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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Revista radioenegocios.com chega ao mercado

A Embrasec, editora especializa em radiodifusão, apresenta a primeira revista do Brasil com um conteúdo 100% voltado ao meio rádio, em versão impressa e online e com circulação nacional. O veículo pretende ser uma ferramenta para profissionais, empresários, estudantes e interessados em geral pelo meio. 
Moderna, a versão digital da revista toca MP3, exibe vídeo, aceita podcast, possui hiperlink para as páginas dos anunciantes, entre outros recursos. O conselho editorial da revista é composto por renomados profissionais do rádio: Adalberto Piotto, Álvaro Bufarah, Antônio Carlos Guerino, Carlos Rubens Doné, Cyro César, Geraldo Freire, Heródoto Barbeiro, Janjo Proença, Lula Vieira, Marcus Aurélio Carvalho, Newton Gaigher, Nilo Frateschi, Ronald Barbosa, Tula Minassian.

Provocar, discutir e indicar tendências, essa receita permeia o conteúdo da radioenegocios.com. Programação, gestão, entrevistas com personalidades do meio, pesquisas, tecnologia são alguns dos assuntos abordados. A primeira edição tem como destaque de capa a matéria ´Um futuro sem ondas – Os desafios e oportunidades para o negócio rádio nesse início de século´, que mostra como o rádio está lidando com as novas tecnologias, além de abordar o truncado processo de digitalização.

A entrevista desta edição é com Heródoto Barbeiro. Além de falar de maneira enfática sobre vários temas do universo do rádio e do jornalismo, Barbeiro também comenta sobre sua saída polêmica do comando do programa Roda Viva, da TV Cultura, onde foi substituído por Marília Gabriela.  Com o propósito de cobrir toda a cadeia produtiva, a publicação traz também a seção Na Empresa, com matérias sobre a indústria da radiodifusão.  Na seção “O Conteúdo faz o meio” uma reportagem bastante ampla mostra a tendência crescente de customização de conteúdo no rádio. 
A publicação ainda conta com a colaboração de articulistas de peso, como Toninho Rosa, Irineu Toledo, dentre outros, que fazem suas reflexões sobre o meio.  “Acreditamos que, desta forma, conseguimos trazer um conteúdo específico que interesse às emissoras de rádio, provedores de informação e de acesso à internet, além de fornecedores, fabricantes, agências de publicidade, escolas e estudantes de comunicação”, comenta o diretor geral, Edmilson Oliveira.

A publicação é bimestral e será produzida em duas versões: a impressa, com estrutura física de uma revista de 52 páginas e a digital, disponibilizada num site de fácil acesso. A versão digital da revista oferecerá links para áudio de algumas matérias.  O leitor da revista radioenegocios.com também poderá assinar a publicação. 

Fontw; Ad News

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Jovens com a corda no pescoço

Há poucos dias li uma matéria sobre um tema bastante grave e que tinha a seguinte manchete: cresce o número de jovens e de maiores de 50 anos com restrições de crédito ou com endividamento.

Há cinco anos um pesquisa no Reino Unido já dava conta da enorme quantidade de jovens estudantes com dívidas em cartões de crédito que chegavam a mais de 30 mil dólares (cerca de 60 mil reais).

Uma pessoa começando a vida.

E começando envidividada.

E a dívida diz respeito à aquisição tão somente de bens de consumo e farras. Não foi contraída para a compra de um imóvel ou de um investimento econômico.

E aqui no Brasil os jovens vão consumindo: celulares, festas, abadás, viagens, relógios, roupas, tênis etc.

E dívida com operadoras de cartões de crédito, bancos ou financeiras, com o perdão do jargão repetido: são verdadeiras bolas de neve! Uma avalanche, eu diria!

Há outro fator ainda para esse endividamento dos jovens brasileiros que não ocorre com os britânicos: faculdade.

Dizem que o “mercado exige um diploma” e como em cada esquina tem uma faculdade, e muitas empresas contratam estagiários e não mais empregados, uma enorme parcela de nossa população correu para os cursos de nível superior (expressão questionável, dado o nível da maioria das escolas de terceiro grau, mas isso é outra estória). E muitos que entraram não tinham condição alguma de pagar. Resultado: contratos de financimento, inadimplência e FIES (ou EDF - Empurrando a Dívida para Frente).

Daí que nossos jovens vivem “argolados” e sem perspectivas de sanar essas dívidas em curto ou médio prazo, salvo raríssimas exceções.

Quanto aos maiores de 50 anos, alguns fatores podem explicar esse crescente endividamento:

- ajudar os seus filhos e netos a pagar suas próprias dívidas,

- dificuldade em obter novas colocações no mercado de trabalho,

- em alguns casos, desorganização econômica, em outras palavras: não se preocupou com o futuro (não poupou),

- excesso de financimentos.

Como sempre escrevo aqui: cuidado com financiamentos, crédito fácil e parcelamentos. Economize e compre à vista. Contenha o impulso de consumir. Antes de comprar pense se está no momento de fazer aquela aquisição.

Para os consumidores compulsivos e mesmo para os mais comedidos, mas que adoram parcelar, anotem: os juros estão subindo! Um produto financiado pode custar até 50% a menos se adquirido à vista.

Fonte; Blog do Consumidor

O Globo testa tablóide

O pessoal da direção do JORNAL DO BRASIL viveu uma agitação especial na semana passada com o exame minucioso de um exemplar em formato tablóide de O GLOBO. Era uma edição experimental, distribuída a um grupo selecionado de assinantes, aparentemente um teste para medir a reação do público a uma mudança de formato. O próprio JB também é hoje um tablóide, mas a circulação posterior não permite uma comparação adequada. Após cortes de pessoal e outras medidas equivocadas, nenhum analista sério poderia dizer se o novo formato agravou ou vem suavizando a trajetória de decadência do jornal. O DIA, que já foi o mais vendido no País, buscando reverter mais uma significativa queda de circulação no ano passado, desde a edição de 20/03, busca recuperar-se como tablóide. Os primeiros números não são animadores, mas ainda é cedo para uma avaliação sobre o acerto ou não da mudança.. O diretor de redação de O GLOBO, Rodolfo Fernandes, desmentiu formalmente à reportagem de Comunique-se a hipótese de que a edição experimental tenha sido um teste para eventual mudança de formato do jornal: “O GLOBO está permanentemente analisando as tendências de mercado, em fóruns permanentes, como a WAN (World Association of Newspapers), ou em troca de informações com as principais publicações no exterior. Portanto, jamais adotaria o formato tablóide, identificado no mundo inteiro com um segmento de mercado diferente do que ele atua.” A afirmação de Fernandes sobre a identificação do formato tablóide com um segmento diferente de O GLOBO foi verdadeira até algum tempo atrás. Mas hoje vários jornais dirigidos ao público mais qualificado, como os britânicos The Times e The Independent, já se tornaram tablóides. E, no Rio Grande do Sul, um tablóide – ZERO HORA – está no time nos jornais classe A desde seu lançamento e é o jornal proporcionalmente mais lido do País, se a circulação for comparada com o mercado atingido. Mas, como Fernandes foi peremptório no desmentido, restam duas explicações para as edições experimentais (há informações seguras sobre outras, que circularam apenas internamente, sob a designação genérica de “testes de máquina). Também há quem afirme que a direção da empresa está preocupada com os fracos resultados do DIÁRIO DE S. PAULO e os testes fariam parte de preparativos para a mudança de formato da fracassada – pelo menos até agora – tentativa da Infoglobo de botar um pezinho em território paulista. Ou (aqui acrescento um simples palpite) não se pode esquecer que o formato tablóide poderia ser uma boa proposta para guindar a circulação do EXTRA ao primeiro lugar em circulação no Brasil.
Fonte; Comunique-se

mais um vira tabloide

No próximo dia 15, O DIA, até a década de 50 o jornal de maior circulação no Rio, estará nas ruas de roupa nova: para economizar custos (principalmente papel), adotará o formato tablóide, com o mesmo preço (recentemente aumentado) de R,20. Seu companheiro mais popular – MEIA HORA – continuará a 60 centavos. Para enfrentar o sucesso do EXTRA, que procurava “roubar” seu público, O DIA buscou a estratégia de melhorar o nível do jornal e, ao mesmo tempo, lançar o MEIA HORA para enfrentar o EXTRA. MEIA HORA é um sucesso – está hoje entre os cinco ou seis jornais mais vendidos no Brasil. Mas O DIA iniciou um mergulho, não conseguindo sequer incomodar O GLOBO “em cima” e, ao mesmo tempo, ser canibalizado “em baixo” pelo MEIA HORA, além do EXTRA. Com formato tablóide mas diferente do MEIA HORA (que é quase quadrado, 32×28cm, exatamente metade de O DIA, e em projeto gráfico de André Hippert, O DIA joga o que poderá ser sua última carta pela sobrevivência. As dificuldades da empresa vêm se acumulando há mais de um ano com a crise global, a queda da receita publicitária e também da circulação. Mas vamos torcer pelo sucesso do novo tablóide e os muitos empregos que ele representa.
Fonte; Comunique-se

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Todo mundo quer aparecer na mída. Quem não quer ter minutos ou mesmo segundos de fama?
No entanto, são muitos poucos os empresários, esportistas, artistas, gestores que compreendem a importância de um trabalho de Assessoria de Imprensa. Nunca têm recursos financeiros, querem pagar migalhas. Desculpe, o desabafo, mas eu estou cansada deste amadorismo que infesta o mercado baiano.