e não apenas dos baianos e que merece respeito. Acontece que o patrimônio precisa ser respeitado por todos. Me diga aí, meu rei, quando foi que você soube ou viu aferição de qualidade de acarajé e abará na Bahia? Minha vizinha, que é viciada em acarajé, diz que não receia, pois a pimenta malagueta mata os micróbios. Tomara.
A violência e a política
Ninguém pode negar que os numeros sobre violência aumentaram muito no Estado nesses ultimos anos. Nem adianta deixr de soltar números oficiais, governador Wagner, tem que existir programas de combate e projetos sociais, senão a vaca vai para o brejo. leia esse artigo de Tasso Franco sobre o tema:
O governador Jaques Wagner diz que não vai politizar o tema da crescente onda de violência na Bahia, com destaque nacional diante do assassinato do delegado Clayton Leão, da 18ª de Camaçari, e apresentou uma tese esdrúxula, até desaconselhável a um chefe de executivo dando conta de que, se soubesse como combater o crime de forma eficiente seria milionário. De pronto, recebeu em troca, uma crítica ferina do senador César Borges (PR), quase seu aliado no plano local, e agregado ao projeto Lula/Dilma no âmbito nacional, o epíteto de Pôncio Pilatos. Aquele que lavou às mãos diante do povo à sua porta pedindo a execução de Jesus.
Em tese, o governador não tem poderes para brecar a politização da violência e da sequência de crimes que acontecem na Bahia porque os temas se impõem por exigência da sociedade. E, no momento, o tema em foco, como prioridade 1 é a segurança pública. O governador inclusive sabe disso porque pesquisas de avaliações internas do seu governo feitas pela Campus, e antes pela Vox, apontam nessa direção. Então, ainda que não deseje politizar essa questão, porque no momento é desfavorável ao seu desempenho governamental, vai ter que encarrar o problema.
E, o que é mais sintomático: terá que fazê-lo em duas frentes. A primeira no circuito da gestão. Tentar, ainda, até que a campanha eleitoral propriamente dita comece, a partir de 6 de julho, e com mais intensidade depois de 17 de agosto, melhorar o desempenho da Segurança Pública, se municiar de informações desse setor, analisar dados, convocar os poderes Judiciário e Legislativo, enfim, reduzir os níveis de tensões em que vive a população. Se conseguir pelo menos minimizar esse ambiente carregado que se disseminou pelo estado representa um ganho substancial.
A segunda frente será política. Não tem jeito. Ainda que o governador não queira será forçado a debater o assunto porque seus adversários, hoje, já priorizam essa bandeira, imagine-se o que acontecerá durante a campanha. E reze o governador para que não ocorram fatos, mais adiante, que chamem a atenção nacional porque aí será fatal para suas pretensões políticas. O melhor, portanto, é se organizar nessa direção, estabelecer comparativos, acercar-se de uma "troque de choque" parlamentar, pois, vem chumbo grosso à caminho e não é pouco.
Veja que, no crime do delegado Clayton, se a imprensa não procurasse alguns parlamentares da base do governo, não teria saído uma linha em defesa do governador. Entre os sindicatos, apenas o Sindilimp, emitiu uma nota de apoio à Polícia. Espontaneamente, nenhum deputado saiu em defesa do governo, nem na Assembleia; nem na Câmara. Até mesmo os candidatos ao Senado, Lídice da Mata, e Walter Pinheiro, nada falaram. E, na equipe de governo, no ambiente dos direitos humanos, zero. Enquanto isso, do outro lado, um bombardeio. Artilharia pesada e que fez um estrago enorme na imagem governamental.
Há de se dizer que a imprensa colaborou nessa direção. Evidente. A midia trabalha, preferencialmente, com a cultura do mal. Isso inclusive faz parte do viver nacional. Mas, ela só avança nesse direção se existirem fatos. Brizola se queixava demais da Rede Globo e a exposição da "guerra" nos morros do Rio de Janeiro. A manutenção do noticiário nessa direção, nos dias atuais, é tão itensa quando na época brizolista porque o problema continua e se agrava. A Bahia, hoje, vive esse drama. Sua vitrine está trincada e ganha espaços porque faltam ações competentes para conter a violência.
Aqui do meu palanque, sem votos, convocaria até a oposição para um pacto. E todos os setores da sociedade. Sem isso, só a proteção divina.
O governador Jaques Wagner diz que não vai politizar o tema da crescente onda de violência na Bahia, com destaque nacional diante do assassinato do delegado Clayton Leão, da 18ª de Camaçari, e apresentou uma tese esdrúxula, até desaconselhável a um chefe de executivo dando conta de que, se soubesse como combater o crime de forma eficiente seria milionário. De pronto, recebeu em troca, uma crítica ferina do senador César Borges (PR), quase seu aliado no plano local, e agregado ao projeto Lula/Dilma no âmbito nacional, o epíteto de Pôncio Pilatos. Aquele que lavou às mãos diante do povo à sua porta pedindo a execução de Jesus.
Em tese, o governador não tem poderes para brecar a politização da violência e da sequência de crimes que acontecem na Bahia porque os temas se impõem por exigência da sociedade. E, no momento, o tema em foco, como prioridade 1 é a segurança pública. O governador inclusive sabe disso porque pesquisas de avaliações internas do seu governo feitas pela Campus, e antes pela Vox, apontam nessa direção. Então, ainda que não deseje politizar essa questão, porque no momento é desfavorável ao seu desempenho governamental, vai ter que encarrar o problema.
E, o que é mais sintomático: terá que fazê-lo em duas frentes. A primeira no circuito da gestão. Tentar, ainda, até que a campanha eleitoral propriamente dita comece, a partir de 6 de julho, e com mais intensidade depois de 17 de agosto, melhorar o desempenho da Segurança Pública, se municiar de informações desse setor, analisar dados, convocar os poderes Judiciário e Legislativo, enfim, reduzir os níveis de tensões em que vive a população. Se conseguir pelo menos minimizar esse ambiente carregado que se disseminou pelo estado representa um ganho substancial.
A segunda frente será política. Não tem jeito. Ainda que o governador não queira será forçado a debater o assunto porque seus adversários, hoje, já priorizam essa bandeira, imagine-se o que acontecerá durante a campanha. E reze o governador para que não ocorram fatos, mais adiante, que chamem a atenção nacional porque aí será fatal para suas pretensões políticas. O melhor, portanto, é se organizar nessa direção, estabelecer comparativos, acercar-se de uma "troque de choque" parlamentar, pois, vem chumbo grosso à caminho e não é pouco.
Veja que, no crime do delegado Clayton, se a imprensa não procurasse alguns parlamentares da base do governo, não teria saído uma linha em defesa do governador. Entre os sindicatos, apenas o Sindilimp, emitiu uma nota de apoio à Polícia. Espontaneamente, nenhum deputado saiu em defesa do governo, nem na Assembleia; nem na Câmara. Até mesmo os candidatos ao Senado, Lídice da Mata, e Walter Pinheiro, nada falaram. E, na equipe de governo, no ambiente dos direitos humanos, zero. Enquanto isso, do outro lado, um bombardeio. Artilharia pesada e que fez um estrago enorme na imagem governamental.
Há de se dizer que a imprensa colaborou nessa direção. Evidente. A midia trabalha, preferencialmente, com a cultura do mal. Isso inclusive faz parte do viver nacional. Mas, ela só avança nesse direção se existirem fatos. Brizola se queixava demais da Rede Globo e a exposição da "guerra" nos morros do Rio de Janeiro. A manutenção do noticiário nessa direção, nos dias atuais, é tão itensa quando na época brizolista porque o problema continua e se agrava. A Bahia, hoje, vive esse drama. Sua vitrine está trincada e ganha espaços porque faltam ações competentes para conter a violência.
Aqui do meu palanque, sem votos, convocaria até a oposição para um pacto. E todos os setores da sociedade. Sem isso, só a proteção divina.
Wagner inaugura; oposição critica
Excelente artigo do jornalista Tasso Franco:
Adotado como contra-ponto às investidas e críticas da oposição, os estrategistas do governo e da campanha de reeleição do governador Wagner argúem que, enquanto os candidatos adversários só fazem revelar problemas administrativos sem apontar soluções, o chefe do Executivo segue sua trilha de inaugurações pelo interior. Já cunharam até um mote: Wagner inaugura; oposição critica. Tem sentido. Aliás, relação dupla porque o papel da oposição, sem caneta e sem poder, é criticar. E a missão do governador é mostrar serviço.
Wagner esteve nessa posição de estilingue, em 2006, e sabe o que isso representa. Desde 2007, quando assumiu o governo prometendo mudanças difundidas durante a campanha, passou a ser vidraça. É natural, portanto, que seja criticado. A hora, aliás, é esta, passados três anos e cinco meses do seu governo quando se tem uma idéia mais precisa do que realizou ou deixou a desejar. É aí que entra a oposição para avivar junto à opinião pública a qualidade de sua gestão.
Também têm valor as viagens que faz ao interior com freqüência. Disse em seu recente "Conversa com o Governador": "Toda semana eu continuo visitando muito o interior do estado. São muitas obras a serem entregues. Outras a serem anunciadas ou ordem de serviço a ser dada". Na semana passada esteve em Aramari, Wagner, Nova Fátima, Capela do Alto Alegre e Várzea da Roça entregando estradas recuperadas, veículos para PM e Unidades de Saúde.
A oposição destaca que, às vezes, são obras tão irrelevantes que sequer compensa o custo da viagem do governador. E, situações em duplicidade. Prefeitos que já tinham sido contemplados com ambulâncias e veículos da PM nas solenidades do Centro Administrativo, em Salvador, são novamente presenteados nas visitas de Wagner ao interior. O governo entende que toda obra é relevante, ainda que seja um poço artesiano ou uma ligação Água Para Todos num distrito. A galinha enche o papo é assim: de grão em grão.
Falta ao governo, segundo seus adversários, grandeza e visão de estado. O ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato do PMDB, diz que a Bahia perdeu a condição de protagonista no Nordeste, posto assumido pelo Ceará e Pernambuco. Isso tanto do ponto de vista político, como de empreendimentos, investimentos públicos e privados. O ex-governador Paulo Souto, candidato do DEM, tem posição assemelhada. Acha que a Bahia, mesmo nas questões básicas - saúde, segurança e educação - perdeu o bonde da história. E no cenário nacional se apagou.
Wagner não vê assim. Atua na organização de projetos estruturantes e de grande porte (Ferrovia Oeste/Leste; Ponte de Itaparica com remodelagem de áreas da capital e Recôncavo; requalificação dos portos e infra-estrutura; nova dinâmica no Complexo Petroquímico de Camaçari e outros) que demandam tempo e não são executados a curto e médio prazos. A eleição é em outubro próximo e essa é uma missão importante para os homens de marketing político repassarem e convencerem à opinião pública.
Hoje, a assessoria política de Wagner fica a desejar. É mais lenta do que as de Soutto, Geddel e Bassuma. Aliás, sequer existe. Também lhe falta uma "tropa de choque" para o embate. O PT se desgasta com disputas internas. Perde tempo. E o governador, está sozinho no front.
Fonte; Noticias da Bahia
Adotado como contra-ponto às investidas e críticas da oposição, os estrategistas do governo e da campanha de reeleição do governador Wagner argúem que, enquanto os candidatos adversários só fazem revelar problemas administrativos sem apontar soluções, o chefe do Executivo segue sua trilha de inaugurações pelo interior. Já cunharam até um mote: Wagner inaugura; oposição critica. Tem sentido. Aliás, relação dupla porque o papel da oposição, sem caneta e sem poder, é criticar. E a missão do governador é mostrar serviço.
Wagner esteve nessa posição de estilingue, em 2006, e sabe o que isso representa. Desde 2007, quando assumiu o governo prometendo mudanças difundidas durante a campanha, passou a ser vidraça. É natural, portanto, que seja criticado. A hora, aliás, é esta, passados três anos e cinco meses do seu governo quando se tem uma idéia mais precisa do que realizou ou deixou a desejar. É aí que entra a oposição para avivar junto à opinião pública a qualidade de sua gestão.
Também têm valor as viagens que faz ao interior com freqüência. Disse em seu recente "Conversa com o Governador": "Toda semana eu continuo visitando muito o interior do estado. São muitas obras a serem entregues. Outras a serem anunciadas ou ordem de serviço a ser dada". Na semana passada esteve em Aramari, Wagner, Nova Fátima, Capela do Alto Alegre e Várzea da Roça entregando estradas recuperadas, veículos para PM e Unidades de Saúde.
A oposição destaca que, às vezes, são obras tão irrelevantes que sequer compensa o custo da viagem do governador. E, situações em duplicidade. Prefeitos que já tinham sido contemplados com ambulâncias e veículos da PM nas solenidades do Centro Administrativo, em Salvador, são novamente presenteados nas visitas de Wagner ao interior. O governo entende que toda obra é relevante, ainda que seja um poço artesiano ou uma ligação Água Para Todos num distrito. A galinha enche o papo é assim: de grão em grão.
Falta ao governo, segundo seus adversários, grandeza e visão de estado. O ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato do PMDB, diz que a Bahia perdeu a condição de protagonista no Nordeste, posto assumido pelo Ceará e Pernambuco. Isso tanto do ponto de vista político, como de empreendimentos, investimentos públicos e privados. O ex-governador Paulo Souto, candidato do DEM, tem posição assemelhada. Acha que a Bahia, mesmo nas questões básicas - saúde, segurança e educação - perdeu o bonde da história. E no cenário nacional se apagou.
Wagner não vê assim. Atua na organização de projetos estruturantes e de grande porte (Ferrovia Oeste/Leste; Ponte de Itaparica com remodelagem de áreas da capital e Recôncavo; requalificação dos portos e infra-estrutura; nova dinâmica no Complexo Petroquímico de Camaçari e outros) que demandam tempo e não são executados a curto e médio prazos. A eleição é em outubro próximo e essa é uma missão importante para os homens de marketing político repassarem e convencerem à opinião pública.
Hoje, a assessoria política de Wagner fica a desejar. É mais lenta do que as de Soutto, Geddel e Bassuma. Aliás, sequer existe. Também lhe falta uma "tropa de choque" para o embate. O PT se desgasta com disputas internas. Perde tempo. E o governador, está sozinho no front.
Fonte; Noticias da Bahia
Omissão da mídia ajuda os ladrões do dinheiro público
por Chico Bruno
No dia 27 de maio entrou em vigor a Lei 131/2009, mais conhecida como Lei da Transparência, mas também chamada de Lei Capiberibe, em homenagem ao seu autor, que mantém um sítio na internet para dirimir dúvidas sobre à auto-aplicação da referida lei.
Capiberibe está entrincheirado no twitter cobrando a aplicação da Lei 131 a partir do próximo dia 28 nos municípios com mais de cem mil habitantes.
Vale lembrar, que essas cidades tiveram um ano de prazo para se adaptar a novidade.
Infelizmente a mídia tem dado pouco espaço a essa nova arma de combate a ladroagem que infecta o poder público do país.
Uma ladroagem instalada principalmente nas obras de infraestrutura, na saúde e na educação.
O descaso com a Lei 131 é tão grande na mídia, que durante o Painel RBS com os três principais candidatos a presidência da República, nenhum dos jornalistas que argüiram Serra, Dilma ou Marina tocaram no assunto.
Aliás, os três, também, não se dignam a responder sobre a lei 131 quando instados pelo twitter.
O descaso da mídia é intrigante, pois bradou diariamente pela aprovação da Lei Ficha Limpa, mas se omite em relação à Lei 131, que irá combater para que não existam fichas-sujas no poder público do país.
Será que a mídia, ainda, não entendeu que a Lei 131 abre a execução orçamentária em tempo real sem senhas e que isso vai permitir a qualquer cidadão acompanhar o dia a dia das contas públicas.
Vale lembrar mais uma vez, que a Lei 131 obriga o gestor público a publicar na internet em tempo real a ordem de serviço das compras e serviços que serão contratados.
A Lei 131, dessa forma, possibilita que uma compra ou serviço seja interrompido antes de sua execução.
Ao que parece, será preciso que se desenhe, para que a mídia entenda que a Lei 131 é a ação mais eficaz contra a ladroagem já produzida até hoje no país.
Os maus gestores públicos estão achando ótimo o desinteresse da mídia, pois assim não são cobrados para que implantem a Lei no prazo estipulado.
Esses maus gestores não perdem por esperar, pois seus adversários estão prontos para argüir no Ministério Público o descumprimento da Lei 131 e a União, pelas declarações da CGU, vai reter os repasses federais das cidades que descumprirem a Lei.
Pelo menos, isso!
Fonte; Noticias da Bahia
No dia 27 de maio entrou em vigor a Lei 131/2009, mais conhecida como Lei da Transparência, mas também chamada de Lei Capiberibe, em homenagem ao seu autor, que mantém um sítio na internet para dirimir dúvidas sobre à auto-aplicação da referida lei.
Capiberibe está entrincheirado no twitter cobrando a aplicação da Lei 131 a partir do próximo dia 28 nos municípios com mais de cem mil habitantes.
Vale lembrar, que essas cidades tiveram um ano de prazo para se adaptar a novidade.
Infelizmente a mídia tem dado pouco espaço a essa nova arma de combate a ladroagem que infecta o poder público do país.
Uma ladroagem instalada principalmente nas obras de infraestrutura, na saúde e na educação.
O descaso com a Lei 131 é tão grande na mídia, que durante o Painel RBS com os três principais candidatos a presidência da República, nenhum dos jornalistas que argüiram Serra, Dilma ou Marina tocaram no assunto.
Aliás, os três, também, não se dignam a responder sobre a lei 131 quando instados pelo twitter.
O descaso da mídia é intrigante, pois bradou diariamente pela aprovação da Lei Ficha Limpa, mas se omite em relação à Lei 131, que irá combater para que não existam fichas-sujas no poder público do país.
Será que a mídia, ainda, não entendeu que a Lei 131 abre a execução orçamentária em tempo real sem senhas e que isso vai permitir a qualquer cidadão acompanhar o dia a dia das contas públicas.
Vale lembrar mais uma vez, que a Lei 131 obriga o gestor público a publicar na internet em tempo real a ordem de serviço das compras e serviços que serão contratados.
A Lei 131, dessa forma, possibilita que uma compra ou serviço seja interrompido antes de sua execução.
Ao que parece, será preciso que se desenhe, para que a mídia entenda que a Lei 131 é a ação mais eficaz contra a ladroagem já produzida até hoje no país.
Os maus gestores públicos estão achando ótimo o desinteresse da mídia, pois assim não são cobrados para que implantem a Lei no prazo estipulado.
Esses maus gestores não perdem por esperar, pois seus adversários estão prontos para argüir no Ministério Público o descumprimento da Lei 131 e a União, pelas declarações da CGU, vai reter os repasses federais das cidades que descumprirem a Lei.
Pelo menos, isso!
Fonte; Noticias da Bahia
Bahia avança no combate à pobreza e é destaque nacional
Bahia avança no combate à pobreza e é destaque nacional A Bahia fechou 2009 com bons resultados na área de inclusão social, graças às políticas públicas tocadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes). “Conseguimos avanços que serão uma nova página na história da Bahia. Hoje somos o estado que mais combate a pobreza no Brasil”, afirmou a secretária Arany Santana.
Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de pobreza na Bahia passou de 49,5%, em 2006, para 44,3%, em 2009, o que representa uma redução de 5,2 pontos percentuais. A secretária destacou que esta conquista está relacionada aos resultados dos programas de inclusão social e às políticas de segurança alimentar e nutricional.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE/2004) mostrou que 50,2% dos baianos corriam o risco de não ter pelo menos três refeições diárias e 1,7 milhão de pessoas tinham a possibilidade de passar fome diariamente. Além disso, mais de 1,4 milhão de famílias, ou seja, metade da população baiana, precisavam do Bolsa Família para sobreviver.
Entretanto, desde 2007, 140 mil famílias pobres foram incluídas no programa federal. Com um trabalho reconhecido nacionalmente, inclusive premiado pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a Bahia conseguiu avançar 62,7% no acompanhamento do Bolsa Família referente à saúde e 15% no acompanhamento sobre a educação. Isso significa a garantia de mais crianças vacinadas, gestantes fazendo pré-natal e mais crianças na escola.
Para combater o grau de insegurança alimentar alarmante no estado, o governador Jaques Wagner aprovou a Lei Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional, cujo texto foi redigido pela Sedes, juntamente com a sociedade civil. A medida exige alimento em quantidade e qualidade suficientes para a população e obriga o governo a executar ações de fortalecimento da agricultura familiar, reforma agrária e demarcação de terras, a dar acesso à água de qualidade, alimentação escolar saudável, além de geração de trabalho e renda para as comunidades mais pobres.
De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Francisco Menezes, a Bahia vem sendo destaque entre os estados brasileiros, “em função das ações que vem desenvolvendo na articulação de políticas de combate à fome, a exemplo da ampliação da composição do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea)”.
Outra pauta importante no novo cenário do desenvolvimento social da Bahia é o Decreto 11.048, assinado pelo governador em 2008. Essa ação, segundo a secretária, torna a política de assistência social no estado mais transparente, ágil e eficiente. O decreto, chamado Fundo a Fundo, determina que os recursos financeiros do Fundo Estadual da Assistência Social (Feas) sejam transferidos direta e automaticamente para os fundos municipais, independente de convênio com as prefeituras. Além disso, todos os municípios baianos foram habilitados no Sistema Único da Assistência Social (Suas).
Dessa forma, é superada a burocracia que tanto dificultava o atendimento aos usuários dos serviços de assistência social, como os portadores de deficiência física, crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual, mulheres em situação de violência e qualquer outro cidadão ou família em situação de vulnerabilidade social.
Outras quatro grandes ações de combate à pobreza também merecem destaque na atuação da Sedes. São o projeto de construção de cisternas para armazenamento da água de chuva, a implementação do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), formação e qualificação profissional juvenil e inclusão socioprodutiva.
Com a aprovação dos projetos apresentados pela Sedes no âmbito dos editais lançados pelo MDS, foram captados recursos para implantação de mais um restaurante popular (além de dois já mantidos pelo Estado) e duas cozinhas comunitárias, formação de 837 agentes dos 417 municípios em segurança alimentar, aquisição e distribuição de 4,3 mil toneladas de alimentos, implantação de hortas, unidades de criação de pequenos animais e implantação de feiras verdes nos centros sociais urbanos (CSUs).
Foi realizada também a reforma do CSU do Nordeste de Amaralina, bairro com um dos maiores índices de violência de Salvador, com a construção da primeira piscina semiolímpica em bairro popular da Bahia.
Este ano, a Sedes continua executando ações. No primeiro trimestre, além da ampliação do PAA na Chapada Diamantina, por meio de implantação de unidades familiares de produção agroecológica sustentável, já está pautada a inauguração de complexo agroindustrial de caprinos e ovinos no município de Jussara, que vai atender a diversos municípios do semiárido. Nesse último projeto, a Sedes investiu R$ 1,7 milhão em laticínio, curtume, abatedouro-frigorífico, escola de artefatos de couro e unidades de produção de leite.
Nesses três anos e meio, o governo da Bahia conseguiu alcançar 100% de habilitação dos municípios baianos no Sistema Único da Assistência Social. Este foi um importante avanço na gestão de ações de assistência social do Estado, o que vem se consolidando desde 2007. Isso significa que os municípios terão de cumprir normas operacionais do sistema. Todos eles, por exemplo, já criaram conselho, fundo e plano de assistência social, mostrando um avanço na vida de 1,5 milhão de famílias baianas que estão em situação de vulnerabilidade – todas elas já são beneficiárias do Bolsa Família.
Transparência, agilidade e eficiência
A política de ação continuada da assistência social na Bahia ganha mais transparência, agilidade e eficiência. Com o Decreto 11.048, foram superados os trâmites burocráticos, facilitando o atendimento aos usuários dos serviços. O decreto atende à principal reivindicação dos movimentos sociais e entidades ligadas ao tema durante a Conferência Estadual de Assistência Social, realizada em novembro de 2007.
A medida permite a descentralização político-administrativa e o fortalecimento dos fundos e conselhos de assistência social. Juntamente com a Sedes, eles fiscalizarão a movimentação dos recursos. Caso constatem o emprego irregular do fundo municipal, as prefeituras devem devolver ao Feas os valores repassados.
Essa ação inaugura a nova lógica do Fundo a Fundo no estado. A Bahia é o quarto estado a regulamentar esse trâmite. A apresentação dos planos de ação pode ser feita através do SuasWeb, sistema onde governo federal, estados e municípios gestam informações essenciais da rede socioassistencial.
Novos Cras
O governo da Bahia, através da Sedes, em parceria com o governo federal, está ampliando o número de unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) em todo o estado. Este ano, serão instalados 89 novos Cras, contemplando 69 municípios. Estima-se que mais de 315 mil famílias sejam beneficiadas com as novas unidades. Com a implantação desses centros, a Bahia terá 512 unidades presentes em 356 municípios. Assim, mais de 85% das cidades terão mais essa ação do MDS e da Sedes.
Os investimentos mensais para custear essas novas unidades são de R$ 1,5 milhão, oriundos do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), e de R$ 335 mil, do Feas. Esses valores serão repassados aos fundos municipais. Todas as cidades baianas já criaram conselho, fundo e plano de assistência social, critérios para o repasse dos recursos. Elas devem prestar conta da gestão aos governos estadual e federal.
Em 2009, os 423 Cras existentes em 340 municípios atenderam a 1,5 milhão de famílias. Das 69 cidades contempladas, 16 ainda não contavam com esse serviço. Agora as comunidades de Belmonte, Belo Campo, Caldeirão Grande, Castro Alves, Cícero Dantas, Guanambi, Inhambupe, Ipupiara, Jacaraci, Matina, Mortugaba, Olindina, Presidente Jânio Quadros, Rio Real, Umburanas e Várzea do Poço podem ser assistidas pelos centros de referência.
Na capital baiana, o número de Cras passa de 17 para 35. Já Vitória da Conquista e Feira de Santana ganham este ano mais duas novas unidades para desafogar o atendimento em outros Cras dos municípios.
Segmentos tradicionais
O ano de 2009 foi fechado com benefícios para os povos e comunidades tradicionais da Bahia. Quilombolas, indígenas, extrativistas, pescadores artesanais, comunidades de fundo e fecho de pasto, povos de terreiro e ciganos se reuniram em dezembro, em Salvador, para discutir e aprovar o Plano Estadual de Desenvolvimento Sustentável de Povos de Comunidades Tradicionais. Com isso, a Bahia será o primeiro estado do país a ter uma política pública específica voltada para esses segmentos.
As propostas que compõem o plano saíram dos seminários e ciclos de debate de todos esses grupos, realizados este ano. Durante esses encontros, a lição dos representantes desses povos e comunidades foi sobre as diferentes formas de luta contra a invisibilidade histórica do estado, responsável por apartar essas populações de seus direitos durante séculos.
“Olhando para esse auditório, dá pra ver que essa é a cara da Bahia. Somos a prova de que o caráter de exploração do Brasil nasceu aqui, por isso ficamos tanto tempo excluídos. Mas também somos a prova da resistência. E hoje estamos dizendo para o governo as políticas públicas que queremos”, ressaltou o cacique Akanauã Bauã, do povo Hã-hã-hãe, representando todos os povos e comunidades tradicionais presentes no seminário.
“Com esse passo que estamos dando hoje, espero que meus netos nunca passem pelo que eu passei. Nosso povo era tratado como bicho. Hoje já podemos assumir o que somos. E nenhuma dessas conquistas foi de graça. Se estamos aqui hoje é porque merecemos”, declarou Mameto kya Nkisi Zulmira França, uma das representantes dos povos de terreiro.
Educar para Construir
O Educar para Construir formou no ano passado 400 alunos. Ele vêm se destacando entre os projetos de responsabilidade social do governo da Bahia, inclusive sendo premiado nos últimos dois anos.
A visibilidade do projeto junto ao setor da construção civil, além da parceria com o Sindicato da Indústria da Construção da Bahia, garantiu o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2009, referendado pelo 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção. O outro prêmio foi o 5º Top Social Norte e Nordeste, em 2008, promovido pela ADVB/BA e Abap/BA.
O projeto, que tem como finalidade proporcionar a qualificação profissional, inclusão digital, articulação comunitária e a qualificação de jovens como multiplicadores do esporte, já beneficiou cerca de mil jovens das comunidades de Alagados, Novos Alagados, Recanto Feliz e Paraíso Azul (Costa Azul), Moradas da Lagoa, Massaranduba e Uruguai. De todos esses jovens, 75% já estão trabalhando com carteira assinada.
O Educar para Construir é financiado pelo governo da Bahia, através da Sedes, dentro do programa Jovens Baianos, com investimento acima de R$ 1,3 milhão. Atualmente executa atividades de formação no período de 12 meses nas áreas de construção civil e esporte.
Este ano, as atividades começaram em abril, com mais de 400 jovens inscritos, sendo que 202 deles já estão atuando no mercado de trabalho como menores aprendizes e estagiários na área de construção civil. O Educar para Construir tem como parceiro e executor a Cooperação e Desenvolvimento da Morada Humana (CDM).
Outra realidade no semiárido
“Tendo água na cisterna, não precisamos de esmola”, ressaltou o sertanejo e professor João Bispo, ao som da viola. Ele é morador do município de Chorrochó e é colaborador do projeto Cisternas nas Escolas, do governo da Bahia. A ação, uma das inovações do programa Água para Todos, agrega um conjunto de iniciativas voltadas à melhoria da qualidade de vida no semiárido.
Além de Chorrochó, outros 12 municípios são beneficiados pelo Cisternas nas Escolas, um projeto da Sedes, em parceria com o Centro de Assessoria do Assuruá (CAA) e outras entidades. Segurança alimentar, educação do campo, sustentabilidade e convivência com o semiárido são alguns dos temas tratados pelos educadores, como João Bispo, com os estudantes e suas famílias.
Os recursos estão viabilizando a construção de cisternas em 43 escolas de 13 municípios. As regiões contempladas são as que possuem baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A previsão também é implantar diversas hortas comunitárias para possibilitar atividades na área de educação alimentar.
Mais renda no campo e comida na mesa
O governo da Bahia e o governo federal estão comprando diretamente da agricultura familiar de diversos municípios do estado. Essa é uma estratégia do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que integra o Fome Zero. A ação beneficia cerca de duas mil pessoas, entre agricultores, usuários da rede de ensino e de entidades socioassistenciais, além de todo o público atendido pelos Cras.
Na Bahia, esta é a primeira articulação entre a produção de agricultores familiares e as demandas locais de suplementação alimentar e nutricional dos públicos-alvo das políticas de assistência social. O resultado esperado é o desenvolvimento da economia local, o fortalecimento da agricultura familiar, a melhoria alimentar e nutricional das pessoas beneficiárias das doações de alimentos e a geração de trabalho e renda no campo.
Banana, aipim, jaca, cupuaçu, tapioca, tangerina, puba, beiju, graviola e coco são apenas alguns dos produtos expostos pelas famílias nos centros de distribuição do PAA dos municípios.
As ações do PAA são executadas em 20 municípios distribuídos nos territórios do Consórcio de Segurança Alimentar e Desenvolvimento Local (Consad). A estimativa é que sejam beneficiados 1,9 mil agricultores familiares e 94,4 mil pessoas em vulnerabilidade alimentar e nutricional. Os investimentos somam R$ 7,3 milhões, oriundos de contrapartidas do governo federal e do governo da Bahia. Mais de 90% desses recursos serão investidos na aquisição de 4,3 mil toneladas de alimentos.
Para uma gestão compartilhada do PAA, foram formados comitês gestores municipais nas 20 cidades do Consad, integrantes do programa. O resultado disso foi a mobilização de cinco mil pessoas, entre agricultores rurais, beneficiários do Bolsa Família, entidades e organizações sociais e movimentos de luta pela terra, que acompanham a execução dessa política.
Ressocialização de jovens
O governo da Bahia continua os investimentos em medidas socioeducativas de semiliberdade e de internação com a construção e reformas das unidades que beneficiam adolescentes em conflito com a lei. Atualmente, a Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), vinculada à Sedes, está construindo mais uma Comunidade de Atendimento Socioeducativo (Case), que será implantada no município de Feira de Santana. Os investimentos para este centro de internamento têm a parceira do governo federal e chegam a R$ 10,7 milhões.
O município de Camaçari também será contemplado com uma Case com capacidade para 90 adolescentes e cujos investimentos são de R$ 7,2 milhões.
Desde 2007, o governo estadual inaugurou dez unidades de semiliberdade, mostrando o avanço neste setor, já que há dez anos não eram construídos novos centros. Foram criadas ainda as comunidades de internamento equipadas para a ressocialização desses jovens.
Outras ações do governo nesta área são a reforma da Unidade Juiz Melo Matos, localizada também em Feira de Santana, funcionando apenas para internação provisória dos adolescentes vindos do interior.
No caso das unidades de semiliberdade, dependendo da decisão que os juizados da infância e juventude aplicarem, os jovens que cumprirem as medidas estabelecidas poderão desenvolver atividades educativas fora dos centros onde estão recolhidos. A Bahia conta ainda com três unidades de internação, que funcionam nos municípios de Feira de Santana, Simões Filho e Salvador.
Fonte: AGECOM
Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de pobreza na Bahia passou de 49,5%, em 2006, para 44,3%, em 2009, o que representa uma redução de 5,2 pontos percentuais. A secretária destacou que esta conquista está relacionada aos resultados dos programas de inclusão social e às políticas de segurança alimentar e nutricional.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE/2004) mostrou que 50,2% dos baianos corriam o risco de não ter pelo menos três refeições diárias e 1,7 milhão de pessoas tinham a possibilidade de passar fome diariamente. Além disso, mais de 1,4 milhão de famílias, ou seja, metade da população baiana, precisavam do Bolsa Família para sobreviver.
Entretanto, desde 2007, 140 mil famílias pobres foram incluídas no programa federal. Com um trabalho reconhecido nacionalmente, inclusive premiado pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a Bahia conseguiu avançar 62,7% no acompanhamento do Bolsa Família referente à saúde e 15% no acompanhamento sobre a educação. Isso significa a garantia de mais crianças vacinadas, gestantes fazendo pré-natal e mais crianças na escola.
Para combater o grau de insegurança alimentar alarmante no estado, o governador Jaques Wagner aprovou a Lei Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional, cujo texto foi redigido pela Sedes, juntamente com a sociedade civil. A medida exige alimento em quantidade e qualidade suficientes para a população e obriga o governo a executar ações de fortalecimento da agricultura familiar, reforma agrária e demarcação de terras, a dar acesso à água de qualidade, alimentação escolar saudável, além de geração de trabalho e renda para as comunidades mais pobres.
De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Francisco Menezes, a Bahia vem sendo destaque entre os estados brasileiros, “em função das ações que vem desenvolvendo na articulação de políticas de combate à fome, a exemplo da ampliação da composição do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea)”.
Outra pauta importante no novo cenário do desenvolvimento social da Bahia é o Decreto 11.048, assinado pelo governador em 2008. Essa ação, segundo a secretária, torna a política de assistência social no estado mais transparente, ágil e eficiente. O decreto, chamado Fundo a Fundo, determina que os recursos financeiros do Fundo Estadual da Assistência Social (Feas) sejam transferidos direta e automaticamente para os fundos municipais, independente de convênio com as prefeituras. Além disso, todos os municípios baianos foram habilitados no Sistema Único da Assistência Social (Suas).
Dessa forma, é superada a burocracia que tanto dificultava o atendimento aos usuários dos serviços de assistência social, como os portadores de deficiência física, crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual, mulheres em situação de violência e qualquer outro cidadão ou família em situação de vulnerabilidade social.
Outras quatro grandes ações de combate à pobreza também merecem destaque na atuação da Sedes. São o projeto de construção de cisternas para armazenamento da água de chuva, a implementação do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), formação e qualificação profissional juvenil e inclusão socioprodutiva.
Com a aprovação dos projetos apresentados pela Sedes no âmbito dos editais lançados pelo MDS, foram captados recursos para implantação de mais um restaurante popular (além de dois já mantidos pelo Estado) e duas cozinhas comunitárias, formação de 837 agentes dos 417 municípios em segurança alimentar, aquisição e distribuição de 4,3 mil toneladas de alimentos, implantação de hortas, unidades de criação de pequenos animais e implantação de feiras verdes nos centros sociais urbanos (CSUs).
Foi realizada também a reforma do CSU do Nordeste de Amaralina, bairro com um dos maiores índices de violência de Salvador, com a construção da primeira piscina semiolímpica em bairro popular da Bahia.
Este ano, a Sedes continua executando ações. No primeiro trimestre, além da ampliação do PAA na Chapada Diamantina, por meio de implantação de unidades familiares de produção agroecológica sustentável, já está pautada a inauguração de complexo agroindustrial de caprinos e ovinos no município de Jussara, que vai atender a diversos municípios do semiárido. Nesse último projeto, a Sedes investiu R$ 1,7 milhão em laticínio, curtume, abatedouro-frigorífico, escola de artefatos de couro e unidades de produção de leite.
Nesses três anos e meio, o governo da Bahia conseguiu alcançar 100% de habilitação dos municípios baianos no Sistema Único da Assistência Social. Este foi um importante avanço na gestão de ações de assistência social do Estado, o que vem se consolidando desde 2007. Isso significa que os municípios terão de cumprir normas operacionais do sistema. Todos eles, por exemplo, já criaram conselho, fundo e plano de assistência social, mostrando um avanço na vida de 1,5 milhão de famílias baianas que estão em situação de vulnerabilidade – todas elas já são beneficiárias do Bolsa Família.
Transparência, agilidade e eficiência
A política de ação continuada da assistência social na Bahia ganha mais transparência, agilidade e eficiência. Com o Decreto 11.048, foram superados os trâmites burocráticos, facilitando o atendimento aos usuários dos serviços. O decreto atende à principal reivindicação dos movimentos sociais e entidades ligadas ao tema durante a Conferência Estadual de Assistência Social, realizada em novembro de 2007.
A medida permite a descentralização político-administrativa e o fortalecimento dos fundos e conselhos de assistência social. Juntamente com a Sedes, eles fiscalizarão a movimentação dos recursos. Caso constatem o emprego irregular do fundo municipal, as prefeituras devem devolver ao Feas os valores repassados.
Essa ação inaugura a nova lógica do Fundo a Fundo no estado. A Bahia é o quarto estado a regulamentar esse trâmite. A apresentação dos planos de ação pode ser feita através do SuasWeb, sistema onde governo federal, estados e municípios gestam informações essenciais da rede socioassistencial.
Novos Cras
O governo da Bahia, através da Sedes, em parceria com o governo federal, está ampliando o número de unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) em todo o estado. Este ano, serão instalados 89 novos Cras, contemplando 69 municípios. Estima-se que mais de 315 mil famílias sejam beneficiadas com as novas unidades. Com a implantação desses centros, a Bahia terá 512 unidades presentes em 356 municípios. Assim, mais de 85% das cidades terão mais essa ação do MDS e da Sedes.
Os investimentos mensais para custear essas novas unidades são de R$ 1,5 milhão, oriundos do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), e de R$ 335 mil, do Feas. Esses valores serão repassados aos fundos municipais. Todas as cidades baianas já criaram conselho, fundo e plano de assistência social, critérios para o repasse dos recursos. Elas devem prestar conta da gestão aos governos estadual e federal.
Em 2009, os 423 Cras existentes em 340 municípios atenderam a 1,5 milhão de famílias. Das 69 cidades contempladas, 16 ainda não contavam com esse serviço. Agora as comunidades de Belmonte, Belo Campo, Caldeirão Grande, Castro Alves, Cícero Dantas, Guanambi, Inhambupe, Ipupiara, Jacaraci, Matina, Mortugaba, Olindina, Presidente Jânio Quadros, Rio Real, Umburanas e Várzea do Poço podem ser assistidas pelos centros de referência.
Na capital baiana, o número de Cras passa de 17 para 35. Já Vitória da Conquista e Feira de Santana ganham este ano mais duas novas unidades para desafogar o atendimento em outros Cras dos municípios.
Segmentos tradicionais
O ano de 2009 foi fechado com benefícios para os povos e comunidades tradicionais da Bahia. Quilombolas, indígenas, extrativistas, pescadores artesanais, comunidades de fundo e fecho de pasto, povos de terreiro e ciganos se reuniram em dezembro, em Salvador, para discutir e aprovar o Plano Estadual de Desenvolvimento Sustentável de Povos de Comunidades Tradicionais. Com isso, a Bahia será o primeiro estado do país a ter uma política pública específica voltada para esses segmentos.
As propostas que compõem o plano saíram dos seminários e ciclos de debate de todos esses grupos, realizados este ano. Durante esses encontros, a lição dos representantes desses povos e comunidades foi sobre as diferentes formas de luta contra a invisibilidade histórica do estado, responsável por apartar essas populações de seus direitos durante séculos.
“Olhando para esse auditório, dá pra ver que essa é a cara da Bahia. Somos a prova de que o caráter de exploração do Brasil nasceu aqui, por isso ficamos tanto tempo excluídos. Mas também somos a prova da resistência. E hoje estamos dizendo para o governo as políticas públicas que queremos”, ressaltou o cacique Akanauã Bauã, do povo Hã-hã-hãe, representando todos os povos e comunidades tradicionais presentes no seminário.
“Com esse passo que estamos dando hoje, espero que meus netos nunca passem pelo que eu passei. Nosso povo era tratado como bicho. Hoje já podemos assumir o que somos. E nenhuma dessas conquistas foi de graça. Se estamos aqui hoje é porque merecemos”, declarou Mameto kya Nkisi Zulmira França, uma das representantes dos povos de terreiro.
Educar para Construir
O Educar para Construir formou no ano passado 400 alunos. Ele vêm se destacando entre os projetos de responsabilidade social do governo da Bahia, inclusive sendo premiado nos últimos dois anos.
A visibilidade do projeto junto ao setor da construção civil, além da parceria com o Sindicato da Indústria da Construção da Bahia, garantiu o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2009, referendado pelo 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção. O outro prêmio foi o 5º Top Social Norte e Nordeste, em 2008, promovido pela ADVB/BA e Abap/BA.
O projeto, que tem como finalidade proporcionar a qualificação profissional, inclusão digital, articulação comunitária e a qualificação de jovens como multiplicadores do esporte, já beneficiou cerca de mil jovens das comunidades de Alagados, Novos Alagados, Recanto Feliz e Paraíso Azul (Costa Azul), Moradas da Lagoa, Massaranduba e Uruguai. De todos esses jovens, 75% já estão trabalhando com carteira assinada.
O Educar para Construir é financiado pelo governo da Bahia, através da Sedes, dentro do programa Jovens Baianos, com investimento acima de R$ 1,3 milhão. Atualmente executa atividades de formação no período de 12 meses nas áreas de construção civil e esporte.
Este ano, as atividades começaram em abril, com mais de 400 jovens inscritos, sendo que 202 deles já estão atuando no mercado de trabalho como menores aprendizes e estagiários na área de construção civil. O Educar para Construir tem como parceiro e executor a Cooperação e Desenvolvimento da Morada Humana (CDM).
Outra realidade no semiárido
“Tendo água na cisterna, não precisamos de esmola”, ressaltou o sertanejo e professor João Bispo, ao som da viola. Ele é morador do município de Chorrochó e é colaborador do projeto Cisternas nas Escolas, do governo da Bahia. A ação, uma das inovações do programa Água para Todos, agrega um conjunto de iniciativas voltadas à melhoria da qualidade de vida no semiárido.
Além de Chorrochó, outros 12 municípios são beneficiados pelo Cisternas nas Escolas, um projeto da Sedes, em parceria com o Centro de Assessoria do Assuruá (CAA) e outras entidades. Segurança alimentar, educação do campo, sustentabilidade e convivência com o semiárido são alguns dos temas tratados pelos educadores, como João Bispo, com os estudantes e suas famílias.
Os recursos estão viabilizando a construção de cisternas em 43 escolas de 13 municípios. As regiões contempladas são as que possuem baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A previsão também é implantar diversas hortas comunitárias para possibilitar atividades na área de educação alimentar.
Mais renda no campo e comida na mesa
O governo da Bahia e o governo federal estão comprando diretamente da agricultura familiar de diversos municípios do estado. Essa é uma estratégia do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que integra o Fome Zero. A ação beneficia cerca de duas mil pessoas, entre agricultores, usuários da rede de ensino e de entidades socioassistenciais, além de todo o público atendido pelos Cras.
Na Bahia, esta é a primeira articulação entre a produção de agricultores familiares e as demandas locais de suplementação alimentar e nutricional dos públicos-alvo das políticas de assistência social. O resultado esperado é o desenvolvimento da economia local, o fortalecimento da agricultura familiar, a melhoria alimentar e nutricional das pessoas beneficiárias das doações de alimentos e a geração de trabalho e renda no campo.
Banana, aipim, jaca, cupuaçu, tapioca, tangerina, puba, beiju, graviola e coco são apenas alguns dos produtos expostos pelas famílias nos centros de distribuição do PAA dos municípios.
As ações do PAA são executadas em 20 municípios distribuídos nos territórios do Consórcio de Segurança Alimentar e Desenvolvimento Local (Consad). A estimativa é que sejam beneficiados 1,9 mil agricultores familiares e 94,4 mil pessoas em vulnerabilidade alimentar e nutricional. Os investimentos somam R$ 7,3 milhões, oriundos de contrapartidas do governo federal e do governo da Bahia. Mais de 90% desses recursos serão investidos na aquisição de 4,3 mil toneladas de alimentos.
Para uma gestão compartilhada do PAA, foram formados comitês gestores municipais nas 20 cidades do Consad, integrantes do programa. O resultado disso foi a mobilização de cinco mil pessoas, entre agricultores rurais, beneficiários do Bolsa Família, entidades e organizações sociais e movimentos de luta pela terra, que acompanham a execução dessa política.
Ressocialização de jovens
O governo da Bahia continua os investimentos em medidas socioeducativas de semiliberdade e de internação com a construção e reformas das unidades que beneficiam adolescentes em conflito com a lei. Atualmente, a Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), vinculada à Sedes, está construindo mais uma Comunidade de Atendimento Socioeducativo (Case), que será implantada no município de Feira de Santana. Os investimentos para este centro de internamento têm a parceira do governo federal e chegam a R$ 10,7 milhões.
O município de Camaçari também será contemplado com uma Case com capacidade para 90 adolescentes e cujos investimentos são de R$ 7,2 milhões.
Desde 2007, o governo estadual inaugurou dez unidades de semiliberdade, mostrando o avanço neste setor, já que há dez anos não eram construídos novos centros. Foram criadas ainda as comunidades de internamento equipadas para a ressocialização desses jovens.
Outras ações do governo nesta área são a reforma da Unidade Juiz Melo Matos, localizada também em Feira de Santana, funcionando apenas para internação provisória dos adolescentes vindos do interior.
No caso das unidades de semiliberdade, dependendo da decisão que os juizados da infância e juventude aplicarem, os jovens que cumprirem as medidas estabelecidas poderão desenvolver atividades educativas fora dos centros onde estão recolhidos. A Bahia conta ainda com três unidades de internação, que funcionam nos municípios de Feira de Santana, Simões Filho e Salvador.
Fonte: AGECOM
JOANA ANGÉLICA É AGORA “HEROÍNA DA PÁTRIA”
Uma boa noticia para as mulheres guerreiras:
Joana Angélica, mártir da batalha pela Independência da Bahia, é finalmente um dos integrantes da lista oficial do “Livro dos Heróis da Pátria”. O reconhecimento veio após aprovação de projeto de lei na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, com Sóror Joana Angélica de Jesus junto a outros heróis como Tiradentes e o Marechal Deodoro da Fonseca no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília. A autora do projeto, deputada Lídice da Mata, diz que a homenagem é um reconhecimento histórico à bravura da freira, que em 31 de janeiro de 1822 impediu pessoalmente a invasão do Convento da Lapa contra a invasão portuguesa. A nomeação coincide com a proximidade da comemoração do 2 de Julho.
Fonte; Bahia Noticias
Joana Angélica, mártir da batalha pela Independência da Bahia, é finalmente um dos integrantes da lista oficial do “Livro dos Heróis da Pátria”. O reconhecimento veio após aprovação de projeto de lei na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, com Sóror Joana Angélica de Jesus junto a outros heróis como Tiradentes e o Marechal Deodoro da Fonseca no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília. A autora do projeto, deputada Lídice da Mata, diz que a homenagem é um reconhecimento histórico à bravura da freira, que em 31 de janeiro de 1822 impediu pessoalmente a invasão do Convento da Lapa contra a invasão portuguesa. A nomeação coincide com a proximidade da comemoração do 2 de Julho.
Fonte; Bahia Noticias
Conhecendo projeto de saneamento e educação ambiental
No inicio de Junho, eu tive a felicidade de conhecer um pouco o projeto Thaba. Não estou trabalhando nele, mas mesmo assim estou socializando informações sobre este projeto de saneamento. Eu encontrei um matéria no site da Uneb que estou reproduzindo abaixo:
Projeto beneficia 13 municípios baianos em saneamento básico
Por Vânia Dias,Núcleo de Jornalismo
O Núcleo de Pesquisa e Extensão em Habitação Popular (Thaba), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UNEB, está participando do Projeto de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento (PEAMSS).
A ação, que beneficia 13 municípios baianos, é coordenada e financiada pela Secretaria estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), e busca capacitar sobre questões socioambientais, através de cursos, seminários, oficinas e outras atividades.
Uma das expectativas do projeto, segundo Rubens Barros, coordenador do Thaba, é que essa mobilização coletiva se reflita na gestão participativa de saneamento: “Principalmente porque os municípios brasileiros, de acordo com lei federal (11.445/07), devem apresentar a partir de 2011 um plano municipal de saneamento básico para a obtenção de financiamentos públicos”.
Os municípios participantes do projeto são Rafael Jambeiro, Cícero Dantas, Formosa do Rio Preto, Teofilândia, Seabra, Morro do Chapéu, Coronel João Sá, Uauá, Palmas de Monte Alto, Iramaia, Camamu, Encruzilhada e Ibirapuã.
O Thaba é responsável por toda a metodologia de trabalho aplicada no PEAMSS. “Participamos com mais de 15 professores e 10 estudantes da UNEB dos campi de Guanambi, Santo Antônio de Jesus, Barreiras, Alagoinhas, Irecê e Camaçari”, destacou Barros, completando que o núcleo atua nas questões ligadas a monitoria e supervisão da iniciativa.
“Pretendemos também criar multiplicadores nas cidades envolvidas para aumentar o alcance do nosso núcleo”, concluiu Rubens.
Programação de atividades
De acordo com a programação do projeto, durante todo o mês de abril acontecem os seminários de abertura do PEAMSS nos municípios participantes.
A primeira atividade foi realizada em Rafael Jambeiro, no último dia 14, onde as comunidades locais iniciaram a construção de mapas que irão traduzir a questão ambiental do município e servir de base para o planejamento de ações e implantação do projeto.
Em maio terão início as atividades pedagógicas, que contemplam seis cursos de educação ambiental com enfoque em saneamento, tecnologias sustentáveis e legislação, com duração de 20 e 40 horas-aula.
Serão realizados também encontros com professores da rede pública, além de outros três cursos voltados para a área de comunicação, totalizando 80 horas-aula, nos quais os participantes vão produzir jornais, programas de rádio e exposições de fotografias sobre o conteúdo estudado.
Ao final do projeto, em dezembro deste ano, a UNEB, a Sedur e a Embasa vão socializar os resultados obtidos e apresentar sugestões para compor o plano de intervenções dos municípios.
As atividades do PEAMSS são franqueadas ao público. Os interessados devem procurar os postos de inscrições localizados nos municípios participantes. Há a expectativa de que, em 2011, as ações do projeto sejam estendidas para outras cidades do estado.
Projeto beneficia 13 municípios baianos em saneamento básico
Por Vânia Dias,Núcleo de Jornalismo
O Núcleo de Pesquisa e Extensão em Habitação Popular (Thaba), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UNEB, está participando do Projeto de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento (PEAMSS).
A ação, que beneficia 13 municípios baianos, é coordenada e financiada pela Secretaria estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), e busca capacitar sobre questões socioambientais, através de cursos, seminários, oficinas e outras atividades.
Uma das expectativas do projeto, segundo Rubens Barros, coordenador do Thaba, é que essa mobilização coletiva se reflita na gestão participativa de saneamento: “Principalmente porque os municípios brasileiros, de acordo com lei federal (11.445/07), devem apresentar a partir de 2011 um plano municipal de saneamento básico para a obtenção de financiamentos públicos”.
Os municípios participantes do projeto são Rafael Jambeiro, Cícero Dantas, Formosa do Rio Preto, Teofilândia, Seabra, Morro do Chapéu, Coronel João Sá, Uauá, Palmas de Monte Alto, Iramaia, Camamu, Encruzilhada e Ibirapuã.
O Thaba é responsável por toda a metodologia de trabalho aplicada no PEAMSS. “Participamos com mais de 15 professores e 10 estudantes da UNEB dos campi de Guanambi, Santo Antônio de Jesus, Barreiras, Alagoinhas, Irecê e Camaçari”, destacou Barros, completando que o núcleo atua nas questões ligadas a monitoria e supervisão da iniciativa.
“Pretendemos também criar multiplicadores nas cidades envolvidas para aumentar o alcance do nosso núcleo”, concluiu Rubens.
Programação de atividades
De acordo com a programação do projeto, durante todo o mês de abril acontecem os seminários de abertura do PEAMSS nos municípios participantes.
A primeira atividade foi realizada em Rafael Jambeiro, no último dia 14, onde as comunidades locais iniciaram a construção de mapas que irão traduzir a questão ambiental do município e servir de base para o planejamento de ações e implantação do projeto.
Em maio terão início as atividades pedagógicas, que contemplam seis cursos de educação ambiental com enfoque em saneamento, tecnologias sustentáveis e legislação, com duração de 20 e 40 horas-aula.
Serão realizados também encontros com professores da rede pública, além de outros três cursos voltados para a área de comunicação, totalizando 80 horas-aula, nos quais os participantes vão produzir jornais, programas de rádio e exposições de fotografias sobre o conteúdo estudado.
Ao final do projeto, em dezembro deste ano, a UNEB, a Sedur e a Embasa vão socializar os resultados obtidos e apresentar sugestões para compor o plano de intervenções dos municípios.
As atividades do PEAMSS são franqueadas ao público. Os interessados devem procurar os postos de inscrições localizados nos municípios participantes. Há a expectativa de que, em 2011, as ações do projeto sejam estendidas para outras cidades do estado.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
I Mostra de Cinema-História Social Cinematógrafo Potemkin
A I Mostra de Cinema-História Social - Cinematógrafo Potemkin é organizada pela Oficina Cinema-História (Produção e Pesquisas da Relação Imagem e processos sociais), do NUCLEAR (FFCH/UFBA), e tem por objetivo divulgar e analisar obras de “sócio-histórico-cinegrafistas”, como também, aproximá-las do público (formado por estudantes, professores, pesquisadores, etc.) e interessados no cinema e nas suas implicações sociais.
Denominamos de “sócio-cinegrafistas”, pesquisadores que encontraram nos filmes um excelente veículo para divulgar suas idéias sobre os fenômenos sociais. Muitas vezes, seus filmes são suas formas de capturar a realidade social sobre a qual se debruçam, assim como os “histórico-cinegrafistas” que constroem suas narrativas situando-as num passado mais “distante”. Todavia, uns e outros se debruçam sobre um único e mesmo objeto: os processos históricos e sociais.
A atividade consistirá em seis sessões, no período de 3 a 8 de abril na Sala Walter da Silveira - Biblioteca Central dos Barris. Inicialmente será feita a projeção e logo em seguida a discussão do filme, entre os cineastas e os pesquisadores, com participação do público.
PROGRAMAÇÃO - I Mostra de Cinema-História Social
Sábado, 03 de abril
15h30 - PROJEÇÃO DOS FILMES:
Encontros e Desencontros e Invenção do Brasil (O Povo Brasileiro), de Isa Ferraz
Trilogia do Reggae, de Jonhy Guimarães e Volney Menezes
18h00 - ABERTURA
João Carlos Salles e Jorge Nóvoa
18h00 - PROJEÇÃO DO FILME:
O Povo Brasileiro, de Isa Ferraz
MESA com Isa Ferraz, João Carlos Salles e Jorge Nóvoa.
Domingo, 04 de abril
15h30 PROJEÇÃO DO FILME:
Chuvas de Março, de Jonhy Guimarães e Volney Menezes
Cidade dos Mascarados, de Emanuela Yglesias
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Trilogia do Reggae, de Jonhy Guimarães e Volney Menezes
MESA com Jonhy Guimarães, Volney Menezes e Maria do Socorro Carvalho.
Segunda-feira, 05 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Buscando Allende, de Carlos Pronzato
Palestina, a Eloqüência do Sangue, de Rogério Ferrari
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Carabina M2. Uma Arma Americana. Che na Bolívia, de Carlos Pronzato
MESA com Carlos Pronzato e Luiz Lourenço.
Terça-feira, 06 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Incarcanu a Tiortina, de Tau Tourinho & Gabriel Lopes Pontes
Memória e História em Utopia e Barbárie, de Silvio Tendler
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Os zumbis de Maria Mandu [ESTRÉIA] Um filme do NOVOCINEMANOVO (Tau Tourinho, Lucas Virgolino & Gabriel Lopes Pontes)
No Coração de Shirley, de Edyala Yglesias
MESA com NOVOCINEMANOVO, José Umberto Dias e Jorge Nóvoa.
Quarta-feira, 07 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Carabina M2. Uma Arma Americana. Che na Bolívia, de Carlos Pronzato
Marcos, "Estamos Aqui", de Gianni Mina
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Palestina, A Eloqüência do Sangue, de Rogério Ferrari
MESA com Rogério Ferrari, Marcos Brige e Paulo Andrade Magalhães.
Quinta-feira, 08 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
No Coração de Shirley, de Edyala Yglesias
Condomínio JK, de Luiz Lourenço
18h00 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Cidade dos Mascarados, de Eanuela Iglesias
Passado na Hora, de Luiz Lourenço
MESA com Emanuela Yglesias, Luiz Lourenço e Antônio da Silva Câmara.
Fechamento da Mostra
Jorge Nóvoa
Denominamos de “sócio-cinegrafistas”, pesquisadores que encontraram nos filmes um excelente veículo para divulgar suas idéias sobre os fenômenos sociais. Muitas vezes, seus filmes são suas formas de capturar a realidade social sobre a qual se debruçam, assim como os “histórico-cinegrafistas” que constroem suas narrativas situando-as num passado mais “distante”. Todavia, uns e outros se debruçam sobre um único e mesmo objeto: os processos históricos e sociais.
A atividade consistirá em seis sessões, no período de 3 a 8 de abril na Sala Walter da Silveira - Biblioteca Central dos Barris. Inicialmente será feita a projeção e logo em seguida a discussão do filme, entre os cineastas e os pesquisadores, com participação do público.
PROGRAMAÇÃO - I Mostra de Cinema-História Social
Sábado, 03 de abril
15h30 - PROJEÇÃO DOS FILMES:
Encontros e Desencontros e Invenção do Brasil (O Povo Brasileiro), de Isa Ferraz
Trilogia do Reggae, de Jonhy Guimarães e Volney Menezes
18h00 - ABERTURA
João Carlos Salles e Jorge Nóvoa
18h00 - PROJEÇÃO DO FILME:
O Povo Brasileiro, de Isa Ferraz
MESA com Isa Ferraz, João Carlos Salles e Jorge Nóvoa.
Domingo, 04 de abril
15h30 PROJEÇÃO DO FILME:
Chuvas de Março, de Jonhy Guimarães e Volney Menezes
Cidade dos Mascarados, de Emanuela Yglesias
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Trilogia do Reggae, de Jonhy Guimarães e Volney Menezes
MESA com Jonhy Guimarães, Volney Menezes e Maria do Socorro Carvalho.
Segunda-feira, 05 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Buscando Allende, de Carlos Pronzato
Palestina, a Eloqüência do Sangue, de Rogério Ferrari
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Carabina M2. Uma Arma Americana. Che na Bolívia, de Carlos Pronzato
MESA com Carlos Pronzato e Luiz Lourenço.
Terça-feira, 06 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Incarcanu a Tiortina, de Tau Tourinho & Gabriel Lopes Pontes
Memória e História em Utopia e Barbárie, de Silvio Tendler
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Os zumbis de Maria Mandu [ESTRÉIA] Um filme do NOVOCINEMANOVO (Tau Tourinho, Lucas Virgolino & Gabriel Lopes Pontes)
No Coração de Shirley, de Edyala Yglesias
MESA com NOVOCINEMANOVO, José Umberto Dias e Jorge Nóvoa.
Quarta-feira, 07 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Carabina M2. Uma Arma Americana. Che na Bolívia, de Carlos Pronzato
Marcos, "Estamos Aqui", de Gianni Mina
18h00 PROJEÇÃO DO FILME:
Palestina, A Eloqüência do Sangue, de Rogério Ferrari
MESA com Rogério Ferrari, Marcos Brige e Paulo Andrade Magalhães.
Quinta-feira, 08 de abril
15h30 PROJEÇÃO DOS FILMES:
No Coração de Shirley, de Edyala Yglesias
Condomínio JK, de Luiz Lourenço
18h00 PROJEÇÃO DOS FILMES:
Cidade dos Mascarados, de Eanuela Iglesias
Passado na Hora, de Luiz Lourenço
MESA com Emanuela Yglesias, Luiz Lourenço e Antônio da Silva Câmara.
Fechamento da Mostra
Jorge Nóvoa
Curso de Fotografia Documental
O curso pretende mostrar diversas possibilidades de projetos documentais, desenvolvendo no aluno um olhar crítico e um método de trabalho. Os participantes realizarão um projeto prático por meio da concepção, desenvolvimento e finalização de um trabalho documental.
Organizado em aulas expositivas com apresentação de material visual e atividade de campo desenvolvida pelo aluno, o curso abordará temas como a elaboração de projeto (estrutura, originalidade, objetivos, viabilidade, autorizações), a prática fotográfica documental (metodologia de abordagem do assunto), a edição (critérios de seleção das fotos) e a apresentação do material (formatos e modelos).
Cada aluno deverá ter noções básicas de fotografia e possuir câmera fotográfica analógica ou digital. Com duração total de 16 horas em sala de aula, o curso é direcionado a iniciantes na prática fotográfica, com segundo grau incompleto, de qualquer idade.
Marcella Haddad (instrutora do curso) nasceu em São Paulo e estudou fotografia no London College of Printing e fotojornalismo na Universidade de Wales. Desde 1982 participa de exposições nos principais museus e galerias do Brasil e no exterior. Sua produção se caracteriza por uma intensidade em diversas questões da contemporaneidade. Fotógrafa freelance, colaborou para diversas publicações internacionais como The Independent, The Irish Times, Boston Globe e Marie Claire. Trabalha frequentemente para ONGs em Londres, como CAFOD, War on Want, Christian Aid, Survival International e Kinetika. Nos últimos anos, vem desenvolvendo dois projetos a longo prazo: O papel da água em nossas vidas, tendo viajado por diversos países; e Festas populares em diferentes culturas. A empresária inglesa Anita Roddick, fundadora da rede de lojas The Body Shop, após visitar a exposição My Voice, My Life na Hoopers Gallery, em Londres, fez o seguinte comentário: “A fotógrafa Marcella Haddad é uma visionária e uma artista de alto calibre”.
SERVIÇO
Período do curso: 10, 17 e 24 de abril; 08 de maio de 2010.
Horário: 13 às 17h.
Local: Faculdade de Comunicação UFBA (Compus Ondina)
Valor: R$220,00; Estudante secundarista ou universitário com comprovante de matrícula: R$ 170,00
Inscrições: de 31 de março a 08 de abril, on-line: www.fapex.org.br/mof
Informações sobre inscrições: ligar para 3183-8412/8417 FAPEX.
Organizado em aulas expositivas com apresentação de material visual e atividade de campo desenvolvida pelo aluno, o curso abordará temas como a elaboração de projeto (estrutura, originalidade, objetivos, viabilidade, autorizações), a prática fotográfica documental (metodologia de abordagem do assunto), a edição (critérios de seleção das fotos) e a apresentação do material (formatos e modelos).
Cada aluno deverá ter noções básicas de fotografia e possuir câmera fotográfica analógica ou digital. Com duração total de 16 horas em sala de aula, o curso é direcionado a iniciantes na prática fotográfica, com segundo grau incompleto, de qualquer idade.
Marcella Haddad (instrutora do curso) nasceu em São Paulo e estudou fotografia no London College of Printing e fotojornalismo na Universidade de Wales. Desde 1982 participa de exposições nos principais museus e galerias do Brasil e no exterior. Sua produção se caracteriza por uma intensidade em diversas questões da contemporaneidade. Fotógrafa freelance, colaborou para diversas publicações internacionais como The Independent, The Irish Times, Boston Globe e Marie Claire. Trabalha frequentemente para ONGs em Londres, como CAFOD, War on Want, Christian Aid, Survival International e Kinetika. Nos últimos anos, vem desenvolvendo dois projetos a longo prazo: O papel da água em nossas vidas, tendo viajado por diversos países; e Festas populares em diferentes culturas. A empresária inglesa Anita Roddick, fundadora da rede de lojas The Body Shop, após visitar a exposição My Voice, My Life na Hoopers Gallery, em Londres, fez o seguinte comentário: “A fotógrafa Marcella Haddad é uma visionária e uma artista de alto calibre”.
SERVIÇO
Período do curso: 10, 17 e 24 de abril; 08 de maio de 2010.
Horário: 13 às 17h.
Local: Faculdade de Comunicação UFBA (Compus Ondina)
Valor: R$220,00; Estudante secundarista ou universitário com comprovante de matrícula: R$ 170,00
Inscrições: de 31 de março a 08 de abril, on-line: www.fapex.org.br/mof
Informações sobre inscrições: ligar para 3183-8412/8417 FAPEX.
CURSO DE NIVELAMENTO
O Ministério da Cultura, através do Programa de Capacitação de Projetos Culturais, realizará entre os dias 05 a 17 de abril, inscrição e conclusão do curso à distância de NIVELAMENTO do referido curso e nos dias 28 a 30 de abril, a oficina PRESENCIAL, na cidade de São Francisco do Conde, será pólo para a Região Metrolpolitana e Recôncavo e municipios circuvizinhos.
ITAPETINGA E SALVADOR PARTICIPAM DO PROJETO DE INTERCÂMBIO CULTURA PONTO A PONTO
Nos meses de abril e maio, os Pontos de Cultura Espaço da Arte, executado pela ONG Espaço Cacto e Trevo, e Cabeceira do Pilão Nova Canaã irão desenvolver o programa de Intercâmbio Ponto a Ponto, incentivado pela Secretaria de Cidadania Cultural, Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura, através da troca de oficinas.
Em Salvador ocorrerá uma Oficina de Vídeo ampliada para os pontos de cultura do entorno de Mussurunga ou seja: Cajazeiras, Bairro da Paz, Itinga e Boca do Rio. A proposta é contribuir com a capacitação dos agentes de cultura dos pontos citados na área de vídeo o que permitirão seu trabalho de registro.
Em contrapartida, a Cacto e Trevo, através das oficineiras Cristina Alves e Alice Morais, realiza as oficinas de Gestão Compartilhada com a Técnica de Grupo Operativo e de Planejamento Estratégico Participativo. As duas oficinas irão ocorrer em Itapetinga, e tem como foco a produção cultural de vídeo, além de gerar material didático para fortalecimento da gestão dos dois Pontos de Cultura.
O produto final será um vídeo mostrando o resultado da parceria. O trabalho tem como objetivos: oportunizar a expansão da experiência desenvolvida com a gestão compartilhada; desenvolver o senso crítico a partir do conhecimento de outras experiências, outros costumes, etc; promover a auto-estima nos jovens e editar conjuntamente os vídeos para utilizá-los como produtos didáticos.
Ponto de Cultura - O Ponto de Cultura Espaço da Arte desenvolveu durante seu primeiro período ações voltadas para a preparação de jovens para o mercado de trabalho realizando oficinas: comunicação integrada, vídeo, fotografia, web, desenho gráfico, adereços e figurino, técnicas de espetáculo, numa proposta de desenvolvimento de capacidades que inclui: ética, valores, cidadania, interatividade grupal, planejamento, criatividade na Comunicação e Expressão e Empreendedorismo. O Ponto de Cultura Cabeceira do Pilão desenvolve atividades focada na organização dos grupos culturais locais e na profissionalização dos agentes para implementação de um núcleo de produção de vídeo em Itapetinga.
terça-feira, 30 de março de 2010
Teia 2010 - Tambores Digitais
Ontem eu cheguei de Fortaleza, depois de passar três dias mergulhada na Cultura Brasileira. Estive representando o Ponto de Cultura Espaço da Arte, administrado pela ONG Cacto e Trevo, que funciona em Mussurunga. Excelente experiência, que comprovou a diversidade da nossa cultura. Viva a Cultura!!!!!!!
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